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Sindjor-PI e Fenaj repudiam prisão de Arimatéia Azevedo e afirmam: “perseguição está escancarada”

Colunista do Portal AZ segue preso na penitenciária Irmão Guido em Teresina

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí (Sindjor-PI) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) lamentaram, condenaram e repudiaram veemente a prisão do jornalista Arimatéia Azevedo. O colunista do Portal AZ encontra-preso na penitenciária Irmão Guido em Teresina desde quinta-feira (07). Sem provas concretas, Azevedo está sendo acusado de ter cometido suposto crime de extorsão. 

Sindjor-PI e Fenaj repudiam prisão de Arimatéia Azevedo e afirmam: “perseguição está escancarada” (Foto: Portal AZ)

Em nota, divulgada nas redes sociais, o Sindjor e Fenaj destacaram a perseguição que o jornalista Arimatéia Azevedo vem sofrendo por denunciar falcatruas de poderosos que atuam nos subterrâneos do poder. 

“Vítima de uma nova farsa jurídica, Arimatéia Azevedo foi preso na manhã de quinta-feira, sem que tenha cometido crime algum. Não é a primeira que o profissional é preso sem justa causa e humilhado publicamente para puro deleite e prazer sádico dos seus algozes”, diz trecho da nota.

O sindicato e a federação pontuaram ainda que Arimatéia foi preso, apenas com base em um print, que “não prova nada contra o jornalista”. Na quinta (07), o advogado de defesa Paulo Germano também destacou que não há provas que liguem o colunista do Portal AZ ao suposto crime de extorsão. 

“A evidência da perseguição está escancarada, afinal processos levam anos para serem julgados no Piauí e, no caso em tela, tudo foi arrumado para que a prisão fosse efetuada em tempo recorde”, afirmam Sindjor-PI e Fenaj.

Ainda em nota, o sindicato e a federação citaram o caso da jornalista e advogada Carol Jericó, que assina blog no Portal AZ. Ela também está sofrendo ameaças. Na madrugada de quinta-feira (7), mesmo dia da prisão de Arimatéia, um carro preto, com homens armados, foi visto parado em frente à residência da jornalista. 

“Em vídeo, Carol Jericó denunciou o fato e comunicou que estava deixando o Piauí com medo de ser morta. Ela alertou que o jornalista Petrus Evelym, editor do portal “O Piauiense”, que faz frequentes denúncias sobre as sangrias aos cofres públicos piauienses, também corre risco de via”. 

Diante disso, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí afirmou que vai denunciar os fatos publicamente e conclamar a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) para que levem adiante esse “quadro de horror e terror instalado no Piauí contra a liberdade de imprensa”.

Veja abaixo a nota na íntegra:

Nota de Repúdio

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí - Sindjor-PI e a Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj lamenta, condena e repudia veemente as ameaças, agressões e prisões sofridas por profissionais no pleno exercício do jornalismo. 

O exercício da profissão de jornalista é uma das atividades de maior risco em todo o mundo, mas no Brasil e, em especial, em estados atrasados como o Piauí. 

Exemplo inequívoco disso é a implacável perseguição que vem sofrendo o jornalista Arimatéia Azevedo, dono do Portalaz, um dos poucos profissionais da imprensa local que ousa denunciar as falcatruas dos poderosos que atuam nos subterrâneos do PODER.

Vítima de uma nova farsa jurídica, Arimatéia Azevedo foi preso na manhã de quinta-feira (07/10), sem que tenha cometido crime algum. Não é a primeira que o profissional é preso sem justa causa e humilhado publicamente para puro deleite e prazer sádico dos seus algozes.

Desta vez, montaram uma farsa e com base em um print, que não prova nada contra o jornalista, e rapidamente a sua prisão foi decretada. A evidência da perseguição está escancarada, afinal processos levam anos para serem julgados no Piauí e, no caso em tela, tudo foi arrumado para que a prisão fosse efetuada em tempo recorde.

A jornalista e advogada Carol Jericó, que assina blog no Portal Az, também é alvo dessa trama criminosa que tenta silenciar aqueles que fazem jornalismo investigativo no Piauí. Na madrugada de quinta-feira (7), mesmo dia da prisão de Arimatéia, um carro preto, com homens armados, foi visto parado em frente à residência da jornalista. Sem proteção e temendo sofrer um atentado, ela saiu do Estado.

Em vídeo, Carol Jericó denunciou o fato e comunicou que estava deixando o Piauí com medo de ser morta. Ela alertou que o jornalista Petrus Evelym, editor do portal “O Piauiense”, que faz frequentes denúncias sobre as sangrias aos cofres públicos piauienses, também corre risco de via.  

Diante de tudo isso, só resta ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí denunciar os fatos publicamente e conclamar a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) para que levem adiante esse quadro de horror e terror instalado no Piauí contra a liberdade de imprensa.
Viva a liberdade de Imprensa e de expressão!

