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Ministério da Educação, síntese de um desastre

A história republicana deste país nunca, jamais e em tempo algum, assistiu o desenrolar de uma crise no Ministério mais importante em qualquer país do mundo. 

Nesses dezoito meses de governo Bolsonaro, a ala Olavista (filhos e adeptos que seguem à risca a orientação de um ex-astrólogo brasileiro residente nos Estados Unidos, Olavo de Carvalho) no governo Bolsonaro, conseguiu alojar no Ministério da Educação dois elementos que, ao ocuparem tão relevantes funções em qualquer nação minimamente civilizada, a envergonharia. 

Wellez, o colombiano e Weintraub o paulista, desmoralizaram tudo o que já se tinha visto neste país, em termos de estupidez governamental. 

A última indicação para o cargo, um oficial da reserva da Marinha Brasileira, de nome Decotteli, patrocinou um show de patranhices ao apresentar como comprovação de capacitação para o exercício da função, um Currículo Lates com titulações acadêmicas que nunca conquistou ao longo da vida. 

Vamos aguardar até amanhã, como tem se noticiado nesta quinta-feira, que o presidente Bolsonaro não venha a escolher como quarto Ministro da Educação do seu governo, outra figura que não venha a envergonhar mais uma vez o povo brasileiro. 

É isso.

A história republicana deste país nunca, jamais e em tempo algum, assistiu o desenrolar de uma crise no Ministério mais importante em qualquer país do mundo. 

Nesses dezoito meses de governo Bolsonaro, a ala Olavista (filhos e adeptos que seguem à risca a orientação de um ex-astrólogo brasileiro residente nos Estados Unidos, Olavo de Carvalho) no governo Bolsonaro, conseguiu alojar no Ministério da Educação dois elementos que, ao ocuparem tão relevantes funções em qualquer nação minimamente civilizada, a envergonharia. 

Wellez, o colombiano e Weintraub o paulista, desmoralizaram tudo o que já se tinha visto neste país, em termos de estupidez governamental. 

A última indicação para o cargo, um oficial da reserva da Marinha Brasileira, de nome Decotteli, patrocinou um show de patranhices ao apresentar como comprovação de capacitação para o exercício da função, um Currículo Lates com titulações acadêmicas que nunca conquistou ao longo da vida. 

Vamos aguardar até amanhã, como tem se noticiado nesta quinta-feira, que o presidente Bolsonaro não venha a escolher como quarto Ministro da Educação do seu governo, outra figura que não venha a envergonhar mais uma vez o povo brasileiro. 

É isso.

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