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O crime no Brasil é tão organizado, que o seu departamento jurídico é o STF

A frase que encima esse texto , é de autoria do Senador da República Marcos do Val, filiado ao Podemos no Estado do Espírito Santo.

Realmente, fica muito difícil ir de encontro ao que diz o Senador Capixaba, após assistirmos a sessão do pleno do Supremo Tribunal Federal, realizada no dia de ontem.

Tudo leva a crer, que as decisões ali tomadas pelo colegiado, estão sempre ao saber das conveniências do momento, deixando sempre de lado os regramentos que norteiam o Direito Pátrio.

A pauta de ontem, onde a maioria dos ministros decidiram que os endinheirados deste país, só correrão o risco de cumprir uma condenação quanto não houver mais possibilidades de recursos ao próprio STF, sacramentou para todo o sempre que, a única coisa que realmente vale a pena, é se apropriar dos escorchantes impostos pagos por todos os brasileiros em benefício próprio.

Duas falas nos chamaram a atenção, a primeira do decano Celso de Melo, gesticulando para dizer à patuleia que os recursos protelatórios, que invariavelmente acabam em prescrição das penas impostas aos réus, querendo com o seu gestual, desmentir algo que é corriqueiro na justiça brasileira.

Outro fato digno de nota, foi a declaração do presidente do STF, ao dizer que ,a decisão que acabavam de tomar extinguindo a prisão em segunda instância, poderia sofrer algum tipo de alteração a ser feita pelo Congresso Nacional através de uma PEC-Projeto de Emenda Constitucional.

Vejam que coisa mais engraçada e ridícula ao mesmo tempo. Qual a possibilidade de deputados e senadores mudarem a Constituição do País, para que eles mesmos sejam penalizados, após a mais alta corte de justiça do país, ter sacramentado para todo o sempre  que , prisão, só quando esgotados todos os recursos existentes no Direito brasileiro?

É isso.

A frase que encima esse texto , é de autoria do Senador da República Marcos do Val, filiado ao Podemos no Estado do Espírito Santo.

Realmente, fica muito difícil ir de encontro ao que diz o Senador Capixaba, após assistirmos a sessão do pleno do Supremo Tribunal Federal, realizada no dia de ontem.

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Tudo leva a crer, que as decisões ali tomadas pelo colegiado, estão sempre ao saber das conveniências do momento, deixando sempre de lado os regramentos que norteiam o Direito Pátrio.

A pauta de ontem, onde a maioria dos ministros decidiram que os endinheirados deste país, só correrão o risco de cumprir uma condenação quanto não houver mais possibilidades de recursos ao próprio STF, sacramentou para todo o sempre que, a única coisa que realmente vale a pena, é se apropriar dos escorchantes impostos pagos por todos os brasileiros em benefício próprio.

Duas falas nos chamaram a atenção, a primeira do decano Celso de Melo, gesticulando para dizer à patuleia que os recursos protelatórios, que invariavelmente acabam em prescrição das penas impostas aos réus, querendo com o seu gestual, desmentir algo que é corriqueiro na justiça brasileira.

Outro fato digno de nota, foi a declaração do presidente do STF, ao dizer que ,a decisão que acabavam de tomar extinguindo a prisão em segunda instância, poderia sofrer algum tipo de alteração a ser feita pelo Congresso Nacional através de uma PEC-Projeto de Emenda Constitucional.

Vejam que coisa mais engraçada e ridícula ao mesmo tempo. Qual a possibilidade de deputados e senadores mudarem a Constituição do País, para que eles mesmos sejam penalizados, após a mais alta corte de justiça do país, ter sacramentado para todo o sempre  que , prisão, só quando esgotados todos os recursos existentes no Direito brasileiro?

É isso.

Urgência, uma roubada Ressaca moral de um país sem rumo