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Quase duas décadas depois, filme sobre parques do semiárido brasileiro continua atual

Patrimônios da Caatinga revela a grande biodiversidade da Serra da Capivara e da Serra das Confusões

Com as labaredas das queimadas se espalhando por quase todo o território brasileiro, colocando em perigo, inclusive, a Caatinga, um dos ambientes naturais mais sensíveis do mundo, um filme lançado sobre esse conjunto de ecossistemas exclusivos do semiárido nordestino, no já longínquo ano de 2003, 17 anos atrás, acaba de ser disponibilizado gratuitamente através da plataforma YouTube.

Cineasta Toni Nogueira, aos 72 anos, no Piauí. Profissão passou por mudanças tecnológicas ao longo dos anos. (Foto: André Pessoa)

Coordenado e financiado pela Rede Sesc/Senac (STV), e produzido pela empresa DGT Filmes, de São Paulo, que escalou o cineasta Toni Nogueira para dirigir as filmagens no interior do Piauí, o documentário foi veiculado no país inteiro através da TV Escola por mais de uma década ininterrupta e, agora, está disponível, na íntegra, na rede mundial de computadores.

Fotógrafo André Pessoa fez a produção do documentário Patrimônios da Caatinga em 2003 e teve participação na criação do Parque Nacional da Serra das Confusões. (Foto Júlio Filho)

Através da internet o objetivo dos produtores é contribuir para disseminar o ainda escasso conhecimento disponível sobre a Caatinga, principalmente em períodos de fumegantes ameaças com as iminentes queimadas nessa época do ano. O filme ajudou na divulgação das riquezas naturais da Caatinga, fazendo história ao destacar o ambiente conhecido, ate então, como o “patinho feio" da natureza brasileira.
 
“Revendo o documentário 17 anos depois, ficamos impactados como ele é contemporâneo, até à frente do seu tempo com o uso de tecnologias inovadoras e destacando, quase como uma voz em uníssono, esse ambiente natural nativo do Brasil”, explicou Toni Nogueira, profissional que assina a direção e fotografia do documentário, e que no ano passado recebeu a Comenda Serra da Capivara durante as comemorações pelos 40 anos de criação da unidade de conservação.

Patrimônios da Caatinga revela a grande biodiversidade da Serra da Capivara e da Serra das Confusões (Foto: André Pessoa)

Antes de gravar no sertão do Piauí, a equipe da DGT Filmes trouxe na bagagem a experiência de ter realizado diversos documentários na Ásia, em especial na Índia, Irãn, Afeganistão, Paquistão e outros países do Oriente. O jornalista mineiro Sérgio Túlio Caldas, que assina a direção do filme, escreveu os textos e faz a apresentação do documentário, tem longo trabalho com a publicação de livros, reportagens em revistas, jornais e sites nacionais e internacionais, além de documentários audiovisuais.

Relíquias do Nordeste

O documentário “Patrimônios da Caatinga” apresenta a beleza e importância natural, cultural e científica dos parques nacionais da Serra da Capivara (129 mil hectares), e Serra das Confusões (825 mil hectares), ambos localizados no sertão do Piauí, no chamado polígono das secas, uma das regiões com menor infraestrutura do país e bastante afetada pelas estiagens anuais que empobrecem a sua população. Sem outra opção, seus moradores passam a utilizar os escassos recursos desse ambiente, como por exemplo a matriz energética oriunda de madeira nativa.

Declarado pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade, o Parque Nacional da Serra da Capivara é apresentado no filme pela arqueóloga Niéde Guidon, responsável pelas pesquisas multidisciplinares que acontecem na região e que deram destaque mundial a reserva da Caatinga. Guidon explica as descobertas arqueológicas e discorre didaticamente sobre a riqueza natural do sertão piauiense.

Já o Parque Nacional da Serra das Confusões, que na época da gravação do documentário, início de 2003, tinha 525 mil hectares que foram ampliados em 2008 para 825 mil, é apresentado pelo jornalista, produtor cinematográfico e fotógrafo, André Pessoa (51), na época com 34 anos, como um espaço natural ainda desconhecido pela ciência e grande público.

