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A liturgia do cargo

O ex-presidente, José Sarney, sempre se valia da expressão que encima este texto nos momentos mais difíceis do seu governo, para dizer à nação brasileira que, ao ser investido da mais importante função da República Federativa do Brasil, o cidadão ou a cidadã tem obrigatoriamente de se portar, no exercício do cargo, com a compostura e dignidade que o cargo requer.

Passadas essas três décadas, o que temos hoje a presenciar, são autoridades e ex- autoridades a trocarem insultos, até mesmo com palavreado de prostíbulos, deixando a população pasma diante de tanto despautério.

Os personagens mais destacados dessa canalhice são exatamente os dois principais protagonistas da cena política nacional que dia sim, outro também, se estapeiam verbalmente, o ex-presidente Lula e o atual Jair Bolsonaro.

Essa lenga-lenga, que deve se estender até 2022, é a única conclusão aceitável para tanto boquirrotismo desses dois personagens e a necessidade premente que eles sentem e julgam ser imprescindíveis para sobrevirem politicamente.

É lamentável.

O ex-presidente, José Sarney, sempre se valia da expressão que encima este texto nos momentos mais difíceis do seu governo, para dizer à nação brasileira que, ao ser investido da mais importante função da República Federativa do Brasil, o cidadão ou a cidadã tem obrigatoriamente de se portar, no exercício do cargo, com a compostura e dignidade que o cargo requer.

Passadas essas três décadas, o que temos hoje a presenciar, são autoridades e ex- autoridades a trocarem insultos, até mesmo com palavreado de prostíbulos, deixando a população pasma diante de tanto despautério.

Os personagens mais destacados dessa canalhice são exatamente os dois principais protagonistas da cena política nacional que dia sim, outro também, se estapeiam verbalmente, o ex-presidente Lula e o atual Jair Bolsonaro.

Essa lenga-lenga, que deve se estender até 2022, é a única conclusão aceitável para tanto boquirrotismo desses dois personagens e a necessidade premente que eles sentem e julgam ser imprescindíveis para sobrevirem politicamente.

É lamentável.

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