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Governo libera quase R$ 2 bilhões em créditos do Fundo Constitucional para o Piauí

O valor direcionado ao estado é referente a 10% do total de R$ 19 bilhões

O Governo Federal liberou para o Piauí aproximadamente R$ 2 bilhões em créditos dos Fundos Constitucionais. O recurso é administrado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e concedido por meio dos bancos públicos. O montante total destinado às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste será de R$ 46,3 bilhões.

O valor direcionado ao estado será referente a 10% do total de R$ 19 bilhões do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que serão diretamente destinados a investimentos nas unidades federativas da região.

Recursos são administrados pelo MDR e concedidos por bancos públicos( Foto: reprodução/ MDR) 

Desse valor 5% vai para Alagoas; 21% para a Bahia; 14% ao Ceará; 10% ao Maranhão; 6% para a Paraíba; 14% para Pernambuco; 10% ao Piauí; 6% para o Rio Grande do Norte; e 5% para Sergipe.  Ainda dessa quantia, o Governo vai liberar 3% para o Espírito Santo e 6% para Minas Gerais. 

O setor de infraestrutura nordestino terá acesso a R$ 10,23 bilhões. Os valores poderão ser utilizados, por exemplo, em plantas de geração de energia elétrica renovável e construção de estradas e ferrovias.

Os valores devem investidos em setores como agricultura, pecuária, indústria, agroindústria, turismo, comércio, serviços e infraestrutura. A prioridade de acesso aos recursos é voltada a atividades produtivas de mini, micro, pequenos e pequenos-médios produtores – rurais e urbanos – nos nove estados nordestinos e no norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. A somatória da quantia para essas áreas é de  R$ 29,3 bilhões. 

Para o Norte, serão disponibilizados R$ 9,9 bilhões. Pela projeção do Fundo Constitucional de Financiamento para a região, o FNO, o Pará terá acesso a R$ 2,92 bilhões em 2020. Tocantins será o destino de R$ 2,12 bilhões e Rondônia ficará com R$ 2,04 bilhões. Por sua vez, empreendedores do Amazonas terão R$ 1,64 bilhão. Acre, Amapá e Roraima contarão com R$ 491,64 milhões cada.

Entre as principais linhas de crédito disponíveis, está o Programa de Financiamento em Apoio à Infraestrutura (FNO-Infra), destinada a fomentar empreendimentos deste tipo na região. Os interessados poderão acessar até R$ 2,97 bilhões.

Já o Centro-Oeste contará com R$ 7,1 bilhões a serem contratados via FCO, o Fundo Constitucional para a região. A previsão de aplicação dos recursos será orientada pelo percentual de referência de 10% para o Distrito Federal, 33% para Goiás e Mato Grosso e 24% para o Mato Grosso do Sul. A maior parcela dos valores destina-se ao agronegócio, enquanto o setor de infraestrutura na região poderá acessar R$ 296 milhões.

Condições 

Os Fundos Constitucionais foram criados para implementar a política de desenvolvimento regional. As operações de crédito possibilitam o financiamento de projetos para abertura do próprio negócio, investimentos para expansão das atividades, aquisição de estoque e até para custeio de gastos gerais relacionados à administração – aluguel, folha de pagamento, despesas com água, energia e telefone.

Para o setor rural, as taxas de juros são as mais baixas de mercado e contemplam agricultores familiares por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Para ter acesso ao financiamento, interessados devem procurar os bancos públicos operadores do crédito: o Banco do Brasil atende o Centro-Oeste, o Banco do Nordeste é o responsável na região homônima, enquanto o Banco da Amazônia opera na região Norte.

O Governo Federal liberou para o Piauí aproximadamente R$ 2 bilhões em créditos dos Fundos Constitucionais. O recurso é administrado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e concedido por meio dos bancos públicos. O montante total destinado às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste será de R$ 46,3 bilhões.

O valor direcionado ao estado será referente a 10% do total de R$ 19 bilhões do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que serão diretamente destinados a investimentos nas unidades federativas da região.

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Recursos são administrados pelo MDR e concedidos por bancos públicos( Foto: reprodução/ MDR) 

Desse valor 5% vai para Alagoas; 21% para a Bahia; 14% ao Ceará; 10% ao Maranhão; 6% para a Paraíba; 14% para Pernambuco; 10% ao Piauí; 6% para o Rio Grande do Norte; e 5% para Sergipe.  Ainda dessa quantia, o Governo vai liberar 3% para o Espírito Santo e 6% para Minas Gerais. 

O setor de infraestrutura nordestino terá acesso a R$ 10,23 bilhões. Os valores poderão ser utilizados, por exemplo, em plantas de geração de energia elétrica renovável e construção de estradas e ferrovias.

Os valores devem investidos em setores como agricultura, pecuária, indústria, agroindústria, turismo, comércio, serviços e infraestrutura. A prioridade de acesso aos recursos é voltada a atividades produtivas de mini, micro, pequenos e pequenos-médios produtores – rurais e urbanos – nos nove estados nordestinos e no norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. A somatória da quantia para essas áreas é de  R$ 29,3 bilhões. 

Para o Norte, serão disponibilizados R$ 9,9 bilhões. Pela projeção do Fundo Constitucional de Financiamento para a região, o FNO, o Pará terá acesso a R$ 2,92 bilhões em 2020. Tocantins será o destino de R$ 2,12 bilhões e Rondônia ficará com R$ 2,04 bilhões. Por sua vez, empreendedores do Amazonas terão R$ 1,64 bilhão. Acre, Amapá e Roraima contarão com R$ 491,64 milhões cada.

Entre as principais linhas de crédito disponíveis, está o Programa de Financiamento em Apoio à Infraestrutura (FNO-Infra), destinada a fomentar empreendimentos deste tipo na região. Os interessados poderão acessar até R$ 2,97 bilhões.

Já o Centro-Oeste contará com R$ 7,1 bilhões a serem contratados via FCO, o Fundo Constitucional para a região. A previsão de aplicação dos recursos será orientada pelo percentual de referência de 10% para o Distrito Federal, 33% para Goiás e Mato Grosso e 24% para o Mato Grosso do Sul. A maior parcela dos valores destina-se ao agronegócio, enquanto o setor de infraestrutura na região poderá acessar R$ 296 milhões.

Condições 

Os Fundos Constitucionais foram criados para implementar a política de desenvolvimento regional. As operações de crédito possibilitam o financiamento de projetos para abertura do próprio negócio, investimentos para expansão das atividades, aquisição de estoque e até para custeio de gastos gerais relacionados à administração – aluguel, folha de pagamento, despesas com água, energia e telefone.

Para o setor rural, as taxas de juros são as mais baixas de mercado e contemplam agricultores familiares por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Para ter acesso ao financiamento, interessados devem procurar os bancos públicos operadores do crédito: o Banco do Brasil atende o Centro-Oeste, o Banco do Nordeste é o responsável na região homônima, enquanto o Banco da Amazônia opera na região Norte.