Direto da Redação: senador e deputados federais tirarão licença
O motivo, por escrito, pode ser “doença”, mas todos querem mesmo é cair na campanha eleitoral
Três suplentes
Não se fala em outra coisa que não sejam as licenças de três congressistas do Piauí para abrigar vagas aos suplentes.
Sairiam de licença os deputados federais Júlio César e Júlio Arcoverde e o senador Ciro Nogueira.
Nenhum deles confirma ou desmente os burburinhos.
Três suplentes 2
Caso os três deixem os cargos por até 120 dias, assumem os suplentes Fabio Abreu (Júlio César), Elmano Ferrer (Júlio Arcoverde) e Gil Paraibano (Ciro Nogueira).
E ela?
Está faltando Jussara Lima se afastar para dar vaga ao segundo suplente. Ao que parece, havia um acordo. Não é?
Dois suplentes
Enquanto isso, na Câmara Municipal de Teresina, a longa temporada de retorno dos titulares do PP, Ismael Silva e Aluísio Sampaio, mantém os suplentes Samanta Cavalca e Pedro Alcântara em um limbo parlamentar.
Os dois vereadores, que ocupam os cargos de secretário da Educação (Ismael) e (SDU Sul), devem voltar somente no fim deste mês às pastas.
Acabou?
Dirigentes e frequentadores do bar do PL mais que depressa apagaram de suas redes sociais todas as postagens sobre os “momentos de descontração” etílicos, das reuniões em Teresina.
Acabou o que era doce!
O Coala, o Panda e Mainha
Definição (nada generosa)que uma leitora fez do candidato Mainha e exigiu a publicação:
“O mainha não fede e nem cheira. Ele é igual um coala, igual a um Panda. Ele desafia a teoria da seleção natural. Coala e Panda são bichos que não são predadores, não conseguem se camuflar, são mortos de preguiça; facilmente seriam devorados, não fazem uma reprodução acelerada, é um aqui e outro lá e acolá e mesmo assim ainda estão vivos até hoje. Ninguém explica como. A mesma coisa o Mainha: nem é peixe e nem carne. É morno demais. A impressão que se tem é, se pagarem direitinho, dá certo. Ele ja andou passeando dos dois lados. Se ele está do lado do Lula, não compra briga, se do lado do Bolsonaro, tambem não. Não fede, nem cheira.
Acordo esquisito
De Ricardo Noblat, no X:
“Deputados do PL fecharam um acordo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para Eduardo Bolsonaro (PL-SP) virar líder da minoria na Casa.
O acerto visa permitir que Eduardo, que esta autoexilado nos Estados Unidos desde fevereiro, não perca o mandato por excesso de faltas — como líder, ele terá a prerrogativa de justificar as ausências. (Metrópoles)”
O Estadão
Já O Estadão, cobra, em editorial, a cassação do mandato de Eduardo:
EDITORIAL: O que falta para cassar Eduardo? – Sob risco de ser tida como cúmplice das ações de lesa-pátria deste traidor do Brasil, Câmara precisa, definitivamente, livrar-se de um estorvo que trabalha dia e noite para desmoralizá-la bit.ly/47KCAIt (via @opiniao_estadao)
A culpa é do Tarcísio?
Informa-se pelo X que o ex-delegado-geral de SP, assassinado ontem, deu entrevista há duas semanas à CBN se queixando de não ter segurança nenhuma contra o PCC
“Eu tenho proteção de quem? Eu vivo sozinho aqui na Praia Grande, que é o meio deles. Hoje eu não tenho estrutura nenhuma”, disse.
Tá ficando ruim
Deputados estaduais e federais do Piauí já trabalham com a dura realidade de que será difícil conseguir derrubar o veto de Lula ao projeto de lei que ampliou a quantidade de bancadas na Câmara para permitir que não haja redução no número de deputados em estados como o Piauí.
Amanhã faz dois meses que o presidente Lula vetou a lei.
Rodando
Isso faz com que a eleição do Piauí no ano que vem, para os que têm mandato, seja como aquela dança das cadeiras, em que há mais pessoas para sentar-se que assentos.
Se o veto de Lula não for derrubado, de cara já vão rodar seis dos atuais deputados estaduais e dois dos federais.
São oito nomes que rodam debaixo do boi.
Tá osso
Passados dois meses do veto, os partidos se mexem pouco na direção da derrubada. O PL, partido de Jair Bolsonaro (PL), está contabilizando os votos para tentar reverter votos para derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o projeto que aumenta o número do cadeiras na Câmara de 513 para 531.
Troca
O PL propôs a Hugo Motta (PB-Republicanos) votar o projeto em troca de apoio à anistia.
Segundo as contas do PL, o partido pode garantir até 70 votos contra o veto, o que interessa ao presidente da Câmara, ele mesmo com o pescoço a prêmio em face da redução da bancada da Paraíba.