Rafael se fortalece
O nome de Rafael Fonteles, governador reeleito do Piauí, se fortalece para a pasta da Fazenda, apesar do fogo amigo no PT.
No mercado financeiro, informa o colunista Lauro Jardim, de O Globo, que o piauiense é percebido como “um novo Palocci”. No mundo político, informa a Folha de São Paulo, três luminares do PT, Camilo Santana, Aloísio Mercadante e Rui Costa Pimenta, apoiam o nome de Rafael Fonteles para a Fazenda.
O mercado
Segundo informa o colunista Lauro Jardim, gestores e banqueiros da Faria Lima que apostam em Rafael Fonteles como ministro da Fazenda do Lula 4 veem nele uma espécie de novo Antonio Palocci do PT.
Perfil
Nessa perspectiva, o governador reeleito do Piauí seria alguém que entende o funcionamento da economia de mercado, mas também é um político que saberá trafegar com habilidade pelo Congresso e em negociações difíceis.
Sem vícios
Também se avalia que Fonteles não teria os vícios que levaram Palocci à prisão e ao desterro da política.
Núcleo duro
Na sua edição deste sábado, a Folha de São Paulo informa que um auxiliar de Lula, ouvido sob condição de anonimato, afirma que, passadas as eleições, o núcleo do PT mais próximo do presidente é composto por Rui Costa, senador reeleito pela Bahia, Camilo Santana, senador pelo Ceará, Aloísio Mercadante, presidente do BNDES, e Edinho Silva, atual presidente do partido.
ORAÇÃO DO DIA!
Oi, Deus! Neste último dia do mês de outubro, eu só quero Te agradecer por ter me sustentado até aqui. Gratidão por tudo de bom que aconteceu, pelas bênçãos recebidas, pelas vitórias silenciosas, pelas orações atendidas, pelos aprendizados e também pelos livramentos. Que novembro seja um mês incrivelmente abençoado, leve e próspero. Amém! 🙏🏻
Versículo do dia:
“O Senhor Deus é a nossa luz e o nosso escudo. Ele ama e honra os que fazem o que é certo e lhes dá tudo o que é bom.”
(Salmos 84,11)
Bom dia! A PAZ do Senhor Jesus Cristo amém 🙏
Tesouraço
O PT que gosta de gastar segue nos bombardeios a Rafael Fonteles. Segundo a Folha, Fonteles termina a semana sob fogo amigo de integrantes do próprio partido, que exploram a preferência de setores do mercado financeiro por seu nome como um risco de que ele vá patrocinar um “tesouraço” nas despesas, nos moldes do ajuste fiscal prometido pela equipe do candidato derrotado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Quem?
Diz a Folha que dois dos principais líderes dos ataques internos a Rafael partem do ex-diretor-executivo do FMI (Fundo Monetário Internacional) Paulo Nogueira Batista e de Guido Mantega, que foi ministro da Fazenda de Dilma Rousseff, alvo de impeachment sob a desculpa de gastos não autorizados pelo Congresso.
Preparando o terreno 1
Para o jornal paulista, Rafael se antecipou à pressão do PT e deu entrevista à própria Folha em que defendeu um governo mais ousado para melhorar a vida do povo, sem perder de vista a responsabilidade fiscal.
Preparando o terreno 2
O governador reeleito do Piauí manteve as mesmas posições em entrevistas a outros jornais, nas quais repetiu o receituário, o que é percebido pelo entorno de Lula como uma fala alinhada com o pensamento do presidente, que quer dar mais “frescor” ao seu próximo mandato em resposta às demandas dos seus eleitores.
Mercado
Diz ainda o jornal paulista que “aos olhos do mercado financeiro, Fonteles é o melhor nome no momento dentro do PT, por ter uma formação econômica, de acordo com um executivo de uma grande instituição financeira, que considera que há muitos advogados no time econômico de Lula atual”.
Favoritismo
A Folha enxerga favoritismo de Rafael Fonteles porque ele seria bem aceito pelo mercado financeiro.
Diz o jornal que o presidente Lula tem sinalizado, em conversas com aliados, que o nome do futuro ministro terá crédito com o mercado financeiro e agradará a empresários — o que tem sido interpretado como um reforço ao favoritismo de Fonteles, nome que tem tido aceitação entre os representantes da Faria Lima.
Críticas
Ainda segundo a Folha, “o governador do Piauí também teria conhecimento técnico para rebater críticas que já surgem contra o governo por causa dos novos tributos aprovados pela reforma tributária, uma vez que ele participou dos debates para a aprovação da medida no Congresso.”