Párias sociais

Professores substitutos, contratados diretamente pela Secretaria da Educação, têm-se queixado de atrasos no pagamento de seus salários. Ademais, eles ainda percebem menos que os professores efetivos (aqueles admitidos no Estado por concurso) e não fazem jus a integralidade de férias e décimo-terceiro salário. Esses profissionais estão hoje vivendo em um limbo jurídico. Não são regidos integralmente pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que lhes garante, por exemplo, o recolhimento de obrigações sociais como FGTS e PIS.

Leia mais na coluna do jornalista Arimatéia Azevedo

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