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Sonegação fiscal gerou prejuízo de R$ 70 milhões no Maranhão, diz promotora de justiça

Dois empresários piauienses foram presos por participação no esquema

(Atualizada às 16h56-19.07.2019)

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Piauí deflagrou, na manhã desta quinta-feira (18), na cidade de Floriano, Sul do estado, a operação “Créditos Ilusórios”. Os alvos da ação foram Josué Neto Soares Costa e Rogério de Holanda Soares, suspeitos de participação em esquema milionário de sonegação fiscal.

Os dois seriam integrantes de organização criminosa que estaria utilizando empresas de ‘fachadas/fantasmas’ com a finalidade de criar créditos tributários irregulares, gerando compensação tributária fraudulentas, sonegando impostos, causando prejuízo à Fazenda Pública Estadual. As empresas Erres Empreendimentos Comercial LTDA e a RR Contas teriam sido usadas pelos supostos criminosos.

A operação foi deflagrada na manhã de hoje Foto: Divulgação/Gaeco

Ao Portal AZ, a promotora de justiça Débora Geane informou que a polícia apreendeu documentos e notebooks nas duas empresas. "A operação visa apurar a existência de uma organização criminosas que utiliza empresas fantasmas com a única finalidade de criar créditos fiscais fictícios e assim sonegar tributos em vultosas operações comerciais que chegam a aproximadamente R$ 70 milhões", destacou a promotora.

Além dos dois mandados de prisão, temporária, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em escritório de contabilidade e empresas.

Sobre o esquema 

De acordo com matéria veiculada pelo site O Imparcial, o Ministério Público do Maranhão constatou que os membros da organização operavam o esquema com três núcleos de empresas. O primeiro núcleo seria composto pelas empresas de fachadas, constituídas inclusive com uso de documentos falsos e pessoas fictícias, que através de operações simuladas e emissão de notas fiscais frias geravam créditos tributários às empresas do segundo núcleo, responsáveis pela intermediação de operações de compra e venda de grãos. Já o terceiro núcleo teria a articulação de empresas contábeis responsáveis por mascarar e dar aparência de legalidade a estas transações.

Shirlenylson Barbosa Ribeiro e Cleyron da Silva Toledo, suspeitos de praticarem o mesmo crime em Tocantins, também foram presos. Ainda foram cumpridos mandados em desfavor de Elton Félix Barroso de Araújo, responsável pela empresa Máxima Corretora; Rogério de Holanda Soares e dos empresários João Miguel Geleilate; Surama Geleilate e Emílio Geleilate, das empresas Corregel Corretora Geleilate LTDA.; Geleilate Corretora de Agronegócios LTDA. e Geleilate Agronegócios e Logística LTDA., todas com sede em Fortaleza, no Ceará.

Operação policial combate sonegação fiscal em Balsas e Riachão — Foto: Reprodução/TV Mirante

“São empresas de fachadas, laranjas, que emitem notas fiscais que não estão rastreadas em nenhuma operação e essas notas fiscais geram créditos ao contribuinte que as adquirem. Aí é feita a dedução do valor do imposto, reduz-se de forma indevida o valor do ICMS”, explicou Marcellus Ribeiro, secretário de Estado da Fazenda maranhense, em entrevista ao G1 Maranhão. 

No total, estão sendo cumpridos 23 mandados de prisão temporária, pelo prazo de 5 dias, e 32 de busca e apreensão em Balsas/MA, Riachão/MA, Araguaína/TO, Floriano/PI e Fortaleza/CE.

A investigação foi promovida pelo GAECO/MA e Polícia Civil do Maranhão. A operação contou com a colaboração e apoio da Polícia Civil do Estado do Piauí, Polícia Civil do Estado do Maranhão, Polícia Militar do Piauí, Secretaria de Fazenda do Estado do Piauí e Secretaria de Fazenda do Estado do Maranhão.

A empresa R&R divulgou nota nesta sexta-feira (19) sobre o assunto. 

Confira: 

Sobre as ações realizadas pelo GAECO/MA e Polícia Civil do Maranhão, a R&R Contas esclarece de pronto que a empresa não é investigada. Informamos ainda que o diretor administrativo, Rogério de Holanda Soares, está prestando esclarecimentos, dando apoio e colaborando com as investigações, sempre primando pela justiça e veracidade dos fatos.

Importante deixar claro que das 32 empresas ditas investigadas pela ação do GAECO, apenas 4 (quatro) são clientes do escritório R&R Contas, que tem 25 anos de mercado prestando serviços para milhares de clientes sendo reconhecido pela ética, profissionalismo e legalidade de seu trabalho. Por fim, a empresa esclarece que segue prestando serviços normalmente com a excelência de sempre e confiando na ação da Justiça para que a verdade prevaleça.