Fotografia para conservação

Um dos destaques desse filme é o registro da importância e do papel da fotografia na criação da maior unidade de conservação federal do semiárido brasileiro. Foi o trabalho ininterrupto de anos de documentação da área feito pelo repórter fotográfico André Pessoa e sua equipe de colaboradores, na maior parte dos casos, mateiros, guias e moradores locais, que despertou nas autoridades de Brasília a importância de se criar o parque nacional.

Patrimônios da Caatinga revela a grande biodiversidade da Serra da Capivara (Foto: André Pessoa)

O "sonho" se concretizou com o decreto assinado nos jardins do Palácio da Alvorada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), na tarde de 21 de setembro de 1998, Dia da Árvore. Como não poderia ser diferente, Pessoa estava no local registrando tudo com a sua máquina fotográfica. “Naquele momento cai na real. Ali estava sendo garantida para as novas gerações a maior reserva de Caatinga do planeta Terra, um imenso legado, tudo resultado de imagens fotográficas que fundamentaram a preservação dessa relíquia natural e cultural para as próximas gerações”, relembra emocionado Pessoa.

Gratidão ao Piauí

O cineasta paulista Antônio Carlos Nogueira (72), mais conhecido como Toni Nogueira, tem uma história de vida bem eclética, com longos períodos morando no exterior, em especial nos EUA, Índia e até mesmo no interior do Brasil. Contemporâneo e parceiro de inúmeros músicos e diretores de cinema no Brasil nas décadas de 1960 e 1970, Toni chegou a fundar uma escola de samba em Nova York e até mesmo a ser premiado pelo prefeito da cidade americana.

De volta ao Brasil, ele criou a produtora DGT Filmes, mas não parou de rodar o mundo em busca de imagens. Depois da gravação do documentário “Patrimônios da Caatinga”, no Piauí, ele nunca mais deixou de frequentar o estado. Em 2008, também em parceria com André Pessoa, ele voltou ao sertão piauiense para gravar um filme para o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP). Com o título de “A Crise da Biodiversidade”, o documentário fez parte de uma grande exposição de Pessoa no museu paulista com forte destaque na mídia nacional.

Depois Toni Nogueira esteve outra vez no Piauí para gravar um filme para TV da França com um diretor italiano, Augusto Contento. O filme, denominado de “Ônibus”, registrou a saga dos nordestinos que fazem a viagem rodoviária entre São Paulo e o sertão. Logo em seguida, Toni Nogueira, que apresentava o quadro “Vovô Aventura”, no programa Domingão do Faustão, da TV Globo, retornou à Serra da Capivara para gravar um episódio sobre turismo focado em passeios de bicicletas. Em todos os trabalhos citados acima, André Pessoa assinou a produção dos filmes.

Novos Planos

Depois de chegar ao septuagenário, o cineasta Toni Nogueira decidiu, uma vez mais, voltar ao Piauí, só que ao invés de trazer apenas e tão somente equipamentos fotográficos, o seu desejo agora é investir parte dos recursos que economizou nesses anos todos de profissão pelo mundo, num empreendimento ecologicamente sustentável, como uma espécie de sonho para repartir conhecimento e proporcionar novas opções de vida aos parceiros do empreendimento.

Toni Nogueira (Foto: André Pessoa)

Denominado de Rupestre Eco Lodge, Toni Nogueira e sua esposa, a jornalista baiana Célia Messias, decidiram mudar de mala e cuia para o sertão piauiense e criar um projeto turístico, na linha dos chamados hotéis de charme, para atender o fluxo de visitantes que buscam conhecer os detalhes da pré-história americana com conforto, requinte, qualidade, bons serviços e, acima de tudo, num empreendimento sustentável. Célia, apesar de jornalista de formação, é especialista em comida saudável, projeto que ela chama de "alimento para vida”, e que será incorporado a politica do hotel. Duas hortas orgânicas, especificas para atender aos clientes do hotel, estão em fase de construção.

