1. Blogs
  2. Murilo Noleto
  3. Rompimento de araque
Publicidade

Rompimento de araque

Deverá entrar para os anais da história política piauiense, o “rompimento” político entre o senador Ciro Nogueira e o governador Wellington Dias.

De início, tal fato atende às conveniências de momento do senador Ciro Nogueira, já que, vislumbrando a possibilidade de não ter o apoio do grupo petista liderado por Wellington Dias nas eleições de 2022, Ciro Nogueira finge um rompimento pois, todas as indicações de cargos e funções administrativas feitas por  Ciro Nogueira não serão molestadas, permanecendo o atual status quo. 

O projeto político de Wellington Dias contempla a vice-governadora, Regina Sousa, como sua sucessora natural nas eleições de 2022 e com a possibilidade de ser declarada pelo STF a inocência total e absoluta do ex-presidente Lula, tornando-o elegível, esse projeto político de Wellington Dias passa a fazer mais sentido ainda, fato esse que, aí sim, poderia selar de fato um rompimento entre Wellington Dias e Ciro Nogueira.

A esse respeito, o colunista Ascânio Seleme, na edição de O Globo deste sábado, anota “Lula inocente” diz ele :”Caberá ao Supremo decidir”. Mas o que até outro dia parecia ser um sonho dos petistas raiz, hoje soa como possibilidade real.  Se o Supremo entender que o ex-juiz Sérgio Moro foi parcial no julgamento do ex-presidente no caso de triplex do Guarujá, Lula terá sua condenação suspensa, seus direitos políticos restabelecidos e poderá disputar a eleição presidencial de 2022. Caso essa possibilidade se concretize, o tal rompimento não ocorreria. 

O senador Ciro Nogueira, como dono de um partido nacional, os Progressistas,  eleito presidente por aclamação dos seus pares e líder de um grupo de partidos denominados de Centrão, Ciro Nogueira continua detendo poderes de transitar com desenvoltura em qualquer governo da República, sejam eles de esquerda, centro, direita, como o fez nos governos Lula, Dilma e Temer levando a reboque, sob sua liderança, trinta e nove deputados federais e seis senadores, votando em peso nos projetos do governo no Congresso Nacional. 

Ao cerrar fileiras ao lado do Prefeito Firmino Filho nas eleições de novembro próximo, Ciro Nogueira abre o caminho rumo ao Palácio de Karnak para si ou para um preposto integrante do seu grupo político, isto é,  permanecendo as mesmas condições de temperatura e pressão na política estadual.

É isso.

Deverá entrar para os anais da história política piauiense, o “rompimento” político entre o senador Ciro Nogueira e o governador Wellington Dias.

De início, tal fato atende às conveniências de momento do senador Ciro Nogueira, já que, vislumbrando a possibilidade de não ter o apoio do grupo petista liderado por Wellington Dias nas eleições de 2022, Ciro Nogueira finge um rompimento pois, todas as indicações de cargos e funções administrativas feitas por  Ciro Nogueira não serão molestadas, permanecendo o atual status quo. 

O projeto político de Wellington Dias contempla a vice-governadora, Regina Sousa, como sua sucessora natural nas eleições de 2022 e com a possibilidade de ser declarada pelo STF a inocência total e absoluta do ex-presidente Lula, tornando-o elegível, esse projeto político de Wellington Dias passa a fazer mais sentido ainda, fato esse que, aí sim, poderia selar de fato um rompimento entre Wellington Dias e Ciro Nogueira.

A esse respeito, o colunista Ascânio Seleme, na edição de O Globo deste sábado, anota “Lula inocente” diz ele :”Caberá ao Supremo decidir”. Mas o que até outro dia parecia ser um sonho dos petistas raiz, hoje soa como possibilidade real.  Se o Supremo entender que o ex-juiz Sérgio Moro foi parcial no julgamento do ex-presidente no caso de triplex do Guarujá, Lula terá sua condenação suspensa, seus direitos políticos restabelecidos e poderá disputar a eleição presidencial de 2022. Caso essa possibilidade se concretize, o tal rompimento não ocorreria. 

O senador Ciro Nogueira, como dono de um partido nacional, os Progressistas,  eleito presidente por aclamação dos seus pares e líder de um grupo de partidos denominados de Centrão, Ciro Nogueira continua detendo poderes de transitar com desenvoltura em qualquer governo da República, sejam eles de esquerda, centro, direita, como o fez nos governos Lula, Dilma e Temer levando a reboque, sob sua liderança, trinta e nove deputados federais e seis senadores, votando em peso nos projetos do governo no Congresso Nacional. 

Ao cerrar fileiras ao lado do Prefeito Firmino Filho nas eleições de novembro próximo, Ciro Nogueira abre o caminho rumo ao Palácio de Karnak para si ou para um preposto integrante do seu grupo político, isto é,  permanecendo as mesmas condições de temperatura e pressão na política estadual.

É isso.

Fux, o desprestigiado Patéticos