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Piaui das trevas

Ainda em pleno regime militar, a Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese do Estado de São Paulo editou um livro, prefaciado pelo arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns, trazendo um apanhado do terror praticado contra todos aqueles que se insurgiram contra o regime político de exceção, que teve início em 31 de março de 1964.

A prática da tortura sempre foi considerada um ato abominável e animalesco  em todos os países ditos civilizados, independente do crime praticado, já que ao ser preso,  e passando a cumprir penalidades impostas pelo nosso ordenamento jurídico, o ser humano fica sob a guarda do Estado, responsável único pela integridade física do apenado.
Ficamos estarrecidos com as informações levadas ao conhecimento público através do jornalista Arimateia Azevedo, na sua coluna de hoje no Portal AZ, de costumeiras práticas de torturas praticadas contra detentos que cumprem pena no presídio Estadual localizado na cidade de Altos.

O mais infame nesse descalabro hediondo, em se confirmando as denúncias de familiares de que os óbitos, até aqui verificados, estariam sendo registrados tendo consequência da causa mortis a infecção por leptospirose e não devido aos maus tratos.

E o judiciário, Desembargador Sebastião Ribeiro Martins, o que tem a dizer?

PS
Um promotor público, cheio de dedos, vem ao proscênio neste instante, no PI TV, justificar todas as arbitrariedades ali praticadas , atribuindo o morticínio à bactérias que tomaram de conta do presídio.

Acaba não, mundão.

Ainda em pleno regime militar, a Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese do Estado de São Paulo editou um livro, prefaciado pelo arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns, trazendo um apanhado do terror praticado contra todos aqueles que se insurgiram contra o regime político de exceção, que teve início em 31 de março de 1964.

A prática da tortura sempre foi considerada um ato abominável e animalesco  em todos os países ditos civilizados, independente do crime praticado, já que ao ser preso,  e passando a cumprir penalidades impostas pelo nosso ordenamento jurídico, o ser humano fica sob a guarda do Estado, responsável único pela integridade física do apenado.
Ficamos estarrecidos com as informações levadas ao conhecimento público através do jornalista Arimateia Azevedo, na sua coluna de hoje no Portal AZ, de costumeiras práticas de torturas praticadas contra detentos que cumprem pena no presídio Estadual localizado na cidade de Altos.

O mais infame nesse descalabro hediondo, em se confirmando as denúncias de familiares de que os óbitos, até aqui verificados, estariam sendo registrados tendo consequência da causa mortis a infecção por leptospirose e não devido aos maus tratos.

E o judiciário, Desembargador Sebastião Ribeiro Martins, o que tem a dizer?

PS
Um promotor público, cheio de dedos, vem ao proscênio neste instante, no PI TV, justificar todas as arbitrariedades ali praticadas , atribuindo o morticínio à bactérias que tomaram de conta do presídio.

Acaba não, mundão.

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