MP cancela Alok e permite apenas duas atrações em Cocal

Alok avisou que não sabia da situação e vai ficar mais vigilante

Sem noção

Pois é, foi preciso aparecer um promotor de Jusriça para frear o prefeito de Cocal, Cristiano, barrando ou desmanchando a contratção do carissimo Alock, mas ainda deixou duas bandas como atrações milionárias para a pauperrima cidade.

O prefeito vai ganhar o troféu do Sem Noção.

Foto: Reprodução
Os shows que beiram R$ 2 milhões para um povo pobre

Cidade pobre

Numa cidade de baixissimo produto interno bruto, vivendo de decretos sobre calamidade, o povo sem emprego, o prefeito resolveu torrar R$ 1,8 milhão no pagamento de tres atrações. Um desperdicio de dinheiro. 

Ah, mas eles alegam que é dinheiro de emenda parlamentar, pode estourar. Santa pouca vergonha! 

Foto: Reprodução
Prefeito Cristiano: os recursos são de emendas parlamentares… então pode torrar…

A decisão

Na terça feira a Promotoria de Justiça de Cocal, barrou essa farra, ingressou com uma Ação Civil Pública com pedido de Tutela de Urgência contra a Prefeitura de Cocal, o atual prefeito, Cristiano Felippe de Melo Britto e a primeira-dama do município, Livia Janaína Monção Leodino Britto, apontando-os como os responsáveis por esse escandaloso contrato.

Preço da farra

Os contratos somam a quantia de R$ 1.840.000,00 em um festival denominado “Festejo do Povo”, com data prevista para o período de 11 a 14 de agosto.

Alok envergonhado

Alok chegou a ficar supreso com a suspensão do seu show, alegando que não conhecia a situação de pobrezabde Cocal.

Ele, então, concordou com o MP. E se mostrou envergonhado.

Foto: Reprodução
Alok, na sua rede social, como quw envergonhado, disse que não sabia que Cocal era assim. Ele apoiou o MP

Agora pergunte se os organizadoras ficaram constrangidos?

Devem estar com ódio do MP. Assim a emenda nao anda de mãos em mãos.    

Em nota, prefeito diz que shows não estão cancelados em Cocal

O “Festejo do Povo” é uma tradição da cidade que será prestado contas 


Nota de Esclarecimento — Prefeitura de Cocal

A Prefeitura de Cocal vem a público, com respeito à população e às instituições, esclarecer informações divulgadas recentemente em veículos de comunicação sobre o “Festejo do Povo” e supostas irregularidades em contratos vinculados ao evento.

 Sobre a existência de decisão judicial e o andamento do caso
- Não existe, até o momento, nenhuma ordem judicial que determine o cancelamento integral ou o “barramento” do Festejo do Povo.
- A ação proposta pelo Ministério Público (Ação Civil Pública com pedido de tutela de urgência) se refere a *contratos específicos* firmados pela Prefeitura. Eventuais decisões que afetem esses contratos não alcançam as atrações e atividades que serão custeadas por outras fontes (Estado, doações e emendas parlamentares).
- A Prefeitura respeita o Ministério Público e o Poder Judiciário, mas esclarece que *não foi previamente ouvida* antes de proferidas medidas iniciais, o que levou a premissas que consideramos equivocadas.
- A decisão é objeto de recursos judiciais já interpostos, confiando a Administração que os esclarecimentos técnicos e jurídicos serão acolhidos no âmbito próprio.

> Esta nota tem caráter informativo e não substitui as manifestações oficiais nos autos do processo.

 Sobre as fontes de financiamento do evento
- Parte das atrações e despesas do Festejo do Povo será custeada pelo *Governo do Estado, **doações* e *emendas parlamentares*.
- Os valores oriundos de *fontes vinculadas à cultura* têm destinação legal específica e *não podem* ser remanejados para outras áreas, como saúde ou educação, sem quebrar a finalidade legal. Portanto, não se trata de escolha discricionária, mas de cumprimento da lei.
- A Prefeitura divulgará o detalhamento dos recursos por fonte de custeio, objeto, CNPJ contratado e etapa de execução, de forma clara e acessível no Portal da Transparência.