R&R Contas - 

(Atualizada às 16h56-19.07.2019)

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Piauí deflagrou, na manhã desta quinta-feira (18), na cidade de Floriano, Sul do estado, a operação “Créditos Ilusórios”. Os alvos da ação foram Josué Neto Soares Costa e Rogério de Holanda Soares, suspeitos de participação em esquema milionário de sonegação fiscal.

Os dois seriam integrantes de organização criminosa que estaria utilizando empresas de ‘fachadas/fantasmas’ com a finalidade de criar créditos tributários irregulares, gerando compensação tributária fraudulentas, sonegando impostos, causando prejuízo à Fazenda Pública Estadual. As empresas Erres Empreendimentos Comercial LTDA e a RR Contas teriam sido usadas pelos supostos criminosos.

A operação foi deflagrada na manhã de hoje Foto: Divulgação/Gaeco

Ao Portal AZ, a promotora de justiça Débora Geane informou que a polícia apreendeu documentos e notebooks nas duas empresas. "A operação visa apurar a existência de uma organização criminosas que utiliza empresas fantasmas com a única finalidade de criar créditos fiscais fictícios e assim sonegar tributos em vultosas operações comerciais que chegam a aproximadamente R$ 70 milhões", destacou a promotora.

Além dos dois mandados de prisão, temporária, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em escritório de contabilidade e empresas.

Sobre o esquema 

De acordo com matéria veiculada pelo site O Imparcial, o Ministério Público do Maranhão constatou que os membros da organização operavam o esquema com três núcleos de empresas. O primeiro núcleo seria composto pelas empresas de fachadas, constituídas inclusive com uso de documentos falsos e pessoas fictícias, que através de operações simuladas e emissão de notas fiscais frias geravam créditos tributários às empresas do segundo núcleo, responsáveis pela intermediação de operações de compra e venda de grãos. Já o terceiro núcleo teria a articulação de empresas contábeis responsáveis por mascarar e dar aparência de legalidade a estas transações.

Shirlenylson Barbosa Ribeiro e Cleyron da Silva Toledo, suspeitos de praticarem o mesmo crime em Tocantins, também foram presos. Ainda foram cumpridos mandados em desfavor de Elton Félix Barroso de Araújo, responsável pela empresa Máxima Corretora; Rogério de Holanda Soares e dos empresários João Miguel Geleilate; Surama Geleilate e Emílio Geleilate, das empresas Corregel Corretora Geleilate LTDA.; Geleilate Corretora de Agronegócios LTDA. e Geleilate Agronegócios e Logística LTDA., todas com sede em Fortaleza, no Ceará.

Operação policial combate sonegação fiscal em Balsas e Riachão — Foto: Reprodução/TV Mirante

“São empresas de fachadas, laranjas, que emitem notas fiscais que não estão rastreadas em nenhuma operação e essas notas fiscais geram créditos ao contribuinte que as adquirem. Aí é feita a dedução do valor do imposto, reduz-se de forma indevida o valor do ICMS”, explicou Marcellus Ribeiro, secretário de Estado da Fazenda maranhense, em entrevista ao G1 Maranhão. 

No total, estão sendo cumpridos 23 mandados de prisão temporária, pelo prazo de 5 dias, e 32 de busca e apreensão em Balsas/MA, Riachão/MA, Araguaína/TO, Floriano/PI e Fortaleza/CE.

A investigação foi promovida pelo GAECO/MA e Polícia Civil do Maranhão. A operação contou com a colaboração e apoio da Polícia Civil do Estado do Piauí, Polícia Civil do Estado do Maranhão, Polícia Militar do Piauí, Secretaria de Fazenda do Estado do Piauí e Secretaria de Fazenda do Estado do Maranhão.

A empresa R&R divulgou nota nesta sexta-feira (19) sobre o assunto. 

Confira: 

Sobre as ações realizadas pelo GAECO/MA e Polícia Civil do Maranhão, a R&R Contas esclarece de pronto que a empresa não é investigada. Informamos ainda que o diretor administrativo, Rogério de Holanda Soares, está prestando esclarecimentos, dando apoio e colaborando com as investigações, sempre primando pela justiça e veracidade dos fatos.

Importante deixar claro que das 32 empresas ditas investigadas pela ação do GAECO, apenas 4 (quatro) são clientes do escritório R&R Contas, que tem 25 anos de mercado prestando serviços para milhares de clientes sendo reconhecido pela ética, profissionalismo e legalidade de seu trabalho. Por fim, a empresa esclarece que segue prestando serviços normalmente com a excelência de sempre e confiando na ação da Justiça para que a verdade prevaleça.

R&R Contas -