Justiça decreta prisão preventiva de acusado de matar cabeleireira

Cabelereira foi encontrada morta na última terça-feira (15), na Avenida Maranhão, zona sul de Teresina.

O juiz Luiz Moura, da Central de Inquéritos de Teresina, decretou nesta quinta-feira (17) a prisão preventiva de Paulo Alvez Santos Neto, acusado de matar Aretha Dantas Claro, 32 anos. A cabelereira foi encontrada morta na última terça-feira (15), na Avenida Maranhão, zona sul de Teresina.

Aretha Dantas Claro e Paulo Neto (Fotos: reprodução internet)
Aretha Dantas Claro e Paulo Neto (Fotos: reprodução internet)

Segundo o coordenador da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Francisco Costa, o Baretta, não há dúvidas quanto à autoria do crime. Paulo Alves dos Santos Neto, ex-namorado da vítima, se entregou para a polícia na final da tarde desta quarta-feira (16). Durante uma perícia realizada no carro de Paulo Alves, a polícia encontrou marcas de sangue e a faca utilizada no crime.

O crime

Aretha Dantas foi encontrada por volta das 4 horas desta terça-feira (15), por populares que acionaram a polícia. A mulher estava com várias perfurações de arma branca e sinais de atropelamento.  A suspeita é de que a vítima tenha sido arrastada por aproximadamente 10 metros.

Investigações

Em entrevista na manhã desta quarta-feira (16), o coordenador da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Francisco Baretta, informou que o criminoso deixou marcas que o identifica no corpo da vítima. “Todo crime de homicídio doloso contra a vida tem uma motivação seja ele a menor possível e esse crime não foi diferente. Evidentemente pelo tipo de arma, pela forma como ela foi morta tem a assinatura do criminoso, além do modus operandi e a assinatura dele está bem visível e nessa assinatura estamos autenticando para chegar até ele", ressalta Francisco Baretta.

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