Direto da Redação: governo vai abrir 2026 com milionária licitação

Será execução das obras de implantação e pavimentação da BR-235, na divisa entre Piauí e Bahia

Super licitação

É de R$ 379,788 milhões o valor da licitação que a Secretaria de Transportes do Piauí está realizando para contratação de empresa para execução das obras remanescentes de implantação e pavimentação asfáltica da rodovia BR-235, no trecho entre a divisa de Piauí e Bahia e a divisa entre o Piauí e o Maranhão (Alto Parnaíba).

Foto: Ascom/ Governo do Estado

Modal rodoviário

Fazer pavimentação seria da competência de uma secretaria de obras, mas como essa não mais existe no organograma do governo, a de Transportes, que só deveria se ater ao modal rodoviário, faz obra de asfalto e também de calçamento.

E, assim como a de Turismo faz também esse tipo de obras, a de Transportes também atua no turismo.

E todos ficam bem, ricos.

Super licitação 2

A milionária licitação, marcada para ocorrer em 7 de janeiro de 2026, prevê obras ainda no subtrecho entre a divisão do Piauí e Bahia, no entroncamento da BR-235 com a BR-135 (Bom Jesus), com os seguintes segmentos: km 19,12 ao km 19,84 / km 74,51 ao km 75,73 / km 92,17 ao km 150,68, com extensão remanescente de 60,45 km.

A lista

Vale arriscar quem serão os construtores?

Programa

Um decreto lacônico de quatro parágrafos criou no Piauí o Programa Estadual Mais Formação Mais Renda, destinado à expansão da oferta de cursos de formação profissional e superior no Estado do Piauí.

Não há mais explicações além do nome do programa no texto legal que o criou, assinado pelo governador do Estado, Rafael Fonteles (PT), e pelos seus secretários Washington Bandeira (Educação) e Ivanovick Pinheiro (Governo) e André Santana (Inteligência Artificial).

Radares

Teresina é a sexta capital na relação entre radares e veículos. Aqui, existe 1,95 radar de velocidade para cada grupo de 10 mil veículos.

Em João Pessoa (PB) a relação é de 3,75 para 10 mil; em Fortaleza, de 3,67; em Recife, 2,92; em Salvador, 2,31; e em Natal, 2,21.

Foto: Reprodução
Radar de trânsito

Observatório

Os dados são do Observatório Nacional de Segurança Viária, em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR).

O estudo apontou que a cidade brasileira com maior quantidade de radares é Brasília, com 7,5 por 10 mil veículos.

Chuva demais

Meteorologistas falam em um volume de chuvas no Piauí nos primeiros meses de 2026 muito, mas muito superior ao que se deu no mesmo período deste ano.

Intensidade o bastante para criar muitos problemas, sobretudo em estradas malfeitas, obras de arte em rodovias (pontes, bueiros, passagens molhadas), idem; e barragens mal conservadas que podem ser levadas pela força das águas.

Foto: Werton Rios
Piauí deve ter acumulado de chuvas maior nos primeiros meses de 2026

Trabalho informal

Receita Federal estará de olho no trabalho informal a partir de 2026.

Trabalho informal terá que pagar imposto.

É Lula tirando o que deu.

ORAÇÃO DO DIA!

Oi, Deus! Obrigado por este novo dia. Eu creio que nada foge ao Teu controle e que nenhuma situação é maior que o Teu poder. Senhor, governe a minha vida, minhas ações e minhas decisões com sabedoria, paz e direção. Amém!

Versículo do dia:
“Pois o Senhor é Rei e governa as nações”. (Salmos 22,28)
Bom dia! 
A paz do senhor.

O transporte em Parnaíba

Encaminharam à coluna a pergunta: o que está acontecendo com o transporte público de Parnaíba?

E já respondem:  “não é apenas crise, é colapso anunciado. As cooperativas COOPERTRANP e ASSEMROUP estão sustentando, sozinhas, um sistema que deveria ser responsabilidade compartilhada. Hoje, elas operam no limite da sobrevivência, enquanto esperam, cansadas, por respostas que nunca chegam”.

Foto: Reprodução
A frota urbana parnaibana

Vamos aos fatos, sem rodeios:

.  a prefeitura não repassa um único centavo para custear a gratuidade;

• A maioria dos passageiros utiliza sem pagar nada, porque a lei permite, mas ninguém banca a conta!

• A meia-passagem virou terra sem lei: sem fiscalização, qualquer um usa, e o prejuízo explode;

• Os veículos saem para rodar sabendo que talvez nem consigam pagar o combustível do dia;

• Manutenção? Só quando quebra de vez — porque dinheiro não existe;

• Contratação de mais cobradores? Impossível

• Renovação de frota? Um sonho distante;

• Operação aos domingos e feriados? algo totalmente inviável.

• Proprietários abandonando linhas por desespero financeiro.

Cadê a resposta?

Só falta o prefeito Francisco botar a culpa no Mão Santa e na deputada Gracinha.

Vem cá…

Prenderam o W Moura? 
Mode quê?

Racha no Palácio

Informou o jornalista Ribas Netto sobre a queda do tenente-coronel Zethe Viana Machado da Corregedoria da PM, o que não passou despercebido. A portaria publicada no Diário Oficial confirmou aquilo que já se comentava nos bastidores: o governo Rafael Fonteles iniciou uma limpeza interna que atinge diretamente o grupo de Wellington Dias.

Foto: Reprodução
Zethe é mais um do grupo de Wellington que foi botado pra fora da gestão de Rafael 

Wellington perde espaço

Zethe é considerado homem de confiança de Wellington e de Rejane Dias. Sua saída da função estratégica e a transferência para o QCG foram lidas como sinal claro de esvaziamento do grupo histórico que comandou o Estado por quase duas décadas.

Velha guarda fora do jogo

Antes mesmo de Zethe, diversos ex-secretários dos governos Wellington já haviam sido discretamente empurrados para fora da linha de frente. Nomes tradicionais do PT – alguns que acompanharam Wellington desde o início – perderam cargos, influência e protagonismo.

Aliados também atingidos

Secretários e dirigentes que entraram no governo Rafael justamente por indicação do grupo de Wellington também foram colocados de lado nos últimos meses. Em comum: todo mundo com DNA wdeltoniano está sendo afastado das posições de comando.

Divisão explícita

O recado político é claro: Rafael e Wellington não estão mais completamente alinhados. A convivência institucional segue, mas o apoio interno – que deveria ser automático – não está garantido.

Efeito na oposição

A crise interna abre espaço para a oposição, que observa o movimento e percebe a fragilidade. Nos bastidores, cresce a leitura de que Wellington pode, silenciosamente, favorecer nomes como Joel Rodrigues ou Margarete Coelho, com quem mantém bom trânsito.

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