Foto e o fato
Pode parecer estranho, mas existem coisas que realmente só acontecem no Piauí. Até mesmo a entrega dos prêmios aos vencedores de um concurso se tornou um jogo de esconde-esconde. E de grande decepção para quem conhece a história.
Foto sem fato
No último evento que houve de startups, 10 prêmios de 100 mil reais foram anunciados como sendo entregues para os vencedores. Fotos e ampla divulgação do assunto aconteceram na imprensa. Mas ficou só na conversa. E nas fotos.
Maré do contra
Sabem o que aconteceu? Os cheques de 100 mil se transformariam em pagamentos de 80 mil, e não se sabe quem e nem por quê, mas alguém resolveu “ficar” com 20% de cada um dos valores a serem pagos aos vitoriosos do evento. Cruz, credo!
Corrente contra
Daí que os vencedores se uniram e resolveram não receber os 80 mil. Pior para eles: quem ia abocanhar 20 mil de cada 100 mil, ficou logo com o todo do milhão. E pode deste jeito?
Alguém vai atrás?
Mal avaliada
Está na coluna Estadão de hoje, do jornal O Estado de São Paulo, que o PT avalia como de pouca valia, nas articulações em favor do governo Lula, a presença da suplente de Wellington Dias, Jussara Lima (PSD).
Jussara é contabilizada ao lado da senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA), suplente efetivada na vaga de Flávio Dino, como de pouco peso nas articulações no Senado.
Cálculos eleitorais
O PT pode abrir a porteira para abrigar mais neopetistas. Um dos cogitados é o vereador Eduardo Draga Alana, que poderia disputar uma vaga na Assembleia sob o guarda-chuva petista.
Pelo que se percebe, pois, vale mais para o PT uma ampla bancada que sua cartilha ideológica, antes rígida feito rocha.
Bem melhor
No PP, desidratado pela saída da maioria dos deputados estaduais eleitos em 2022, o cálculo dos caciques partidários é de que será mais fácil obter lá uma cadeira na Assembleia que no MDB e no PT.
Na prática, pelo olhar que se lança desde agora, é que somente três partidos – PT, MDB e PP – poderão ter chances de eleger deputados estaduais em 2026.
Campanha
Ciro Nogueira segue em uma agenda de campanha – que tende a ser estreitada nos próximos meses.
O senador, candidato à reeleição, esteve em sete municípios no fim de semana, inaugurando obras.
Deu na Folha
“Código Eleitoral traz risco de retrocesso”. O jornal mostra a esperteza de Marcelo Castro, relator do projeto do novo código.
Que, à luz do direito, não diz ler com crer.
Perdão, leitor!
Ao noticiarem mais um arranca-rabo entre viúva, filhos e genro do finado prefeito Firmino Filho, os colunistas cometeram uma grande injustiça: a de chamá-los membros da Família Trapo.
Pedimos desculpas pela comparação.
Grande comédia
Família Trapo foi um programa humorístico da televisão brasileira da década de 1960, transmitido pela TV Record, criado por Jô Soares e Carlos Alberto de Nóbrega, e dirigido por Manoel Carlos e Nilton Travesso.
Fazia rir. A malfadada família daqui agride e desrespeita o teresinense. Faz chorar.
Os derivados do ex-prefeito devem pedir desculpas públicas. Ninguém precisa suportar seus desequilíbrios, que deveriam ser relegados ao universo deles próprios.