Direto da Redação: só pode ser perseguição, Sílvio Mendes!

O que o senhor tem realmente contra os professores?

Imprensa: cobrar também é informar

Certa vez, o prefeito Sílvio Mendes disse, em entrevista, que a imprensa não gostava dele. Não é bem assim. O papel do jornalismo é cobrar o poder público, apontar problemas e levar à sociedade informações que possam contribuir para melhorar a cidade. O que está errado é assunto de todos. Os acertos também merecem registro, claro. Mas é natural que o erro chame mais atenção: quando algo funciona mal, há uma cobrança a ser feita. Imprensa que não incomoda o poder deixa de cumprir parte importante de sua função.

Foto: Reprodução
Prefeito de Teresina, Silvio Mendes

Prefeito Sílvio, cá pra nós!

O que o senhor tem realmente contra os professores? Sua formação como médico deve muito a eles. Parece que o senhor quer implementar uma “Silviocracia” com tecnocratas que não lhe ajudam em nada. A gente não vê comentários ou ações da Prefeitura voltados à saúde mental desses profissionais, um tema que hoje ganhou dimensão nacional. E por que esses trabalhadores ganham tão mal? São perguntas que precisam de respostas.

Foto: Reprodução

Sílvio Mendes: direitos pendentes

E o que está faltando para resolver as mudanças de nível, referências e pagamentos retroativos dos professores, que há tanto tempo deixam os educadores apreensivos? Inclusive, esses mesmos direitos podem se transformar em precatórios e onerar ainda mais os cofres públicos. São essas falhas que a imprensa aponta. Não é perseguição nem falta de simpatia: é cobrança diante de problemas que precisam ser resolvidos.

Foto: Jailson Soares/PMT
Silvio Mendes

SEMEC: pasmem!

Uma professora da rede municipal de Teresina, mãe de uma criança de apenas 1 ano e 4 meses, possui medida protetiva contra o ex-companheiro por violência doméstica. Para proteger a si e à filha, precisou deixar Teresina e retornar à cidade de origem. Para não perder o emprego, solicitou à SEMEC transferência para uma instituição pública de Oeiras, mas teve o pedido negado. Segundo a denunciante, caso algo aconteça com ela após um eventual retorno a Teresina, a SEMEC poderá ser responsabilizada. A questão merece uma resposta.

Foto: Reprodução

Violência doméstica: proteção também no trabalho

Nesta semana, medidas anunciadas pelo Governo Federal, com base em decisão do STF, ampliaram a proteção às mulheres vítimas de violência doméstica, incluindo mecanismos para preservar a segurança e a renda durante o afastamento determinado judicialmente. No serviço público federal, já existe previsão de remoção para servidoras nessa situação. O caso da professora de Teresina levanta uma questão: que alternativa pode ser oferecida para que uma mulher com medida protetiva possa preservar a própria segurança e a da filha sem perder o vínculo profissional?

Foto: SSP-PI
Patrulha Maria da Penha, no Piauí

Lei protege servidora

A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), em seu artigo 9º, § 2º, garante à mulher vítima de violência doméstica acesso prioritário à remoção quando é servidora pública. Em 2026, o STF também assegurou afastamento remunerado de até seis meses em determinadas situações. A medida busca preservar a segurança e o vínculo profissional da vítima. Isso foi falado na última entrevista no Flow com Lula.

IPMT: cotas esgotadas

Beneficiários do IPMT enfrentam dificuldade para conseguir atendimento psiquiátrico por falta de cotas disponíveis. Segundo informação recebida pelo Portal AZ, não há mais cotas para outubro e novos agendamentos só poderão ser feitos entre 26 e 31 de outubro, quando serão liberadas as cotas para novembro. O caso chama atenção porque quem precisa de atendimento médico não pode simplesmente esperar semanas pela abertura de uma vaga.

Foto: Reprodução

ORAÇÃO DO DIA!

Oi, Deus! Quero começar este dia dizendo que o Senhor é a minha força e tudo o que eu preciso. Às vezes, penso que preciso de tantas coisas, mas, na verdade, só preciso de Ti. Amém! 🙏🏻

Versículo do dia:
“Ainda que a minha mente e o meu corpo enfraqueçam, Deus é a minha força, ele é tudo de que sempre preciso.”
(Salmos 73,26)

BOM DIA! A PAZ DO SENHOR JESUS CRISTO 🙏

Bárbara, querida!

Impressiona a quantidade de manifestações - elogiosas - nos comentários favoráveis à médica Bárbara Arcoverde, do Sírio Libanês, por sua coparticipação em livro (Bastidores de UTI).

Foto: Reprodução
Médica Bárbara Arcoverde - destaque para o Piauí lá fora

Bom para o Piauí, muito bom.

Bárbara é responsável pelo capítulo 10, intitulado “Sinfonia”, no qual relata a experiência de acompanhar a perda inesperada de uma paciente jovem e saudável. No texto, a médica compara o trabalho das equipes de terapia intensiva a uma orquestra, destacando a integração entre os profissionais diante de situações de alta complexidade.

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