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Os superpoderes de Toffoli

Desde que , atendendo a uma solicitação do hoje senador Flávio Bolsonaro, o presidente do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, concedeu uma liminar suspendendo  todas as investigações que tinham dados fornecidos pelo antigo COAF, órgão da Receita Federal, que detém os dados de todos os contribuintes, os números até aqui impressionam.

São 700 Investigações paralisadas, Relatórios de Inteligência Financeira do antigo COAF, que auxiliaram operações da PF e da Receita Federal apenas em 2018, incluindo a força tarefa Lava Jato.

Relatórios de Inteligência Financeira produzidos pelo antigo COAF, até junho do corrente ano, todos eles com indícios de lavagem de dinheiro e outros crises, foram da ordem de 4.450.

Estão paralisados também, 5.495 pedidos de informações enviados ao novo órgão substituto do COAF, por órgãos de investigação como polícias, Ministérios Públicos, Justiça e Controladoria Geral da União.

Com o extinto COAF, transformado em UIF-Unidade de Inteligência Financeira, agora pertencente ao organograma do Banco Central do Brasil, esses dados foram avocados  pelo presidente do STF, Dias Toffoli, que em julho último determinou que ós órgãos de controle só poderiam compartilhar dados gerais, como a titularidade de contas e montantes globais movimentados , e não dados bancários detalhados.

Os malfeitores e delinquentes deste país, sejam eles, traficantes de drogas, como também,  os que roubam os impostos que pagamos que seriam destinados ao transporte escolar, a compra de medicamentos para hospitais públicos, ou o aumento de efetivo do aparelho policial civil e militar, todos esses genocidas daqui e do Brasil afora, devem estar exultantes com essa decisão do ministro Dias Toffoli, ao determinar que, só através de uma decisão monocrática de um juiz, dados financeiros que indiquem práticas criminosas, poderão ser acessados.

É isso.

Desde que , atendendo a uma solicitação do hoje senador Flávio Bolsonaro, o presidente do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, concedeu uma liminar suspendendo  todas as investigações que tinham dados fornecidos pelo antigo COAF, órgão da Receita Federal, que detém os dados de todos os contribuintes, os números até aqui impressionam.

São 700 Investigações paralisadas, Relatórios de Inteligência Financeira do antigo COAF, que auxiliaram operações da PF e da Receita Federal apenas em 2018, incluindo a força tarefa Lava Jato.

Relatórios de Inteligência Financeira produzidos pelo antigo COAF, até junho do corrente ano, todos eles com indícios de lavagem de dinheiro e outros crises, foram da ordem de 4.450.

Estão paralisados também, 5.495 pedidos de informações enviados ao novo órgão substituto do COAF, por órgãos de investigação como polícias, Ministérios Públicos, Justiça e Controladoria Geral da União.

Com o extinto COAF, transformado em UIF-Unidade de Inteligência Financeira, agora pertencente ao organograma do Banco Central do Brasil, esses dados foram avocados  pelo presidente do STF, Dias Toffoli, que em julho último determinou que ós órgãos de controle só poderiam compartilhar dados gerais, como a titularidade de contas e montantes globais movimentados , e não dados bancários detalhados.

Os malfeitores e delinquentes deste país, sejam eles, traficantes de drogas, como também,  os que roubam os impostos que pagamos que seriam destinados ao transporte escolar, a compra de medicamentos para hospitais públicos, ou o aumento de efetivo do aparelho policial civil e militar, todos esses genocidas daqui e do Brasil afora, devem estar exultantes com essa decisão do ministro Dias Toffoli, ao determinar que, só através de uma decisão monocrática de um juiz, dados financeiros que indiquem práticas criminosas, poderão ser acessados.

É isso.

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