 Sobre os valores mencionados e a narrativa de “farra”
 As matérias mencionam um montante de R$ 1.840.000,00. É importante esclarecer:

| - Nem todo esse valor diz respeito a desembolso do Tesouro Municipal; há *composições diferentes de fontes* e contrapartidas. |
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  - Parte das despesas não tem execução direta da Prefeitura (por exemplo, quando custeadas pelo Estado, doações ou emendas).
  - O cronograma de execução e pagamento está vinculado à realização efetiva de cada etapa, com medições e comprovações.
- A Prefeitura reitera o compromisso com *responsabilidade fiscal* e *transparência*, repudiando qualquer narrativa de “farra” com recursos públicos. Todos os contratos possuem objeto, preço, justificativa, pesquisa de mercado e publicação oficial.

Situação fiscal e obrigações em dia
- Apesar de ter sido obrigada a quitar *mais de R$ 5 milhões* de despesas herdadas da gestão anterior (precatórios e RPVs referentes a 2023 e 2024, além de obrigações previdenciárias não pagas), a Prefeitura informa que:

| - As *obrigações estão em dia*; |
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  - O *salário de julho foi pago dentro do mês*;
  - A execução orçamentária do exercício segue parâmetros legais de equilíbrio e controle.
- A realização do evento não compromete a prestação de serviços essenciais. As dotações específicas e as fontes vinculadas garantem o atendimento simultâneo das áreas prioritárias.

Sobre o direito da cidade ao evento e seu impacto econômico
 O Festejo do Povo é um patrimônio cultural e um *importante vetor de desenvolvimento econômico local e regional*:

| - Gera empregos temporários e renda para comerciantes formais e informais; |
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  - Movimenta setores de hospedagem, alimentação, transporte e serviços;
  - Fortalece a identidade cultural e a autoestima da população.
- A cidade tem direito de planejar e realizar um *evento organizado, seguro e transparente*, respeitando as normas legais e o interesse público.

Sobre alegações envolvendo artistas
- Não procede a narrativa de que artista ou produtores teriam “se envergonhado da cidade” em razão de suposta pobreza. A Prefeitura não recebeu comunicação oficial nesse sentido.
- Eventuais ajustes de agenda decorrem do próprio trâmite contratual e do cumprimento das determinações legais, sempre com respeito aos profissionais envolvidos e ao público.

 Transparência ativa e compromisso com a legalidade
 - A Prefeitura reforça:

| - Publicação de contratos, fontes de custeio e notas de empenho em canais oficiais; |
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  - Atuação integrada dos órgãos de controle interno;
  - Prestação de contas ao Tribunal de Contas e demais órgãos de fiscalização;
  - Cooperação com o Ministério Público e o Judiciário, apresentando todas as informações necessárias.

Perguntas e respostas rápidas
- Os festejos estão cancelados?  
  Não. Até o momento, não há decisão judicial que cancele integralmente o evento. Existem medidas que atingem contratos específicos, as quais estão sendo objeto de recursos.
- Recursos culturais podem ir para outras áreas?  
  Não. Por lei, *recursos vinculados à cultura* não podem ser livremente realocados.
- Como ficam os serviços essenciais durante o evento?  
  Mantidos e reforçados. O planejamento considera limpeza urbana, segurança, trânsito, saúde em regime de plantão e fiscalização.
- Haverá prestação de contas?  
  Sim. O detalhamento por fonte, objeto, valores e execução será disponibilizado nos canais oficiais, garantindo a máxima transparência.
- O que a Prefeitura espera do julgamento dos recursos?  
  Que os esclarecimentos técnicos e jurídicos sejam acolhidos e que prevaleça a correção das informações, sem prejuízo da continuidade do evento nas partes legalmente autorizadas.

 Conclusão
A Prefeitura de Cocal reafirma seu respeito às instituições, seu compromisso com a legalidade, a responsabilidade fiscal e a transparência. O Festejo do Povo é um evento tradicional que movimenta a economia, valoriza a cultura e fortalece a cidade. Seguiremos informando a população por meio dos canais oficiais, com atualizações sempre que houver novos desdobramentos.

Para dúvidas e informações, consulte os canais oficiais da Prefeitura.  

Prefeitura de Cocal  
Assessoria de Comunicação

Resumo do esclarecimento:

 Não há ordem judicial que cancele o Festejo do Povo como um todo. 


- Eventuais decisões atingem contratos específicos e estão sendo objeto de recurso.  
- Recursos vinculados à cultura não podem ser usados para outras finalidades.  
- Obrigações do Município estão em dia, com salários pagos e dívidas herdadas sendo quitadas.  
- O evento é legal, transparente e essencial para a economia e a cultura locais.

Dr. Pessoa no Tinder?

A quem interessar possa: Dr. Pessoa está novamente solteiro. Médico formado no Rio de Janeiro, ex-vereador, ex-deputado e ex-prefeito de Teresina. Um partidão, não é mesmo?

A coluna não tem dúvida de que, se ele entrasse no Tinder, seria um sucesso.

Foto: Reprodução/Divulgação
Dr Pessoa no Tinder? Olha lá, ele está solteiro na praça

Motim virou guerra de protocolo

Após horas de motim no plenário, Motta empurrou à Corregedoria o pedido de afastamento de cinco deputados — Marcos Pollon, Zé Trovão, Júlia Zanatta, Marcel van Hattem e Camila Jara. O tiro foi certeiro politicamente, mas tecnicamente precisa seguir roteiro: Corregedoria, Ética e plenário.

Suspender mandato não é canetada de quem perdeu o controle.

Pessoinha com raiva

O herdeiro do ex-prefeito de Teresina, conhecido como Pessoinha, não engoliu a própria convocação à CPI. A uma fonte, teria avisado que não perdoará nenhum vereador que já ajudou — e prometeu “abrir o bico” sobre os favorecidos.

Se cumprir a ameaça, vai ter muito vereador com insônia e crise de memória seletiva.

Foto: Ascom / Eturb
Pessoinha (ainda em Portugal?)vai a CPI…e vai abrir o bico

O caixa e o caixa 2

Na CPI, o ex-secretário Danilo Bezerra não poupou a turma do “quanto tem pra hoje?”. Contou que era abordado por vereadores até no corredor do supermercado.

Como secretário de Finanças, o “favor” significava liberar emendas e pagamentos a fornecedores.

Não chamem para a mesma mesa

Danilo rompeu com o Pessoinha justamente por não querer atender às ordens do filho do prefeito.

Livrai-nos do “malaman”

Menos mal: livrou-se da fama e, quem sabe, de um inquérito futuro.

CPI ou acerto de contas?

Numa CPI como essa, a primeira obrigação é separar o que é vingança do que é trabalho. O problema é que, na política, um cala-boca vale mais que um relatório final.

Fique de olho em quem os vereadores vão poupar — seja por gratidão aos favores de ontem, seja pelo pavor do que pode vir à tona amanhã.

Planejamento de bolso

Por muito tempo, o trono mais cobiçado da Prefeitura não foi o do prefeito, mas a cadeira do Planejamento. Lá sentou o ex-ministro João Henrique, que sabia como poucos a arte de “endereçar”. Em Teresina, planejamento não era só mapa de obras — era GPS de recursos dos empréstimos.

Banco da frente

Nos bastidores, comenta-se que até um motorista do ex-prefeito Dr. Pessoa teria visto — e ouvido — de tudo durante a gestão. A ponto de, segundo fontes, já ter confidenciado que, “se a coisa desandar”, toparia uma delação premiada.

Quando o Lourival Parente tremer

Está na hora de a Polícia Federal reler o depoimento da amante que denunciou o empresário que, segundo ela, teria participado dos esquemas da Fundação Municipal de Saúde na gestão Pessoinha — ou melhor, Dr. Pessoa. Se cruzarem o que ela contou com as revelações de Robert Rios, não cai só a casa. Cai o Lourival Parente inteiro.

Não reme não pra você ver…

Na espontânea do Data AZ para governador, mais de 60% dos eleitores não sabem em quem votar. É desinteresse? Sim. Mas também é incompetência de quem deveria, no mínimo, merecer a consideração do eleitorado.

O jogo não está ganho para Rafael Fonteles. Nem perdido para a oposição. Ainda mais em Teresina, onde a água de dois rios passa sob as pontes e a política muda de curso como as correntezas — ora calma, ora cheia, sempre traiçoeira.

Central de recadosNão é mais a Sol quem manda os recados do Dr. Pessoa pelo WhatsApp. Agora, a função passou para outra sobrinha — e direto do próprio telefone do ex-prefeito. Antes, o ritual era quase burocrático: ele ligava para a Sol, ela gravava de um telefone e encaminhava de outro.
 

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