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Coisas do Brasil

Era só o que faltava. Esse genro do Silvio Santos, um tal de Fábio Faria, agraciado com um Ministério das Comunicações, recriado só para agradar o sogro, vem à ribalta com uma bandeira que parece mais uma tábua de pirulito, propondo um armistício em nome do governo Bolsonaro, ao dizer em uma longa entrevista em O Globo deste domingo, que ninguém aguenta mais tanta briga. 

O sujeito prossegue dizendo que “O GOVERNO PRECISA DE PAZ PARA GOVERNAR, E AS PESSOAS TAMBÉM QUEREM PAZ”. Mais dissimulado, impossível.

Esse recado que o deputado federal Fábio Faria tenta passar para a população, na verdade, deveria ser endereçado a uma única pessoa, aquela que o orientou e o nomeou para ministro das comunicações, o presidente Jair Bolsonaro. Afinal, é ele, somente ele Bolsonaro, que não tendo uma única ideia para tirar o país dessa encalacrada em que se encontra, elegeu como estratégia de permanência no poder, o insulto, a tudo e a todos, num confronto diário, como forma até aqui vitoriosa, de incensar quase um terço dos eleitores  que ainda lhe emprestam apoio. 

Viver em um país onde um presidente eleito democraticamente por mais de 57 milhões de votos e depois descobrir-se que o eleito não tem a mínima noção do que seja a liturgia do cargo que ocupa e ter no confronto com aqueles que, ele presidente, elegeu como inimigos, torna-se a fórmula mais apropriada para jogar o país em um abismo dos mais profundos. 

É isso.

Era só o que faltava. Esse genro do Silvio Santos, um tal de Fábio Faria, agraciado com um Ministério das Comunicações, recriado só para agradar o sogro, vem à ribalta com uma bandeira que parece mais uma tábua de pirulito, propondo um armistício em nome do governo Bolsonaro, ao dizer em uma longa entrevista em O Globo deste domingo, que ninguém aguenta mais tanta briga. 

O sujeito prossegue dizendo que “O GOVERNO PRECISA DE PAZ PARA GOVERNAR, E AS PESSOAS TAMBÉM QUEREM PAZ”. Mais dissimulado, impossível.

Esse recado que o deputado federal Fábio Faria tenta passar para a população, na verdade, deveria ser endereçado a uma única pessoa, aquela que o orientou e o nomeou para ministro das comunicações, o presidente Jair Bolsonaro. Afinal, é ele, somente ele Bolsonaro, que não tendo uma única ideia para tirar o país dessa encalacrada em que se encontra, elegeu como estratégia de permanência no poder, o insulto, a tudo e a todos, num confronto diário, como forma até aqui vitoriosa, de incensar quase um terço dos eleitores  que ainda lhe emprestam apoio. 

Viver em um país onde um presidente eleito democraticamente por mais de 57 milhões de votos e depois descobrir-se que o eleito não tem a mínima noção do que seja a liturgia do cargo que ocupa e ter no confronto com aqueles que, ele presidente, elegeu como inimigos, torna-se a fórmula mais apropriada para jogar o país em um abismo dos mais profundos. 

É isso.

Fux, o desprestigiado Começo de reparação de uma injustiça