Pau no Nel
Ontem, segunda-feira (8), a jornalista Honorina Reis de Melo registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil contra o dirigente do movimento Avança Piauí e vice-presidente do PL no Piauí, Manoel Lopes, o “Nel do Avança”.
Como foi?
O episódio teria ocorrido no domingo (7), durante ato político na Avenida Raul Lopes, no complexo da Ponte Estaiada, em Teresina.
De acordo com o registro, a jornalista afirma ter sido alvo de ofensas verbais como “esquerdista filha da puta” e “feminista de merda” e, que foi alvo de um empurrão.
O registro
A ocorrência foi lavrada na 6ª Delegacia Seccional, sob responsabilidade do delegado a Arthur Barros Leal e do investigador Inaldo Pereira de Moura, que darão sequência às apurações.
A ficha
Nel do Avança parece já ter uma folha corrida recheada de agressões e outros registros no comércio local nada republicanos.
Negócio em família
Felipe Sampaio vai abrir mão de disputar a reeleição de deputado estadual para ceder a vaga ao pai Themístoles, em 2026.
Mas vai saltar bem alto. Será o candidato a primeiro suplente na chapa do senador Marcelo Castro.
Olha ele ali!!!
O que o deputado Ziza Carvalho vende ou compra?
Pelo sim, pelo não, ele está na comitiva de Rafael à China.
Será que vai, juntamente com o solícito Kennedy, dar segurança jurídica aos negócios?
Devagar, Capote!
Diz o GP1 que a Prefeitura de Barras, sob gestão de Edilson Capote, firmou contrato de R$ 1,328 milhão com a empresa Yucca Engenharia para serviços de dedetização em 76 unidades públicas.
O valor representa sete vezes o capital social da contratada (R$ 200 mil), que tem sede a 500 quilômetros do município.
Capacidade
A empresa, especializada em energia solar segundo suas redes sociais, apresentou apenas um atestado de capacidade técnica datado de agosto de 2024 para comprovar experiência em controle de pragas.
E mais…
O contrato utiliza verbas do Fundeb, Fundo Municipal de Assistência Social, FPM e ICMS - recursos destinados a áreas prioritárias como educação e saúde.
A contratação abrange dedetização de 45 escolas, 21 postos de saúde e 10 prédios administrativos. A incompatibilidade entre o ramo de atuação declarado pela empresa (energia solar) e o objeto contratado (controle de pragas) levanta questionamentos sobre a adequação técnica e a lisura do processo licitatório.