Outra vez, toda essas realizações estão sendo feitas em conjunto, sociedade e parceria com o repórter André Pessoa. O empreendimento em construção no povoado da Serra Vermelha, zona rural do município de São Raimundo Nonato, tem a pretensão de ser o primeiro e único hotel de charme do semiárido brasileiro com a prestação de serviços de excelência. “Você poderá chegar no interior do Piauí e encontrar serviços com padrão internacional, essa é uma das nossas metas", explicou André Pessoa. 

Rupestre Eco Lodge

“Pretendemos gerar emprego e renda para as comunidades locais, oferecendo oportunidades de especialização num empreendimento 100% focado na sustentabilidade. Aprendi que antes do lucro vem o propósito, e essa é a nossa ideia, crescer junto com os nossos parceiros”, resumiu o escopo do projeto o cineasta Toni Nogueira.

Para o experiente jornalista pernambucano André Pessoa, com 31 anos de conhecimento sobre o Piauí e suas características econômicas, políticas, sociais, culturais e ambientais, o provável sucesso do Rupestre Eco Lodge está fundamentado no potencial da região. “Eu conheço mais de 30 países. Toni e Célia outras 40 nações dos diferentes continentes, então, somado ao gigantesco potencial e beleza do lugar, apenas vamos aplicar o que vimos, vivenciamos e aprendemos pelo mundo nesse maravilhoso hotel no sertão do Piauí”, explicou Pessoa.

O projeto do Rupestre Eco Lodge é um empreendimento privado, sem recursos públicos, sem incentivos fiscais, nos moldes dos hotéis de selva e charme dos EUA, Europa e África, com todo o conforto e tecnologia disponíveis num planejamento sustentável. O hotel está sendo construído levando-se em conta todas as mudanças, restrições e orientações fornecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em relação aos novos critérios adotados pós-pandemia. Com 8 suítes exclusivas, área social e uma piscina ecologicamente correta e integrada à paisagem da Caatinga, o projeto deve suprir uma lacuna existente no desenvolvimento do turismo local oferecendo serviços do mais alto padrão de qualidade.

Para assistir ao documentário “Patrimônios da Caatinga” acesse gratuitamente o link abaixo:

Com as labaredas das queimadas se espalhando por quase todo o território brasileiro, colocando em perigo, inclusive, a Caatinga, um dos ambientes naturais mais sensíveis do mundo, um filme lançado sobre esse conjunto de ecossistemas exclusivos do semiárido nordestino, no já longínquo ano de 2003, 17 anos atrás, acaba de ser disponibilizado gratuitamente através da plataforma YouTube.

Cineasta Toni Nogueira, aos 72 anos, no Piauí. Profissão passou por mudanças tecnológicas ao longo dos anos. (Foto: André Pessoa)

Coordenado e financiado pela Rede Sesc/Senac (STV), e produzido pela empresa DGT Filmes, de São Paulo, que escalou o cineasta Toni Nogueira para dirigir as filmagens no interior do Piauí, o documentário foi veiculado no país inteiro através da TV Escola por mais de uma década ininterrupta e, agora, está disponível, na íntegra, na rede mundial de computadores.

Fotógrafo André Pessoa fez a produção do documentário Patrimônios da Caatinga em 2003 e teve participação na criação do Parque Nacional da Serra das Confusões. (Foto Júlio Filho)

Através da internet o objetivo dos produtores é contribuir para disseminar o ainda escasso conhecimento disponível sobre a Caatinga, principalmente em períodos de fumegantes ameaças com as iminentes queimadas nessa época do ano. O filme ajudou na divulgação das riquezas naturais da Caatinga, fazendo história ao destacar o ambiente conhecido, ate então, como o “patinho feio" da natureza brasileira.
 
“Revendo o documentário 17 anos depois, ficamos impactados como ele é contemporâneo, até à frente do seu tempo com o uso de tecnologias inovadoras e destacando, quase como uma voz em uníssono, esse ambiente natural nativo do Brasil”, explicou Toni Nogueira, profissional que assina a direção e fotografia do documentário, e que no ano passado recebeu a Comenda Serra da Capivara durante as comemorações pelos 40 anos de criação da unidade de conservação.

