Sindicato confunde os fatos e protege delegado do caso do médico

O Sindicado dos Delegados está no direito de defender o associado, mas não pode ser cúmplice dos seus eventuais erros

Sindicato confunde tudo 
 
Assim como a nota da Unimed, que prefere culpar a mídia, o Sindicato dos Delegados trata de um assunto que nunca se discutiu no caso do médico: de que “delegado de Polícia não julga, a ele compete presidir uma investigação”. 

Foto: Reprodução
Símbolo do sindicato dos delegados

Tentativa de encobrir 

Essa é uma tentativa de encobrir o eventual crime praticado pelo delegado Anchieta Pobtes, de ter vazado uma informação sigilosa. 
Nunca se falou no papel do delegado. Se fala no vazamento da informação. 

Buscar a verdade 

O sindicato deveria questionar e buscar a verdade sobre o vazamento da informação para o portal GP1. 
Nenhum jornalista daquele portal tem influência necessária para divulgar um assunto sigiloso se  não pelo próprio presidente do inquérito. Ou por policial envolvido no caso. 

Exigir investigação 

O Sindicato, como entidade corporativa, protege o delegado Anchieta Pontes, quando deveria, de público, pedir desculpas a família do médico e à sociedade, aproveitando para exigir da corregedoria da Polícia Civil a criteriosa apuração dos fatos. 


Cumplicidade 

Ser solidário não significa ser cúmplice. Na medida em que o sindicato dos delegados segue fechando olhos para possível deslize de um de seus associados, estará sendo cúmplice e não solidário. 
Uma pena que nenhum promotor de justiça tenha se manifestado para iniciar investigação. 
Sem ser cúmplice, também.

Sindjor contra ataca 

O Sindicato dos Jornalistas, ao tempo em que lamenta a morte do médico Eduardo, contra-ataca a Unimed Teresina, que, por ser mais cômodo, preferiu culpar a mídia e não exigir investigação sobre o vazamento da informação publicada pelo GP1. 

CRM e Unimed 

O sindicato dos jornalistas lamenta os posicionamentos do CRM e Unimed Teresina  que emitiram  apenas nota de pesar pela morte do médico e de repúdio à mídia;  cobra posição da Unimed, que deveria conhecer melhor o papel dos jornalistas. 
Mas é como o Portal AZ já publicou: é mais cômodo fazer média atacando a mídia. 

Fraude em Barras 

Agente público se vira de todo jeito para prevaricar, cometer crimes. 
O Ministério Público Federal denunciou ex-secretário de Saúde de Barras Antônio Carlos de Sousa Melo acusado de inserir dados falsos no Cadastro do SUS para favorecer dois dentistas que nem trabalhavam no hospital. 
Dados inexistentes 
O crime ocorreu entre 2013 e 2015. Os dados fraudulentos induziram o Ministério da Saúde a repassar recursos federais ao município para o custeio de equipes de saúde bucal inexistentes.

Que hora Franzé dá expediente na Assembleia Legislativa? 
Pelas redes sociais, ele participa num único dia de pelo menos cinco eventos. 

Foto: Reprodução
Franzé Silva dizendo ter apoio de 200 pré candidatos a vereador e segue baixo nas pesquisas

Apoio de faz de conta 

Na última postagem ele anunciava que mais de 200 pré-candidatos a vereador apoiam a sua candidatura a prefeito. 
Com tanta gente com quem ele se reúne nos bairros não serve sequer para Franzé crescer nas pesquisas. 
Tá lá atrás, na rabada, junto com quem ele mais ataca, o prefeito Pessoa. 

Quanto custa ? 

Já tem deputado desconfiando que essas presepadas de Franzé tem custo: cargos comissionados. Ou como o O Piauiense batizou: cpf premiado. 

Impressionante…
O deputado Evaldo Gomes está sempre em público acompanhado da esposa. 
Mas em nenhum momento ele se refere a ela, como tal. 
Diz sempre: estamos aqui eu e secretaria de esportes, Josiane…”

Foto: Reprodução
Evaldo esconde a esposa e expõe a secretaria de Esportes…

O voto esperado

Não há dúvidas, se espera da ministra Carmen Lúcia o voto, hoje, para sacramentar a condenação de Bolsonaro à inelegibilidade por oito anos. 
A pressa é tanta que o TSE volta a se reunir nesta sexta-feira.   

Palio Episcopal 

Olha só a reação pelo Twitter do governador Rafael Fonteles no Vaticano: 
“Foi com muita emoção que participamos da missa celebrada pelo Papa Francisco, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, para presenciar a entrega do Pálio Episcopal ao nosso arcebispo de Teresina, Dom Juarez. Derivada do latim pallium, a palavra pálio significa manto de lã, uma vestimenta litúrgica que é o símbolo da comunhão com a Igreja de Roma” 

Foto: Reprodução
Dom Juarez entre Fábio Novo e Rafael Fonteles, no Vaticano

Palio Episcopal 2

Segue Rafael: 
“Parabenizo o nosso arcebispo e quero registrar aqui minha gratidão pelo convite para estar presente nesse momento tão simbólico, em que pudemos reiterar a nossa fé e esperança. Foi uma oportunidade também para rezarmos pelo Piauí e pelo nosso povo.”

Charge do Izanio

Foto: Reprodução
A charge de Izanio
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