Abre o olho, Pessoa!
A criação de obstáculos e regras burocráticas, muitas deles feitos de acordo com a vítima, quer dizer, usuário, é um mecanismo bastante conhecido: criam-se dificuldades para vender facilidade.
Obviamente que as facilidades resultam em pagamentos “por fora”, ou seja, é a alimentação de propinodutos que infesta a burocracia municipal.
Pagar para pagar imposto
Esta não é a primeira denúncia sobre esse comportamento abusivo de servidores municipais.
Em 4 de julho deste ano, o Portal AZ publicou um texto sob o título “Servidores criam dificuldades para vender facilidades na PMT”, no qual se denunciava que na Central de Atendimento ao Contribuinte da Secretaria Municipal de Finanças só se conseguia um documento através de despachantes.
O texto citado pode ser lido aqui
O Brasil real
Leia o que o cientista Mangabeira Unger diz do momento atual no Brasil: “Lula faz discursos entediantes no exterior e está repetindo um modelo que impede o avanço do Brasil que ele chama de casamento entre o pobrismo- a distribuição de esmolas por meio de programas assistenciais - e o rentismo, que é o domínio dos interesses financeiros sobre a produção”.
Nunes Marques: o feitiço contra o feiticeiro
Olha só que coisa: o ministro Dias Toffoli usou em voto em que anulou provas obtidas por Sérgio Moro, a partir do acordo de leniência da construtora Lava Jato, o mesmo argumento que Nunes Marques utilizou ao votar contra a suspeição do ex-juiz na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).
Toffoli argumentou contra a decisão de Moro a ilicitude das provas. Nunes Marques, em favor do mesmo juiz, usou idêntico argumento
Lava Jato e Autoridades
No caso do ministro que foi assessor de Lula (Dias Tofolli), havia irregularidades nas tratativas entre a Lava Jato e autoridades internacionais para a obtenção de documentos.Segundo o ministro, integrantes da Lava Jato tiveram contatos com autoridades estrangeiras, mas que não houve solicitação por meios oficiais.
Assim, todas as provas seriam ilícitas.
Suspeição de Moro
Já Nunes Marques enxergou ilicitudes ao votar contra a suspeição de Moro em razão de as provas apresentadas ( conversas divulgadas entre Moro e os procuradores da força-tarefa da Lava Jato) terem sido obtidas de forma ilícita, pela invasão de contas no Telegram – a chamada Vaza Jato.
Combinação de procedimentos
Os diálogos expuseram a combinação de procedimentos contra o então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em processos da Lava Jato que investigaram a Odebrecht.
Em sua argumentação, Nunes Marques afirma que, por terem sido obtidas ilicitamente, as provas apontando a suspeição de Moro não podiam ser aceitas, sob risco de legalizar a atividade de hackers no Brasil.
Persona
Que diabos o deputado Marden Menezes fez contra o povo ou contra os políticos de Floriano para a Câmara de Vereadores da cidade considerá-lo “persona non grata” e negar-lhes a concessão do título de cidadania?
Aerolula 2
Lula quer um novo avião que tenha suíte com cama de casal, banheiro com chuveiro, escritório particular e centenas de poltronas para aumentar as caravanas mundo afora.
O brinquedo custa 400 milhões de dólares.
Língua presa
Um fonoaudiólogo para Dr Pessoa. Para ver se faz com que ele deixe de engolir o r e o l em certas pronúncias, como “pisidente ”, ao se referir a presidente e “pobema”, quando fala problema.
E quando pronuncia a palavra República, engole de uma vez várias letras. Só sai “Repuca”.
Com que roupa?
Os dois ministros do Centrão devem assumir os postos no governo Lula, nessa quarta-feira.
Mas com o aviso da direção do PP e do Republicanos de que eles não levarão votos para o governo em eventuais votações. E a pergunta que se faz: Lula vai ganhar o que com isso?
Casos na Justiça
Não valeu de nada o esforço do desembargador José James de, mesmo de férias, ter tentado adiar o julgamento do prefeito Joãozinho Félix, de Campo Maior.
Porque a 3a Câmara do TJ, que já havia contabilizado 3 votos pela cassação do prefeito, derrubou a decisão de James.
Que agora vai ter que se explicar ao CNJ do porque de tanto interesse na causa estando ele ainda com um dia de férias a cumprir.
Assume o vice
Agora, com a decisão que torna o prefeito inelegível por cinco anos, Joãozinho será apeado do poder, deixando o cargo para o vice assumir.
Poderoso
Até a decisão tomada ontem pela 3a Câmara do Direito Público ninguém apostava na casacão de Joãozinho porque ele mesmo espalhava que tinha “cartas na manga”.
Ou seja, dizia que tinha poder no tribunal.
Júri popular
Tanto assim que ninguém consegue explicar a razão de não ir a julgamento, pelo júri popular, na comarca de Campo Maior, o processo no qual Joãozinho Félix é acusado como mandante do assassinato de um agente de saúde.
O calendário de mesa
Um conhecedor do processo que resultou no afastamento de Joãozinho Félix do cargo de prefeito de Campo Maior diz que os advogados encarregados da defesa do alcaide dormiram no ponto e perderam prazo.
Ou seja, o prefeito perdeu uma causa menos por haver razões para culpa e mais pelo descuido de seus defensores.
Parece que faltou um calendário de mesa aos causídicos.
A perda do prazo
Os advogados do prefeito perderam o prazo num mundo em que existem até aplicativos e softwares para avisar advogados que eles precisam estar atentos a isso.
Há escritórios de advocacia em Teresina que têm um advogado supervisor, responsável por cobrar o cumprimento dos prazos .
Olhar atento
Os meios de vigilância quanto ao rigor de prazos são feitos eletronicamente e os advogados avisados sistematicamente, com avisos por celular, no computador nas secretarias. Nada passa e se no prazo final todo mundo é avisado até que seja cumprida a formalidade protocolar.
Um descuido desses pode custar uma derrota em um processo. No caso de Joãozinho Félix, foi o mandato dele como prefeito de Campo Maior.
Fujam deles!
Bom que se conheça nos autos os advogados que perderam os prazos no processo do prefeito de Campo Maior.
Para quem precisa de advogados fugir deles.
Zoeira
Agora estão publicando nas redes sociais que a polícia dos Estados Unidos está apelando para a Polícia Civil do Piauí ir tentar caçar e prender o brasileiro que fugiu de uma penitenciária americana.
Não ria, é capaz de, indo, a turma do Chico Lucas pode achar o fugitivo.
Pelo menos no outdoor.