Patrimônios da Caatinga revela a grande biodiversidade da Serra da Capivara e da Serra das Confusões (Foto: André Pessoa)

Antes de gravar no sertão do Piauí, a equipe da DGT Filmes trouxe na bagagem a experiência de ter realizado diversos documentários na Ásia, em especial na Índia, Irãn, Afeganistão, Paquistão e outros países do Oriente. O jornalista mineiro Sérgio Túlio Caldas, que assina a direção do filme, escreveu os textos e faz a apresentação do documentário, tem longo trabalho com a publicação de livros, reportagens em revistas, jornais e sites nacionais e internacionais, além de documentários audiovisuais.

Relíquias do Nordeste

O documentário “Patrimônios da Caatinga” apresenta a beleza e importância natural, cultural e científica dos parques nacionais da Serra da Capivara (129 mil hectares), e Serra das Confusões (825 mil hectares), ambos localizados no sertão do Piauí, no chamado polígono das secas, uma das regiões com menor infraestrutura do país e bastante afetada pelas estiagens anuais que empobrecem a sua população. Sem outra opção, seus moradores passam a utilizar os escassos recursos desse ambiente, como por exemplo a matriz energética oriunda de madeira nativa.

Declarado pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade, o Parque Nacional da Serra da Capivara é apresentado no filme pela arqueóloga Niéde Guidon, responsável pelas pesquisas multidisciplinares que acontecem na região e que deram destaque mundial a reserva da Caatinga. Guidon explica as descobertas arqueológicas e discorre didaticamente sobre a riqueza natural do sertão piauiense.

Já o Parque Nacional da Serra das Confusões, que na época da gravação do documentário, início de 2003, tinha 525 mil hectares que foram ampliados em 2008 para 825 mil, é apresentado pelo jornalista, produtor cinematográfico e fotógrafo, André Pessoa (51), na época com 34 anos, como um espaço natural ainda desconhecido pela ciência e grande público.

Fotografia para conservação

Um dos destaques desse filme é o registro da importância e do papel da fotografia na criação da maior unidade de conservação federal do semiárido brasileiro. Foi o trabalho ininterrupto de anos de documentação da área feito pelo repórter fotográfico André Pessoa e sua equipe de colaboradores, na maior parte dos casos, mateiros, guias e moradores locais, que despertou nas autoridades de Brasília a importância de se criar o parque nacional.

Patrimônios da Caatinga revela a grande biodiversidade da Serra da Capivara (Foto: André Pessoa)

O "sonho" se concretizou com o decreto assinado nos jardins do Palácio da Alvorada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), na tarde de 21 de setembro de 1998, Dia da Árvore. Como não poderia ser diferente, Pessoa estava no local registrando tudo com a sua máquina fotográfica. “Naquele momento cai na real. Ali estava sendo garantida para as novas gerações a maior reserva de Caatinga do planeta Terra, um imenso legado, tudo resultado de imagens fotográficas que fundamentaram a preservação dessa relíquia natural e cultural para as próximas gerações”, relembra emocionado Pessoa.

Gratidão ao Piauí

O cineasta paulista Antônio Carlos Nogueira (72), mais conhecido como Toni Nogueira, tem uma história de vida bem eclética, com longos períodos morando no exterior, em especial nos EUA, Índia e até mesmo no interior do Brasil. Contemporâneo e parceiro de inúmeros músicos e diretores de cinema no Brasil nas décadas de 1960 e 1970, Toni chegou a fundar uma escola de samba em Nova York e até mesmo a ser premiado pelo prefeito da cidade americana.

De volta ao Brasil, ele criou a produtora DGT Filmes, mas não parou de rodar o mundo em busca de imagens. Depois da gravação do documentário “Patrimônios da Caatinga”, no Piauí, ele nunca mais deixou de frequentar o estado. Em 2008, também em parceria com André Pessoa, ele voltou ao sertão piauiense para gravar um filme para o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP). Com o título de “A Crise da Biodiversidade”, o documentário fez parte de uma grande exposição de Pessoa no museu paulista com forte destaque na mídia nacional.

