A cara da Arena
O PT de Teresina faz lembrar a antiga Arena, partido da ditadura: está dividido de tal forma em torno da candidatura de Fábio novo à prefeitura de Teresina que só falta criar as sublegendas.
Para Cícero Magalhães comandar uma, Franzé outra e Dudu uma terceira sublegenda.
Gestão de Elmano
Essa divisão ocorreu quando Elmano Ferrer era prefeito e os petistas como Flora Izabel e o próprio Magalhaes, empanturrados de cargos na gestão municipal, eram contra o PT lançar candidato naquela eleição.
A escolha de Novo
Na questão de agora, Franzé sobrou como candidato e Cícero, seu cabo eleitoral e cheio de sinecuras na Assembléia Legislativa, questiona a maneira como Novo foi escolhido candidato.
É ilegítima
Ao considerar que o diretório municipal que preside sofreu intervenção, Magalhães denúncia que a diretoria que optou por Novo é ilegítima.
E assim, fisiologicamente, caminham os petistas.
Marco temporal
Até o momento, quatro ministros - Edson Fachin (relator), Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Luís Roberto Barroso - votaram contra o Marco temporal da demarcação das terras indígenas no STF.
Eles entendem que o direito à terra pelas comunidades indígenas independe do fato de estarem ocupando o local em 5/10/1988, data de promulgação da Constituição Federal.
Já os ministros Nunes Marques e André Mendonça entendem que a data deve ser fixada como marco temporal da ocupação.
O julgamento prosseguirá no dia 20/9.
Olha ele aí de novo!!!!
O ministro das Comunicações do Governo Lula, Juscelino Filho, está mais uma vez no epicentro dos escândalos: no suposto desvio de recursos de emendas parlamentares que resultou no afastamento de sua irmã, Luanna, prefeita de Vitorino Freire, no Maranhão.
Contas abertas
O ministro do STF Luiz Roberto Barroso bloqueou a quantia de R$ 835 mil das contas bancárias do ministro Juscelino.
Agora diz ai: como um deputado federal tem em conta bancária quase R$ 1 milhão?
Codevasf, o celeiro
Criada como órgão de fomento do desenvolvimento da bacia do rio São Francisco e, já a partir dos anos 90, também do rio Parnaíba, a Codevasf tem sido celeiro de atos de corrupção.
Porque por permissão do governo, deputados e senadores passaram a usar a empresa para desovar suas emendas que são rateadas por meio de propinas.
Missão: operar
Dos governos do PT para cá, partidos resolveram indicar os dirigentes da Codevasf e cada um com a missão de “operar” financeiramente em favor dos seus padrinhos.
E, lógico, deles próprios. Todos saem ricos e sem a menor vergonha do que praticam.
Lá vem! Lá vem!
A operação da Polícia Federal nesta sexta-feira, no Maranhão, terá desdobramentos e, não se surpreendam, também no Piauí, onde há muito escandalizaram o que são feitos no interior do Piauí através da Codevasf.
Entre parentes
Aqui eles colocam parentes, como o senador Marcelo Castro acabou de fazer, indicando o filho, “Marcelinho” na superintendência regional da Codevasf.
Basta ver as regiões de investimentos de emendas (do senador) e dos demais parlamentares através da Codevasf.
Tudo entre amigos, sejam eles os empreiteiros que vão construir e os prefeitos que vão receber: a obra e a parte deles.
Isso é revolta?
Até agora o mundo político, principalmente os comissionados da Assembleia Legislativa estão sem entender o ato de Franzé Silva em exonerar todos os comissionados que servem Mesa Diretora e ao gabinete presidencial.
Esse “todos”, representa quantos? Os 6 mil, que se diz, estarem pendurados na folha desde Themistocles ?
Por onde anda?
Franzé está na moita. Uns dizem que viajou a São Paulo, outros informam que ele está muito puto, remoendo a derrota sofrida dentro do PT.
Palestra para investidores
Rafael Fonteles, governador do Piauí, será um dos palestrantes do evento Expert XP 2023, que começa neste sábado, em São Paulo.
Na véspera do evento destinado a investidores, Fonteles participou de um jantar com o diretor institucional da XP Inc, Rafael Furnaletti, juntamente com os governadores Eduardo Leite (RS) e Helder Barbalho (PA), o ex-primeiro-ministro conservador do Reino Unido, Boris Johnson, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o deputado federal Aguinaldo Ribeiro, relator da Reforma Tributária na Câmara Federal.