Narrativas, mentiras…
Na política, quando a narrativa corre mais rápido que os fatos, alguém precisa parar, respirar e organizar a história como ela realmente aconteceu.
Nos últimos dias, tentou-se vender à opinião pública a ideia de que o fato de o candidato a vice-governador da chapa governista não ter sido escolhido diretamente por Wellington Dias representaria uma derrota pessoal.
Amigos do “índio” dizem que essa leitura é superficial — e, sobretudo, equivocada.
Sem imposição
“Quem acompanhou os bastidores sabe que nunca houve imposição, muito menos ressentimento. Ao contrário: desde o início, Wellington sempre manifestou preferência por uma solução que preservasse a unidade política e reduzisse tensões internas. A defesa da candidatura de Júlio César ao posto de vice-governador era, nesse contexto, um movimento de acomodação política, não de disputa de poder”, avalia um seguidor do senador.
E os fatos falaram por si.
Depois da escolha de Washington Bandeira para a vice, o que se viu foi o agravamento das tensões e, posteriormente, o rompimento entre o Movimento Democrático Brasileiro e o Partido Social Democrático.
Ou seja: aquilo que era tratado como mera hipótese revelou-se um risco real. “E Wellington, nesse episódio, demonstrou leitura política antecipada — algo que só a experiência costuma ensinar”, fala o amigo do senador.
Não foi assim, não!
Chegou à coluna a informação de que também não corresponde à realidade a narrativa de que Wellington teria tentado impor o nome do próprio filho para a vice. Essa versão circulou mais como ruído político do que como fato concreto. O que existiu, diz a fonte, foi uma avaliação estratégica: reorganizar a chapa para reduzir conflitos e, ao mesmo tempo, abrir espaço para a construção de novas lideranças, inclusive no cenário de uma candidatura ao Senado.
Tirando votos…
Outro ponto que merece esclarecimento é a acusação de que Wellington estaria “tirando votos” de companheiros de partido.
“Essa crítica ignora um dado elementar da política: liderança constrói capital eleitoral ao longo do tempo. E, no caso de Wellington, esse capital foi acumulado em décadas de mandatos — vereador, deputado estadual, deputado federal, quatro vezes governador e senador”, declara um deputado.
Reorganizar a base
Não é segredo para ninguém que diversos parlamentares chegaram à Assembleia com forte apoio político e eleitoral do então governador. Isso faz parte da dinâmica partidária. O que mudou agora não foi a retirada de votos de terceiros, mas a decisão de reorganizar a própria base eleitoral — direcionando-a para projetos políticos em que exista confiança e alinhamento estratégico.
Os votos deles voaram
Essa “reorganização” deve ter tirado votos dos deputados Carlos Augusto, Vinicius Kalume, Helio Isaías, Gil Carlos Firmino Paulo, Helio Isaías e Ziza Carvalho. Tem mais: Vinicius Nascimento, Fabio Novo, DuDu, João de Deus, Elzuila Calisto. “Todos viraram as costas para Wellington”, sustenta o interlocutor.
Conclusão freudiana
E aí conclui o defensor do senador: “a reação contrária, portanto, não decorre de perda, mas de redistribuição.
É a política voltando ao seu eixo natural: cada liderança cuidando do seu capital político”.
Vorcaro e seus advogados
Pergunta que não quer calar: tendo quase 100 advogados, entre eles Marcus Vinicius Furtado Coelho — com os quais gastou mais de R$ 300 milhões, com apoios de ministros (e os do STF), parlamentares, delegados, como se explica que Vorcaro continue preso?
Por isso que ele se desespera na prisão. Também sem saber que logo eles o abandonaram.
Furtado foi o povo
Advogados como André Marsilia fazem trocadilhos com o nome de Marcus Vinícius Furtado Coelho por conta dos quase R$ 30 milhões que Marcus recebeu de Vorcaro: “Furtado sou eu; furtado foi o povo”.
Nova rádio em Picos
A Fundação de Apoio à Comunicação Cristã recebeu autorização para o serviço de radiodifusão sonora em Frequência Modulada (FM) no município de Picos.
Emergência por motivo de seca em terra molhada
Vejam só como é a burocracia de Brasília. Na segunda-feira, 13 de abril, saiu portaria da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil reconhecendo situação de emergência nas cidades piauienses de Bertolínia, Jacobina do Piauí, Bonfim do Piauí e Várzea Branca em razão de estiagem.
Em todas essas cidades, chuvas que ocorrem desde dezembro têm criado problemas como alagamentos e até destruição de estruturas em razão de ventos fortes.
