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O Piauí da tortura

É inadmissível que algo que costumamos chamar de Poder Judiciário Piauiense, feche os olhos e não ponha à cobro, as reiteradas denuncias de animalescas torturas praticadas por agentes penitenciários contra presidiários recolhidos à Penitenciária Estadual localizada na Cidade de Altos.

A narrativa do pai de detento que veio à óbito, sobre o martírio praticado por esses monstros travestidos de agentes penitenciários contra o seu filho, requer a mais indignada repulsa da sociedade Piauiense. 

Não há nada mais abominável no planeta terra, do que a tortura física , principalmente quando praticada pelo Estado. 

Desembargador Sebastião Ribeiro Martins, presidente do Tribunal de Justiça, vossa excelência como representante maior do poder judiciário, tem o indeclinável dever e obrigação de vir ao proscênio, manifestar o seu repúdio e do Judiciário como um todo às barbaridades praticadas na penitenciária de Altos e as medidas já adotadas para estancar essa vergonhosa,   abominável e medieval prática criminosa , acontecendo impunemente em pleno século XXI no Estado do Piauí.

É isso.

É inadmissível que algo que costumamos chamar de Poder Judiciário Piauiense, feche os olhos e não ponha à cobro, as reiteradas denuncias de animalescas torturas praticadas por agentes penitenciários contra presidiários recolhidos à Penitenciária Estadual localizada na Cidade de Altos.

A narrativa do pai de detento que veio à óbito, sobre o martírio praticado por esses monstros travestidos de agentes penitenciários contra o seu filho, requer a mais indignada repulsa da sociedade Piauiense. 

Não há nada mais abominável no planeta terra, do que a tortura física , principalmente quando praticada pelo Estado. 

Desembargador Sebastião Ribeiro Martins, presidente do Tribunal de Justiça, vossa excelência como representante maior do poder judiciário, tem o indeclinável dever e obrigação de vir ao proscênio, manifestar o seu repúdio e do Judiciário como um todo às barbaridades praticadas na penitenciária de Altos e as medidas já adotadas para estancar essa vergonhosa,   abominável e medieval prática criminosa , acontecendo impunemente em pleno século XXI no Estado do Piauí.

É isso.

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