Elogio conveniente
O deputado federal Júlio César (PSD-PI) elogiou Wagner Moura, que ganhou o Globo de Ouro com o filme O Agente Secreto, que retrata a perseguição política e a repressão durante a ditadura militar.
A manifestação adocicada de Júlio contrasta com sua própria origem política: em 1973, tempo ínclito e tenebroso, ele foi nomeado prefeito de Guadalupe pelo regime, após indicação do então governador Dirceu Mendes Arcoverde e nomeação do presidente Ernesto Geisel, quando era filiado à Arena, partido de sustentação da ditadura.
Denuncia violência
O longa dirigido por Kleber Mendonça Filho é ambientado em 1977 e denuncia vigilância, censura e violência de sistemas de poder durante o período do regime, aquele mesmo sistema autoritário que abriu caminho para o início da carreira pública de Júlio César, que já está há quase 50 anos no poder.
Ditadura, a opção
Não custa lembrar que, desde seu primeiro emprego, o de interventor, ele vem se mantendo e sempre com o carimbo de governista.
Principalmente agora num governo que se suspeita caminha para o socialismo, com tendência a implantar a ditadura do proletariado. E quer subir um degrau, ser senador.
Reações
No Twitter, o deputado já levou uma pancada de um jornalista.
Leia o que Ribas Doran disse:
Outro leitor:
“Eu fico sinceramente imaginando como um homem de quase 80 anos, que fez carreira na ditadura militar criticada por esse filme, pode postar esse tipo de conteúdo”.
ORAÇÃO DO DIA!
Oi, Deus! Um novo dia se inicia, e o Senhor renova as minhas forças, derrama a Tua paz sobre o meu coração e me guarda de todo mal, visível e oculto.
Eu estou debaixo da Tua bênção e da Tua proteção. Amém!
Versículo do dia:
_“O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, nele fui socorrido”. (Salmos 28,7a)_Bom dia!A paz do Senhor Jesus Cristo
Contas reprovadas da Flora
A conselheira do Tribunal de Contas do Estado do Piauí, Flora Izabel, agora também tem um problema familiar com a contabilidade: a própria. Cobrada na Justiça por uma dívida de quase R$ 250 mil em imposto de renda, ela experimenta, no papel de contribuinte, a mesma situação que analisa com lupa nos processos de prefeitos e gestores. Pelo visto, as contas da conselheira andam tão organizadas quanto as de muitas prefeituras que ela costuma julgar, isto é, com déficit, parcelamento rompido e risco de execução.
Ironias da fiscalização.
Olha a coincidência
Tiago Junqueira e Júlio César Lima se veem bem à vontade num fortuito encontro em passeata de Regeneração.
Os dois se dizem candidatos ao Senado.
Aparentemente, com as mesmas chances. Nenhuma. É a força e incentivo do Fundão.
Coluna em desenvolvimento…