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí e  Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj

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O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí (Sindjor-PI) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) lamentaram, condenaram e repudiaram veemente a prisão do jornalista Arimatéia Azevedo. O colunista do Portal AZ encontra-preso na penitenciária Irmão Guido em Teresina desde quinta-feira (07). Sem provas concretas, Azevedo está sendo acusado de ter cometido suposto crime de extorsão. 

Sindjor-PI e Fenaj repudiam prisão de Arimatéia Azevedo e afirmam: “perseguição está escancarada” (Foto: Portal AZ)

Em nota, divulgada nas redes sociais, o Sindjor e Fenaj destacaram a perseguição que o jornalista Arimatéia Azevedo vem sofrendo por denunciar falcatruas de poderosos que atuam nos subterrâneos do poder. 

“Vítima de uma nova farsa jurídica, Arimatéia Azevedo foi preso na manhã de quinta-feira, sem que tenha cometido crime algum. Não é a primeira que o profissional é preso sem justa causa e humilhado publicamente para puro deleite e prazer sádico dos seus algozes”, diz trecho da nota.

O sindicato e a federação pontuaram ainda que Arimatéia foi preso, apenas com base em um print, que “não prova nada contra o jornalista”. Na quinta (07), o advogado de defesa Paulo Germano também destacou que não há provas que liguem o colunista do Portal AZ ao suposto crime de extorsão. 

“A evidência da perseguição está escancarada, afinal processos levam anos para serem julgados no Piauí e, no caso em tela, tudo foi arrumado para que a prisão fosse efetuada em tempo recorde”, afirmam Sindjor-PI e Fenaj.

Ainda em nota, o sindicato e a federação citaram o caso da jornalista e advogada Carol Jericó, que assina blog no Portal AZ. Ela também está sofrendo ameaças. Na madrugada de quinta-feira (7), mesmo dia da prisão de Arimatéia, um carro preto, com homens armados, foi visto parado em frente à residência da jornalista. 

“Em vídeo, Carol Jericó denunciou o fato e comunicou que estava deixando o Piauí com medo de ser morta. Ela alertou que o jornalista Petrus Evelym, editor do portal “O Piauiense”, que faz frequentes denúncias sobre as sangrias aos cofres públicos piauienses, também corre risco de via”. 

Diante disso, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí afirmou que vai denunciar os fatos publicamente e conclamar a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) para que levem adiante esse “quadro de horror e terror instalado no Piauí contra a liberdade de imprensa”.

Veja abaixo a nota na íntegra:

Nota de Repúdio

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí - Sindjor-PI e a Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj lamenta, condena e repudia veemente as ameaças, agressões e prisões sofridas por profissionais no pleno exercício do jornalismo. 

O exercício da profissão de jornalista é uma das atividades de maior risco em todo o mundo, mas no Brasil e, em especial, em estados atrasados como o Piauí. 

Exemplo inequívoco disso é a implacável perseguição que vem sofrendo o jornalista Arimatéia Azevedo, dono do Portalaz, um dos poucos profissionais da imprensa local que ousa denunciar as falcatruas dos poderosos que atuam nos subterrâneos do PODER.

Vítima de uma nova farsa jurídica, Arimatéia Azevedo foi preso na manhã de quinta-feira (07/10), sem que tenha cometido crime algum. Não é a primeira que o profissional é preso sem justa causa e humilhado publicamente para puro deleite e prazer sádico dos seus algozes.

Desta vez, montaram uma farsa e com base em um print, que não prova nada contra o jornalista, e rapidamente a sua prisão foi decretada. A evidência da perseguição está escancarada, afinal processos levam anos para serem julgados no Piauí e, no caso em tela, tudo foi arrumado para que a prisão fosse efetuada em tempo recorde.

A jornalista e advogada Carol Jericó, que assina blog no Portal Az, também é alvo dessa trama criminosa que tenta silenciar aqueles que fazem jornalismo investigativo no Piauí. Na madrugada de quinta-feira (7), mesmo dia da prisão de Arimatéia, um carro preto, com homens armados, foi visto parado em frente à residência da jornalista. Sem proteção e temendo sofrer um atentado, ela saiu do Estado.

Em vídeo, Carol Jericó denunciou o fato e comunicou que estava deixando o Piauí com medo de ser morta. Ela alertou que o jornalista Petrus Evelym, editor do portal “O Piauiense”, que faz frequentes denúncias sobre as sangrias aos cofres públicos piauienses, também corre risco de via.  

Diante de tudo isso, só resta ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí denunciar os fatos publicamente e conclamar a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) para que levem adiante esse quadro de horror e terror instalado no Piauí contra a liberdade de imprensa.
Viva a liberdade de Imprensa e de expressão!

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí e  Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj

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