Direto da Redação: onde o povo passa fome não se faz festa

Esse tipo de diversão serve mais para encher os bolsos dos camaradas que estão envolvidos

Alô, Cláudia Seabra!

O MP devia entrar com ação na Justiça suspendendo o show do Alok.

Como é que se alega no governo falta de dinheiro para o necessário e se faz uma licitação de quase R$ 2 milhões para tal festa?

Foto: Reprodução
Alok está há dois dias em Teresina, já interagiu com seu maior fã, Rafael, para fazer um show onde o povo passa fome

Enche bolso

Esse tipo de diversão serve mais para encher os bolsos dos camaradas que estão envolvidos, como é comum na Secretaria de Turismo.

Ademais, para onde e com quem vai ficar o cachê de R$ 800 mil que Rafael disse que Alok dispensou?

Pro modo que?

Explica isso, Rafael!

Rafael disse que o show de Alok é cortesia do BB?

E por que foi licitado no Governo do Estado o valor de R$ 1,8 milhão?

Ou a licitação feita por inexigibilidade é para pagar a empresa que vai fazer o show e ainda vender camarotes?

Wellington toma e não está nem aí

A gana de Wellington Dias para eleger o filho deputado estadual é tanta que o menino Vinicius já contou 30 mil votos dos transferidos pelo pai.

As vítimas em São João do Piauí são Firmino Paulo, Gil Carlos, Helio Isaías. E tem mais.

Foto: Reprodução
Wellington Dias segue tirando votos dos deputados aliados para eleger o filho Vinícius. A chiadeira é grande. Eles prometem se vingar…

A recompensa

Olha isso: a história corrente é de que o deputado Oliveira Neto vai ganhar uma Secretaria na próxima gestão de Rafael.

Pelos votos dados pro filho do índio.

Mas se até em Miguel Alves a liderança dele e do pai já não atrai muito, que votos são esses?

Noleto liga pedindo que não votem em Ciro

Foto: Reprodução
Vinícius Dias pode desistir da candidatura até as convenções.

Licitações

A Prefeitura de Demerval Lobão deve investir R$ 1,462 milhão na construção de espaço esportivo comunitário.

A licitação está marcada para 8 de maio, mesmo dia em que também será feita licitação de R$ 6,995 milhões destinada à “manutenção de prédios públicos”.

Foto: Reprodução
Olha o desafio: deputado Gil Carlos dançando pela obra que entregou. Repare: ele é médico e não construtor

Modalidade

Licitações “guarda-chuva”, destinadas a serviços genéricos de reparos e manutenção de prédios e equipamentos públicos, parecem ser uma nova “tendência”.

A Prefeitura de Colônia do Gurgueia, por exemplo, contratou R$ 1,938 milhão com esse objeto de contratação.

Acréscimo

A Prefeitura de Manoel Emídio já tinha um contrato desse tipo com a empresa construtora Caxé, para manutenção predial preventiva e corretiva, manutenção de vias públicas urbanas e rurais, ao qual fez acréscimo quantitativo de 50% (R$ 490.225,32), atualizando o valor para R$ 1.470.675,97.

Kits

R$ 2.054.263,60 é quanto a Prefeitura de Monte Alegre do Piauí vai pagar à empresa D7 Atacadista e Distribuidora Ltda. pela aquisição de kits de ajuda humanitária.

Limpeza

A Prefeitura de Teresina está devendo um roço em regra nas avenidas Dr. Arimateia Santos e Nicanor Barreto, ambas na zona leste.

No caso da segunda via, o roço deveria se estender pela estrada que prossegue depois dela, que leva a povoados como Árvores Verdes e Cacimba Velha.

Aliás

Também é preciso um roço urgente na Estrada da Alegria, que liga povoados como Torrões e Cantinho Sul à zona urbana de Teresina.

Segurança Jurídica em Risco

A entrevista que o presidente da GlobalTask, Edson Luiz deu a Honorina Reis Melo, do Portal AZ está inquietando setores do governo Rafael. 
Porque revela que a ruptura abrupta de um contrato de infraestrutura com 93% de metas batidas é um sinal perigoso para o mercado. Se o Estado pode confiscar ativos sem indenização prévia, o Piauí corre o risco de afastar investidores sérios por falta de garantias legais básicas.

Foto: Reprodução
Sede do Piauí Conectado

A Entrega Técnica é Inegável

Os números não mentem: o Piauí saiu das últimas posições para ser referência nacional em conectividade escolar. Punir uma concessionária que entregou 7.500 km de fibra e cobertura em todos os municípios parece mais uma manobra política do que uma decisão técnica.

 O Paradoxo da Utilização

É contraditório o Governo alegar "falhas graves" para romper o contrato e, ao mesmo tempo, continuar operando e lucrando sobre a mesma rede construída pela empresa. Se a infraestrutura serve para o Estado usar hoje, ela nunca esteve em colapso.

Leia também