Depois Toni Nogueira esteve outra vez no Piauí para gravar um filme para TV da França com um diretor italiano, Augusto Contento. O filme, denominado de “Ônibus”, registrou a saga dos nordestinos que fazem a viagem rodoviária entre São Paulo e o sertão. Logo em seguida, Toni Nogueira, que apresentava o quadro “Vovô Aventura”, no programa Domingão do Faustão, da TV Globo, retornou à Serra da Capivara para gravar um episódio sobre turismo focado em passeios de bicicletas. Em todos os trabalhos citados acima, André Pessoa assinou a produção dos filmes.

Novos Planos

Depois de chegar ao septuagenário, o cineasta Toni Nogueira decidiu, uma vez mais, voltar ao Piauí, só que ao invés de trazer apenas e tão somente equipamentos fotográficos, o seu desejo agora é investir parte dos recursos que economizou nesses anos todos de profissão pelo mundo, num empreendimento ecologicamente sustentável, como uma espécie de sonho para repartir conhecimento e proporcionar novas opções de vida aos parceiros do empreendimento.

Toni Nogueira (Foto: André Pessoa)

Denominado de Rupestre Eco Lodge, Toni Nogueira e sua esposa, a jornalista baiana Célia Messias, decidiram mudar de mala e cuia para o sertão piauiense e criar um projeto turístico, na linha dos chamados hotéis de charme, para atender o fluxo de visitantes que buscam conhecer os detalhes da pré-história americana com conforto, requinte, qualidade, bons serviços e, acima de tudo, num empreendimento sustentável. Célia, apesar de jornalista de formação, é especialista em comida saudável, projeto que ela chama de "alimento para vida”, e que será incorporado a politica do hotel. Duas hortas orgânicas, especificas para atender aos clientes do hotel, estão em fase de construção.

Outra vez, toda essas realizações estão sendo feitas em conjunto, sociedade e parceria com o repórter André Pessoa. O empreendimento em construção no povoado da Serra Vermelha, zona rural do município de São Raimundo Nonato, tem a pretensão de ser o primeiro e único hotel de charme do semiárido brasileiro com a prestação de serviços de excelência. “Você poderá chegar no interior do Piauí e encontrar serviços com padrão internacional, essa é uma das nossas metas", explicou André Pessoa. 

Rupestre Eco Lodge

“Pretendemos gerar emprego e renda para as comunidades locais, oferecendo oportunidades de especialização num empreendimento 100% focado na sustentabilidade. Aprendi que antes do lucro vem o propósito, e essa é a nossa ideia, crescer junto com os nossos parceiros”, resumiu o escopo do projeto o cineasta Toni Nogueira.

Para o experiente jornalista pernambucano André Pessoa, com 31 anos de conhecimento sobre o Piauí e suas características econômicas, políticas, sociais, culturais e ambientais, o provável sucesso do Rupestre Eco Lodge está fundamentado no potencial da região. “Eu conheço mais de 30 países. Toni e Célia outras 40 nações dos diferentes continentes, então, somado ao gigantesco potencial e beleza do lugar, apenas vamos aplicar o que vimos, vivenciamos e aprendemos pelo mundo nesse maravilhoso hotel no sertão do Piauí”, explicou Pessoa.

O projeto do Rupestre Eco Lodge é um empreendimento privado, sem recursos públicos, sem incentivos fiscais, nos moldes dos hotéis de selva e charme dos EUA, Europa e África, com todo o conforto e tecnologia disponíveis num planejamento sustentável. O hotel está sendo construído levando-se em conta todas as mudanças, restrições e orientações fornecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em relação aos novos critérios adotados pós-pandemia. Com 8 suítes exclusivas, área social e uma piscina ecologicamente correta e integrada à paisagem da Caatinga, o projeto deve suprir uma lacuna existente no desenvolvimento do turismo local oferecendo serviços do mais alto padrão de qualidade.

Para assistir ao documentário “Patrimônios da Caatinga” acesse gratuitamente o link abaixo: