Mainha candidato
Mainha lançou-se candidato a governador pelo PL. Mas a própria cúpula já apoia outro nome. Os problemas internos são tantos que já se apela à direção nacional para intervir no Piauí.
Desarmonia
No palanque do PL, durante a manifestação de domingo em Teresina, até dirigente do partido agrediu uma jornalista.
Ele a empurrou e a xingou podendo provocar sérias reações do marido e pessoas próximas.
Harmonia ?
Nas redes sociais, no entanto, tentam vender uma imagem de harmonia. Mas, fora delas, o povo desconhece o cabo de guerra interno no PL-PI, que já não é tão interna e acontece em grupos de WhatsApp.
Cadê Mainha?
A última notícia é que os atuais comandantes do PL no Piauí deram um canto de carroceria no candidato Mainha. A opção já manifestada publicamente é pela candidatura do jornalista Toni Rodrigues.
Intervenção
O ambiente exige urgente intervenção nacional, porque até a veterana professora Sandra Ramos acaba de ser “amigavelmente” escorraçada da liderança do PL 60+.
Segundo o presidente do partido, Thiago Junqueira, que a afastou do 60+, é de que Sandra estaria doente e ela teria dito isso a ele.
Tô, não!
Em resposta, no grupo de WhatsApp e que a coluna teve acesso, a professora disse que estava indisposta, não doente e que anda muito bem de saúde e, que irá a Brasília comentar o que ocorre aqui.
Confusão muita, união nenhuma.
Ah!
Entre os bolsonaristas corre a história de que até uma mulher importante do PL teria sido agredida, empurrada por intervir numa reunião. O suposto agressor (que depois será revelado) alega que gosta é de amar, não de espancar mulher.
A união e a limpeza
O partido precisa sentar, conversar e resolver esses problemas que já não são mais internos, pois os prints circulam em grupos de WhatsApp, inclusive enviados por gente com cargo do partido e feito em meio a todo mundo, e já roda nas conversas de jornalistas e na mesa dos políticos.
O erro
O jornalista que organizou o evento de ontem, tentou unir Toni e Mainha, deu espaço para todos e tentou apaziguar as situações do partido mesmo que internamente, mas fracassou por achar que política é feita por pessoas maleáveis e de boa fé. Terminou vendo mais um fracasso e uma eleição em vias de se perder novamente se nada for resolvido.
Tiago, cuidado
Tiago Junqueira precisa resolver os problemas do partido, sua cabeça está a prêmio e ele precisa ter muita coragem e sangue frio agora. Todos querem esses problemas, inclusive aliados, para que sua gestão seja posta em cheque.
E ele precisa resolver para que não seja considerado leniente, pois se espera que sua fama de gestão no agro, se repita na política e ele é a cara do bolsonarismo aqui.
Se ele crescer, cresce a causa.
Caixa eletrônico
Uma fonte avaliou que muitos enxergam em Tiago um verdadeiro “caixa eletrônico”: querem sair candidatos e, para isso, partem para o ataque contra ele, para o pressionar. A falta de experiência política do dirigente estaria sendo explorada por aliados, que tentam ludibriá-lo. Segundo a mesma fonte, Tiago precisa aprender rapidamente “como fazer as coisas e quem é quem”.
É golpe?
A federação União Progressista, recém-formada pela aliança entre União Brasil e PP, anunciou na semana passada o desembarque do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, prometendo apoiar uma candidatura contra o petista em 2026.
Não é golpe?
Nenhuma novidade se poderia esperar de duas siglas situadas mais à direita no espectro político brasileiro e que, nos últimos anos, vêm acumulando força no Congresso e também nos Executivos estaduais e municipais.
A força estranha
Causa espécie que as duas agremiações tenham o despudor de comunicar o divórcio com o governo federal e, ao mesmo tempo, articular formas de preservar seus indicados em cargos federais, como ministérios, estatais e outros postos de poder espalhados pelo país.
Mamou?
No popular, diz-se que querem largar as obrigações sem abrir mão das “tetas suculentas da viúva”.
O comando e a ordem
Antonio Rueda, presidente do União Brasil e um dos principais defensores do rompimento, junto com Ciro Nogueira, definiu que o desembarque seria obrigatório apenas para detentores de mandato, abrindo brechas para a manutenção de nomeações políticas e dos cargos de seus protegidos.
Sabido. Muito esperto.
Oportunismo ou estratégia?
Para além da hipocrisia estratégica e do oportunismo rasteiro, o gesto da União Progressista revela algo mais duradouro sobre o presidencialismo de coalizão no Brasil.
Oportunismo ou estratégia?
Para além da hipocrisia estratégica e do oportunismo rasteiro, o gesto da União Progressista revela algo mais duradouro sobre o presidencialismo de coalizão no Brasil.
Esse movimento sinaliza um aprofundamento de atitudes predatórias, em que políticos enxergam o Estado pelas lentes das oportunidades pessoais que possam desfrutar, sem preocupação com projetos relevantes para o país.
Isso não vai acabar tão cedo: os políticos gostaram dos espaços conquistados desde o governo Bolsonaro.
Desmentindo
Enquanto a mídia convencional espalha a versão de que se articula um cenário eleitoral sem Jair Bolsonaro, Ciro Nogueira tratou de desmentir que o ex-presidente seja carta fora do baralho.
Postagem
Em seu perfil no X, afirmou que é boato a ideia de que o Centrão pretende abandonar Bolsonaro, como noticiou a Folha de S.Paulo.
Resposta de Ciro
No X, Ciro escreveu:
“Aviso aos intrigueiros: Bolsonaro é o maior líder popular da Direita brasileira. Não existe Direita sem Bolsonaro, assim como não existe PT sem Lula. Quem tem projeto de escantear Bolsonaro é Lula e seus sabujos. TUDO passa por BOLSONARO. Ou não passará.”
Quem é?
E já descobriram o vice-prefeito de uma cidade do Norte do Piauí que, a cada pagamento de folha nas repartições estaduais, sai de casa em casa para cobrar sua parte dos empregos que distribuiu?