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Lula coloca Bolsonaro nas cordas

Em menos de 24 horas, Lula botou o Capitão nas cordas. 

O Capitão ao fazer o ACORDÃO com o Toffoli para soltar o Lula , Toffoli não garantiu ao Capitão segurar a língua do Lula. 

Agora é só pauleira e o Capitão se fazendo de morto. 

Cadê os filhos, os já denominados zeros à esquerda, dantes tão ativos nas redes sociais.

Beneficiados com o Acordão, deverão ficar igual à passarinho na muda.

Aliás, a primeira reação de Bolsonaro, após o julgamento de quinta-feira no STF, foi proibir que os ministros do seu governo emitissem qualquer comentário a respeito da decisão do STF, que colocou o Lula fora da tranca. 

Só Bolsonaro dirigiu-se ao Lula, chamando de canalha e nada mais. 

Ontem, após o comício em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, Lula vinculou definitivamente o Capitão Bolsonaro ao grupo de bandidos  da milícia de Rio das Pedras, ao dizer que,  ele, Bolsonaro, foi eleito para governar para os brasileiros e não para milicianos. 

Agindo assim, Lula colocou a pedra no calcanhar de Aquiles, ops... Bolsonaro, que, de agora em diante, passará até o final do mandato se defendendo, dando uma de João sem braço. 

Ontem mesmo, quando questionado sobre as declarações de Lula o envolvendo com milicianos, Bolsonaro simplesmente disse à imprensa que, não iria fazer nenhum tipo de comentário. 

É isso. 

P S

O Acordão não passou de um tiro no pé, do Bolsonaro, logicamente. 

Pensando bem, como é que um presidente da República se submete a fazer um pacto com um cidadão (Dias Toffoli) que, o primeiro emprego que teve foi no governo, um cargo comissionado de assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, em 2003? 

É de lascar.

Em menos de 24 horas, Lula botou o Capitão nas cordas. 

O Capitão ao fazer o ACORDÃO com o Toffoli para soltar o Lula , Toffoli não garantiu ao Capitão segurar a língua do Lula. 

Agora é só pauleira e o Capitão se fazendo de morto. 

Cadê os filhos, os já denominados zeros à esquerda, dantes tão ativos nas redes sociais.

Beneficiados com o Acordão, deverão ficar igual à passarinho na muda.

Aliás, a primeira reação de Bolsonaro, após o julgamento de quinta-feira no STF, foi proibir que os ministros do seu governo emitissem qualquer comentário a respeito da decisão do STF, que colocou o Lula fora da tranca. 

Só Bolsonaro dirigiu-se ao Lula, chamando de canalha e nada mais. 

Ontem, após o comício em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, Lula vinculou definitivamente o Capitão Bolsonaro ao grupo de bandidos  da milícia de Rio das Pedras, ao dizer que,  ele, Bolsonaro, foi eleito para governar para os brasileiros e não para milicianos. 

Agindo assim, Lula colocou a pedra no calcanhar de Aquiles, ops... Bolsonaro, que, de agora em diante, passará até o final do mandato se defendendo, dando uma de João sem braço. 

Ontem mesmo, quando questionado sobre as declarações de Lula o envolvendo com milicianos, Bolsonaro simplesmente disse à imprensa que, não iria fazer nenhum tipo de comentário. 

É isso. 

P S

O Acordão não passou de um tiro no pé, do Bolsonaro, logicamente. 

Pensando bem, como é que um presidente da República se submete a fazer um pacto com um cidadão (Dias Toffoli) que, o primeiro emprego que teve foi no governo, um cargo comissionado de assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, em 2003? 

É de lascar.

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