Com dinheiro em caixa e a maioria dos deputados muito satisfeita com a sua “moderna gestão”, Franzé vai romper o acordo feito com o governador Rafael Fonteles e disputará o segundo mandato de presidente da Assembleia Legislativa.
Um mandato só
Vice-presidente e ocupante da presidência interinamente (por um mês), com a eleição de Themietocles Filho para vice-governador, Franzé havia feito acordo para ser presidente somente no biênio 23/24 e Severo Eulalio seria o próximo presidente.
Eleição discutida
Tanto que Severo foi eleito na mesma eleição que sufragou Franzé, num procedimento inusitado nas casas legislativas, porém, sujeito a ser anulado com base em precedente no Estado do Tocantins, já julgado no STF.
Inconstitucionalidade
O Supremo considerou inconstitucional a eleição feita no início do ano do presidente que só irá assumir daqui a dois anos, como ocorreu aqui também.
Pau mandado
“Não se preocupe que se for para brigar com o governo, Franzé tem entre os deputados quem entre com ação no STF para anular a eleição de Severo e ele próprio partir para a disputa do segundo mandato”, diz um deputado que era o “pau mandado” de Themistocles e hoje se diz “gente do Franzé”.
Relações estremecidas
Ainda não se vê ou se houve publicamente, mas as relações do presidente do legislativo com o governador estão estremecidas. Franzé está se aproveitando do caso do secretário Marcelo Noleto que não trata bem os deputados para ter mais moeda de troca em relação ao governador.
Disputa no PT
Franzé também guarda mágoa em relação a disputa dentro do PT para candidato à prefeitura de Teresina. Ele entende que já estava com a campanha na rua, visitando bairros, comunidades, comendo farofa, panelada “nos bares “pés sujos” e só depois é que Fábio Novo apareceu como concorrente e o diretório municipal preferiu Novo.
Rafael fez opção
“Na cabeça dele na escolha da candidatura à prefeitura de Teresina o governador foi muito duro em favor do Fábio”, informa outro parlamentar.
Essa confusão criada pelo Marcelo Noleto veio a calhar aos planos de Franzé.
Ele vai aproveitar-se disso para endurecer com Rafael.
Show do Safadão
O governo do Maranhão está quebrado, financeiramente, conforme decreto de redução de gastos assinado pelo vice em exército Felipe Camarão.
Mas prefeituras como a de Zé Doca estão de cofres abarrotados porque só um rico para contratar por R$ 700 mil o show do Safadão.
A favor de Noleto
Nos comentários sobre Marcelo Noleto na matéria do Portal AZ no Instagran a maioria está a favor do secretário.
Pois entende que os deputados só estão reagindo porque não estão “comendo” verbas e cargos como gostariam.
Caso de Paulistana
Muito séria a denúncia do vereador Galeguinho de André de que o prefeito de Paulistana estaria pagando para mulheres da cidade lhe encaminharem imagens íntimas.
Wellington e o ditado
Diz velho ditado: “o sujeito saiu do mato e o mato não saiu dele”.
Grosso modo, dá para colocar o Piauiense Wellington Dias nesse adágio, só que com referência bem diferente e, bem vergonhosa.
Viciadas práticas
Em se tratando de velhas e viciadas práticas políticas diz-se-ia que Wellington deixou o Piauí para assumir o pomposo e elevado cargo de
Ministro de Estado com as mesmas práticas de empreguismo e uso dos recursos públicos como faz no Piaui.
Troca de cargos
O Estadão publica com detalhe essa velha prática do senador do Piaui: ele
empregou uma filha , arquiteta, no gabinete do deputado distrital Chico Vigilante e este, em troca, empregou o filho no gabinete de Wellington no Senado, hoje ocupado pela suplente Jussara Lima.
Nepotismo cruzado
Isso se chama nepotismo cruzado.
A filha de Wellington é arquiteta e empresária, mas a desculpa é de que é assessora de comunicação do deputado.
O filho de Vigilante é motorista no Senado, mas justifica o cargo que ganhou de Wellington, como assessor da senadora suplente Jussara.
Santa safadeza.
São todos dele
Não é sem sentido as queixas que Jussara fez a uma amiga que lhe pediu um cargo no gabinete assim que ela assumiu:
“Mulher, o índio só me deu a cadeira de senadora porque os cargos do gabinete são todos dele”.
Renda familiar
Mas esses procedimentos são normais na vida de políticos estatizantes. Wellington Dias é o exemplo de como se forma um belo patrimônio familiar às custas de salários públicos.
O dele, desde vereador de Teresina, o da
Mulher que foi deputada estadual, federal e agora vitalícia conselheira do TCE e, para melhorar mais ainda, os salários dos filhos.
Envergonha? Nada!!!
Pergunte se Wellington Dias ao menos gagueja tentando explicar essas sandices.
Certamente que não porque ele acha tudo normal.
Político chinfrim
Ao ler a manchete no Portal AZ ontem a noite um político decente de Teresina produziu essa frase
“Pensei que virando Ministro ele mudaria essa prática, sempre fez isso, é prática de Político Chinfrim”.
Azar ao cubo
Quando a pessoa se encontra em horário e local errados.
Foi o caso dos quatro médicos que sofreram o atentado anteontem no Rio, três deles mortos.
Foram confundidos com bandidos.