Direto da Redação: quantos dos deputados federais aderem a Bolsonaro!

Dos 10, apenas Júlio Arcoverde é bolsonarista, mas se espera adesões

Bancadas 1

A oposição a Lula só elegeu um congressista no Piauí, Júlio Arcoverde, do PP. Nove deputados federais e três senadores são, ao menos no momento eleitoral, da base de Lula.

A pergunta que já anda sendo feita em tudo quanto é lugar: com Flávio Bolsonaro (PL) favorito a bater o atual presidente, quanto tempo se vai levar para que parte dos onze congressistas aliados ao PT mudem de lado?

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Até agora da bancada de 10 parlamentares somente Júlio Arcoverde (PP) diz votar em Bolsonaro

As bancadas 2

O PT, com sua federação, que tem PV e PCdoB, elegeu quatro deputados: três petistas e um que ninguém sabe definir ideologicamente o que seja, o delegado Charles Pessoa, filiado ao Partido Verde.

Foto: Reprodução
Delegado Charles Pessoa

A se repetir o que deu com outro “verde” antes eleito nesse arranjo, Jadyel Alencar, Charles é daqueles que podem migrar para outro espectro ideológico caso se confirme a cada vez mais provável eleição de Flávio Bolsonaro.

As bancadas 3

Isso significa, então, que, com uma vitória do senador fluminense sobre Lula, haja uma migração dos congressistas eleitos pela base lulista no Estado para um governo de direita ou, como diz Fábio Novo, de extrema direita.

Movimentação

Vejamos o seguinte: o Republicanos de Jadyel Alencar, reeleito deputado estadual, é o mesmo de Tarcísio de Freitas, governador reeleito de São Paulo. Foi para Flávio por gravidade. No Piauí, fica com o PT porque tem interesses locais que quer ver atendidos.

O partido tem 41 deputados e deve compor uma futura base num governo bolsonarista.

Vem pra cá

O MDB deve anunciar nesta semana que a maioria dos diretórios estaduais estará a favor da candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial. A articulação é liderada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, segundo fontes próximas a ele e ao presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, deputado reeleito por São Paulo.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Tarcísio de Freitas

No Piauí, o MDB vai de Lula, mas, passada a eleição e sendo Flávio vitorioso, o MDB pode fazer o que mais naturalmente faz: aderir ao governo de turno.

Sobre isso, já se diz que Marcelo não precisa nem comprar o paletó.

PSD

O PSD é outro que fica no Piauí com Lula. O partido anunciou neutralidade na campanha de segundo turno, ou seja, liberou os diretórios estaduais para agir como quiserem.

Só que, com uma vitória de Flávio Bolsonaro, já tem uma bolsa de apostas para cravar em quanto tempo o senador eleito pelo partido no Piauí, Júlio César Lima, deixa de ser o Julim do Lula para virar Julim do Flávio.

Sai, sai

Júlio César não esconde que está fazendo de tudo para apagar esse nome, Julim do Lula.

Não precisa mais, já ganhou.

Foto: Reprodução
Júlio César Lima

100 mil votos

Mesmo sem eventos programados ou anunciados, partidos de apoio a Flávio Bolsonaro no Piauí (PP, União e PL) esperam que o candidato some pelo menos mais 100 mil votos sobre o resultado do primeiro turno.

O número projetado corresponde à soma dos votos dados aos candidatos Augusto Cury (47,6 mil), Renan Santos (32,2 mil), Ronaldo Caiado (21,6 mil) e Romeu Zema (1,3 mil).

Júlio César está fazendo de tudo para remover o apelido “Julim do Lula”.

Acha que, a partir de agora, o epíteto só o atrapalha.

De fato, para quem foi bolsonarista, a hora agora é mudar de lado e se ajeitar com o filho do capitão.

Estados Unidos

A possibilidade de interferência dos Estados Unidos entrou no radar da Polícia Federal. Segundo informações divulgadas pela Reuters em 4 de outubro, a apuração envolve suspeita de financiamento externo de uma agenda política. O caso ainda é preliminar. O TSE, por sua vez, afirmou não ter identificado risco concreto de interferência estrangeira. O assunto exige transparência e investigação.

Foto: Roberto Schmidt/ AFP

Suplente, sempre suplente

Quem está eleito fica apavorado. Merlong Solano (PT), apesar dos 78.499 votos para deputado federal, não se elegeu: terminou como suplente.

Merlong já assumiu com a morte de quem estava na frente.

Tenebroso.

Foto: Reprodução
Merlong Solano

Energia

A oscilação no fornecimento de energia elétrica tem provocado reclamações frequentes em Oeiras e outros municípios do interior do Piauí. Moradores relatam interrupções constantes e equipamentos danificados. A população também enfrenta o calor extremo, que aumenta a dependência de ventiladores e aparelhos de refrigeração. Entre as possíveis causas a investigar estão a insuficiência de transformadores e a falta de poda adequada da vegetação próxima à rede. A Equatorial precisa esclarecer o problema e apresentar soluções.

Arborização

Municípios do interior do Estado do Piauí precisam ampliar a arborização urbana. Árvores e plantas ajudam a reduzir o calor, oferecem sombra e melhoram a qualidade de vida. Para isso, as prefeituras devem plantar espécies adequadas ao clima, recuperar áreas verdes e cuidar das árvores já existentes, com podas técnicas quando necessárias. É preciso, ainda, preservar fontes de água e criar mais espaços verdes em praças, ruas e avenidas. Diante das temperaturas extremas, arborizar as cidades não é luxo: é uma medida de saúde pública.

Calor

Teresina precisa investir na criação de espaços públicos preparados para enfrentar as altas temperaturas. Praças, mercados públicos e áreas de convivência devem contar com arborização, sombra, fontes de água e ambientes climatizados para acolher a população nos períodos de calor extremo.

Foto: Pedro Victor / g1

Teresina: áreas verdes

A cidade também precisa ampliar as áreas verdes e recuperar espaços degradados. Reduzir os efeitos das altas temperaturas é uma questão de saúde pública, especialmente para idosos, crianças e pessoas vulneráveis.

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