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A Receita Federal na berlinda

As atitudes autoritárias do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, ao arrancar  dos arquivos do ex-Coaf, hoje UIF, vinculada ao Banco Central dados financeiros cadastrais de 600 mil brasileiros, constitui algo jamais visto neste país.

Há um mês , Dias Toffoli dispõe desses dados , tendo inclusive recebido a senha do Banco Central, para bisbilhotar a vida de qualquer um desses 600 mil brasileiros ao seu talante.

A imaginação dos brasileiros está à mil, tentando perscrutar as reais intenções do presidente do Supremo Tribunal Federal.

Como as coisas mudaram neste país nesses  últimos anos!

A Receita Federal era , até há bem pouco tempo , uma instituição de governo admirada e respeitada por todos os brasileiros, fruto de uma burocracia preparada e infensa à qualquer tipo de suspeitas por menor que elas fossem sobre a integridade dos seus servidores.

Com o advento da Operação Lava Jato, alguns nomes de servidores da Receita Federal, vieram à tona por determinados desvios de conduta no desempenho de suas funções, mais nada que pudesse arranhar a credibilidade daquele órgão público.

As Superintendências da Receita  Federal nos Estados por sinal,  nunca fizeram  parte do rateio , quando da distribuição de cargos entre senadores e deputados federais a cada novo governo.

Apesar de todo esse histórico de exemplo de bons serviços prestados à nação brasileira , a Receita Federal e seus órgãos auxiliares, passaram a ser objeto de perseguição do atual governo( extinção do COAF) e agora , com as atitudes autoritárias do presidente do STF, requisitando para uso próprio dados sobre a vida financeira de 600 mil brasileiros, tudo levando a crer que, interesses nem um pouco republicanos ,  estariam a presidir a um provável desmonte do órgão de governo de maior credibilidade no país.

A uma única conclusão a que podemos chegar é que;  há muito caroço (Acórdão) debaixo desse angu.

Mas, como sempre, a verdade haverá de prevalecer.

É isso.

As atitudes autoritárias do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, ao arrancar  dos arquivos do ex-Coaf, hoje UIF, vinculada ao Banco Central dados financeiros cadastrais de 600 mil brasileiros, constitui algo jamais visto neste país.

Há um mês , Dias Toffoli dispõe desses dados , tendo inclusive recebido a senha do Banco Central, para bisbilhotar a vida de qualquer um desses 600 mil brasileiros ao seu talante.

A imaginação dos brasileiros está à mil, tentando perscrutar as reais intenções do presidente do Supremo Tribunal Federal.

Como as coisas mudaram neste país nesses  últimos anos!

A Receita Federal era , até há bem pouco tempo , uma instituição de governo admirada e respeitada por todos os brasileiros, fruto de uma burocracia preparada e infensa à qualquer tipo de suspeitas por menor que elas fossem sobre a integridade dos seus servidores.

Com o advento da Operação Lava Jato, alguns nomes de servidores da Receita Federal, vieram à tona por determinados desvios de conduta no desempenho de suas funções, mais nada que pudesse arranhar a credibilidade daquele órgão público.

As Superintendências da Receita  Federal nos Estados por sinal,  nunca fizeram  parte do rateio , quando da distribuição de cargos entre senadores e deputados federais a cada novo governo.

Apesar de todo esse histórico de exemplo de bons serviços prestados à nação brasileira , a Receita Federal e seus órgãos auxiliares, passaram a ser objeto de perseguição do atual governo( extinção do COAF) e agora , com as atitudes autoritárias do presidente do STF, requisitando para uso próprio dados sobre a vida financeira de 600 mil brasileiros, tudo levando a crer que, interesses nem um pouco republicanos ,  estariam a presidir a um provável desmonte do órgão de governo de maior credibilidade no país.

A uma única conclusão a que podemos chegar é que;  há muito caroço (Acórdão) debaixo desse angu.

Mas, como sempre, a verdade haverá de prevalecer.

É isso.

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