Jacobina
Para quem duvida, um vídeo de uma enxurrada em Jacobina do Piauí em 3 de fevereiro deste ano.
https://www.youtube.com/shorts/2w-lSOKjXxM
Carro-pipa, indústria lucrativa
Enquanto isso, segue a Divisão de Credenciamento do Escritório Avançado da Operação Carro-Pipa da 10ª Região Militar, em Teresina, fazendo cadastramento de veículos em cidades como São Raimundo Nonato, Lagoa do Barro do Piauí, Curral Novo do Piauí e Fartura do Piauí.
Adutora, o negócio lucrativo
Depois de muito fazer calçamento, a Secretaria de Irrigação e Infraestrutura Hídrica do Piauí está promovendo uma licitação no valor de R$ 19,153 milhões para implantação de adutora (65.673 m) ligando o poço da localidade Lagoa do Buraco, no município de Dirceu Arcoverde, à zona urbana do município de Fartura do Piauí.
Rafael nem sabe.
Móveis planejados para Guaribas
Soma R$ 686,2 mil o registro de preços para futura e eventual aquisição de móveis planejados destinados à adequação, organização e melhor aproveitamento dos espaços físicos das unidades administrativas da Prefeitura e das Secretarias Municipais de Guaribas, no sudeste do Piauí.
Quadras e escola
Em Cristino Castro, de uma lapada só, a prefeitura está licitando a construção de quatro quadras esportivas nas escolas municipais Cleomenes Benvindo, Waldemiro Oliveira Lima, escola da localidade Várzea Grande e Creche Tia Lourdes.
Carros novos em Jacobina
É de R$ 1.295.142,00 o registro de preços para futura e eventual contratação de empresa especializada para o fornecimento de veículos automotores novos, zero quilômetro, destinados a atender às necessidades das diversas Secretarias do Município de Jacobina do Piauí.
Oração do Dia
Que hoje Deus renove suas forças e ilumine seus caminhos.
Que esta terça-feira seja leve, produtiva
e cheia de paz no coração.
Que a presença do Senhor te acompanhe em cada detalhe
e te lembre que você não caminha sozinho(a).
Siga com fé — Deus já está cuidando de tudo. ✨
🙏 BOM DIA! A PAZ DO SENHOR JESUS CRISTO 🙏
Treinamento na saúde
A mesma prefeitura de Jacobina do Piauí está disposta a pagar R$ 528 mil por serviços de capacitação, treinamento e qualificação profissional continuada para os profissionais da área da saúde.
Material de expediente
Em Jardim do Mulato, cidade do Médio Parnaíba, a prefeitura está fazendo licitação para o fornecimento parcelado de material de expediente para atender às necessidades da administração pública municipal no valor de R$ 2.795.499,12.
Casas
Massapê do Piauí vai construir unidades habitacionais, vulgo casas, pelo valor de R$ 2.356.679,95.
Narrativas, mentiras…
Na política, quando a narrativa corre mais rápido que os fatos, alguém precisa parar, respirar e organizar a história como ela realmente aconteceu.
Nos últimos dias, tentou-se vender à opinião pública a ideia de que o fato de o candidato a vice-governador da chapa governista não ter sido escolhido diretamente por Wellington Dias representaria uma derrota pessoal.
Amigos do “índio” dizem que essa leitura é superficial — e, sobretudo, equivocada.
“Quem acompanhou os bastidores sabe que nunca houve imposição, muito menos ressentimento. Ao contrário: desde o início, Wellington sempre manifestou preferência por uma solução que preservasse a unidade política e reduzisse tensões internas. A defesa da candidatura de Júlio César ao posto de vice-governador era, nesse contexto, um movimento de acomodação política, não de disputa de poder”, avalia um seguidor do senador.
E os fatos falaram por si.
Depois da escolha de Washington Bandeira para a vice, o que se viu foi o agravamento das tensões e, posteriormente, o rompimento entre o Movimento Democrático Brasileiro e o Partido Social Democrático.
Ou seja: aquilo que era tratado como mera hipótese revelou-se um risco real. “E Wellington, nesse episódio, demonstrou leitura política antecipada — algo que só a experiência costuma ensinar”, fala o amigo do senador.
De pai para filho
Para onde as malas batem: Rafael acaba de fazer dificil mudanca na sua equipe. Tirou um médico e colocou outro na presidência da Cia. do Metrô.
Ou melhor, tirou o pai, o medico Wilson Martins e colocou o filho Rafael.
Na medicina se diz que o pior erro do médico é matar o paciente.
No metrô caberia um profissional da área. Médico vai se aproveitar politicamente