Boicote
Durante a gestão de Dr. Pessoa, uma briga interna pelo poder da comunicação gerou um apagão de quase dois anos na comunicação.
Proposital?
Diziam que era proposital para, sem agências para criar campanhas e acessos aos veículos de comunicação, o então vice, Robert Rios, se posicionaria na hora certa com seu candidato, Jeová Alencar.
O plano falhou. A gestão foi um fracasso. Mas lavaram a burra com o dinheiro da comunicação depois.
O fracasso se repete
Robert não está mais na prefeitura (amém). Mas Jeová Alencar, sim (cruz, credo). E parece que o modus operandi é o mesmo: apagão nos dois primeiros anos para queimar o prefeito, agora, Sílvio Mendes.
“Confiai, mas vigiai”, Sílvio.
Sílvio Mendes tá confiando demais no seu entorno. Ou arrogante demais para não perceber que estão fazendo o mesmo com ele o que fizeram com o Pessoa.
O poder na contramão
Desde que assumiu a prefeitura de Teresina, Sílvio Mendes anunciou que faria licitação para definir as agências de publicidade que construiriam a imagem de sua gestão.
Ele já está entrando no segundo ano e, como se sabe, o procedimento licitatório sempre demora no mínimo oito meses.
Já se vai para o próximo ano.
Decisão estranha
O estranho é que ninguém do MP está sabendo dessa desídia, onde o gestor faz do recurso público o que bem entende e gerando comentários de que paga a uns e outros não numa espécie de caixa paralelo. A coluna dá o voto de confiança, acha que Sílvio não está pagando a ninguém.
O depósito
Ora, se diz muito em bastidores que tem secretário armazenando dinheiro em casa.
Isso é tão medieval, ilegal e perigoso.
Poucos amigos
Um dono de um desses grandes veículos chegou a lamentar a falta de acesso ao prefeito porque Sílvio mantém distanciamento proposital. “Ele faz logo uma cara de poucos amigos para intimidar”, diz um diretor de TV.
De fato, o prefeito não responde às mensagens.
O esquecido cansou
Então, está cada vez mais difícil compreender por qual razão o prefeito Sílvio Mendes continua renovando contratos indefinidamente, sem as licitações devidas.
Os protetores vão às farras
Lembremos que já foi assim no lixo, e continua também no setor de comunicação, onde as agências se revezam, entre as protegidas, para os pagamentos devidos, sem que se saiba exatamente os valores, os serviços, quem são os protetores ou os apadrinhados.
Os protegidos não se fartam
Vez por outra se imagina saber o que realmente está acontecendo na PMT. Mas, na prática, Sílvio está repetindo, também nesse segmento, o jeito de trabalhar de Dr. Pessoa, de tristes recordações.
Acaba não sendo justo que o povo que escolheu o Sílvio passe por tantos dissabores e transtornos.
O povo paga o pato
Se, por todos os lados, a cidade está suja, esburacada, e são poucos os serviços a mostrar para a sociedade, as campanhas publicitárias podem pelo menos servir para conscientizar o cidadão, especialmente no sagrado direito de cobrar mais atuação da prefeitura, do prefeito e dos vereadores. Não é isto, não?
Notas e insulto
O governo do Piauí soltou duas notas sobre eventos negativos a lhe atingir: o fim do projeto de hidrogênio verde e a volta da cobrança de imposto sobre energia solar de geração isolada. Nos dois casos, insultou a inteligência dos contribuintes.
Troca
O insulto primeiro é o de dizer que o projeto que a espanhola Solatio anunciou estar desistindo em verdade está sendo reconfigurado. A peneira usada evidentemente não cobriu o sol, esse poderoso detergente contra mentiras e afins.
Fato gerador
No segundo caso de insulto à inteligência da escumalha, a Secretaria da Fazenda disse que a cobrança do ICMS para quem gera energia solar em unidades isoladas não se dava sobre a produção, mas sobre serviços de transmissão.
Ora, o imposto segue sendo cobrado, não importando o seu fato gerador, ou seja, o governo vai cobrar o tributo fingindo que não cobra.
Data center verde
O governo estadual informou que haverá no Estado um “data center verde”, como se fosse possível existir uma planta desse tipo que produzisse créditos de carbono e não uma emissão em escala industrial.
Data centers gastam muita energia e água e isso não os faz verdes em nenhum lugar do planeta.
Diferença
O hidrogênio verde, que em tese produz créditos de carbono, certamente pode ser vendido sob a ideia de sustentabilidade ambiental, sobretudo considerando que há quem considere exagerado o alarme sobre o consumo de água em sua produção.
O datacenter consome água e energia e não devolve nada de créditos de carbono.
É a economia….
Vamos lá: o cancelamento do projeto de hidrogênio verde pode ter muito mais a ver com inviabilidade econômica que com impactos ambientais.
Há uma série de estudos a demonstrar, ao menos por enquanto, a falta de viabilidade econômica para esse combustível. Gasta-se energia demais para produzir outra forma de energia, ou seja, não dá negócio.
… estúpido!
Ora, alguém precisa fazer contas: os carros elétricos que poderiam se beneficiar de cápsulas de hidrogênio se tornaram mais baratos, ainda que sejam muito mais caros que carros movidos por combustão de derivados de petróleo, que seguem imbatíveis no custo para o consumidor.
Ou seja, a aposta em hidrogênio verde pode ser premiada, mas num horizonte ainda distante.
O candidato da renovação em Parnaíba
Os Parnaibanos que gostam de votar em seus ilustres filhos terão uma opção para Deputado Estadual, além da Deputada Gracinha, que disputará a reeleição. O Jornalista Arlindo Leão, Ex Secretário Municipal em diversas pastas e Governos, é Pré Candidato a Deputado Estadual, apoiado por setores culturais, empresariais, centros acadêmicos, médicos e por um grupo de 6 Ex Secretários do Governo Mão Santa.
A renovação faz bem e os candidatos de fora terão um adversário filho da terra!