Avanço
O governo Lula terá que fazer mais do que um esforço midiático em estados como o Piauí.
Em todo o nordeste o presidente tem apresentado queda nas intenções de voto na relação com o resultado da votação em 2022.
Escolha estratégica sob pressão
A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de escalar o ministro Wellington Dias como articulador de sua campanha no Nordeste levanta dúvidas dentro do próprio governo. Em vez de fortalecer o palanque regional, a escolha pode expor fragilidades políticas num território decisivo para o lulismo.
Baixo protagonismo no Desenvolvimento Social
À frente do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, responsável por programas como o Bolsa Família, Wellington Dias não conseguiu converter a visibilidade da pasta em força política. Sua atuação segue discreta, com muita politicagem no Piauí, sem gerar liderança regional consistente ou capacidade clara de mobilização eleitoral.
Enfraquecimento no Piauí
No Piauí, seu reduto histórico, o avanço do governador Rafael Fonteles evidencia uma mudança de eixo dentro do PT. A ascensão de uma nova geração petista indica perda de protagonismo de figuras tradicionais, enfraquecendo o peso político de Wellington na região.
Estagnação no Nordeste
Mesmo em um Nordeste fortemente impactado por políticas sociais federais, não há sinais de expansão da base política do ministro. A expectativa de que sua passagem pelo ministério ampliasse seu alcance eleitoral não se concretizou até agora.
Articulação e o caso Jorge Messias
A limitação de sua articulação política também ficou evidente em episódios recentes no Congresso. Nem mesmo sua atuação em votações estratégicas conseguiu gerar capital político relevante ou fortalecer seu papel como operador do governo. Daí seu apoio ao nome de Jorge Messias, na indicação ao Supremo Tribunal Federal, não se traduziu em influência concreta, e o nome foi rejeitado.
Risco eleitoral para Lula
Diante desse cenário, a aposta em Wellington Dias como peça-chave da campanha no Nordeste pode representar mais risco do que ganho. Em vez de agregar densidade política, sua presença tende a evidenciar limitações de mobilização e renovação em uma região fundamental para o projeto eleitoral de Lula.
Revisão
O pré-candidato do PP a governador, Joel Rodrigues, diz ter a intenção de rever os contratos de concessão dos serviços de água e saneamento com a empresa Aegea.
Guerra boa
Haveria uma guerra para asfaltar ruas em Teresina, envolvendo prefeitura e governo?
Se for tá bom, porque todo mundo ganha .
Saúde mental fragilizada dos docentes da PMT
Antes mesmo do início da série de reportagens de Márcio Felipe Rocha, do Portal AZ, comentários nas redes sociais já revelavam o desgaste enfrentado por professores da rede municipal de Teresina. Relatos apontam sobrecarga, exigências que extrapolam funções pedagógicas e pressão constante de pais e do próprio sistema.
A falta de materiais básicos agrava o cenário, levando docentes a custearem até 80% dos recursos utilizados em sala. O contexto evidencia um ambiente de trabalho que impacta diretamente a saúde mental da categoria.
Vai ver o prefeito Silvio Mendes nem sabia disso.
Sumiu do Mapa?
Oeiras ainda existe no cronograma turístico?
Berço histórico do Piauí, Oeiras enfrenta perda de visibilidade nas políticas de turismo. Apesar do patrimônio cultural e religioso, a ausência de promoção contínua levanta dúvidas sobre sua presença no planejamento da atual gestão. O esvaziamento compromete o fluxo de visitantes e impacta a economia local, exigindo reposicionamento estratégico.
Cadê os Médicos?
A carência de profissionais da medicina, sobretudo no interior do Estado, segue como um dos principais entraves da saúde pública no Piauí. Mesmo com iniciativas pontuais, a população ainda enfrenta dificuldades de acesso a consultas e especialistas. Diante disso, surge o questionamento: o que se tem feito para ampliar a contratação? Em meio a avanços limitados, fica outra dúvida: afinal, o que realmente funciona bem no estado?
Cobertura sobre as redes de ensino
A série de reportagens do Portal AZ, produzida pelo jornalista Márcio Felipe Rocha e que alcançou ampla repercussão, não se restringe unicamente à rede de ensino de Teresina.
Diante das manifestações do público, o jornalista informa que a apuração será ampliada para incluir também a realidade das escolas da rede estadual. A iniciativa reconhece que o adoecimento de profissionais da educação não é exclusivo de um sistema, mas uma questão que atinge diferentes esferas do ensino público.
Saúde docente sem partidarismo
A abordagem adotada pela série não possui caráter político-partidário. O foco está na saúde dos profissionais da educação e nas condições de trabalho enfrentadas diariamente. A proposta é contribuir para um debate público responsável, com base em dados, relatos e investigação jornalística, contemplando, de forma equilibrada, as diversas realidades do ensino público.
Curso pra “superar a pobreza”. É verdade, Charlene?
A coluna soube agora que estão oferecendo curso para “superar a pobreza”.
Ficou a dúvida: será que já tem MBA? A redação do Portal AZ e os colegas do jornalismo ficaram curiosos para saber como sair da crise e enfrentar os desafios de ser pobre de forma quase científica.
Mais um aprendizado?
Pode ser mais um aprendizado. Só assim será possível pontuar no currículo Lattes e dar uma motivada nos concursos públicos da vida — porque, até para fazer concurso, quem é pobre sofre.
Corre, prefeito!
Olha isso: o MP está apurando as estripulias de um contrato de R$ 910 mil para uma empresa fornecer quentinhas para a prefeitura de São João do Piauí.
As emendas da senadora
A senadora Jussara Lima mandou quase R$ 2 milhões em emendas para a Sendfol gastar em campeonatos de futebol de bairro, torneio de vôlei, corrida de bicicletas, e outros tipos de atividades de bairros.
Dinheiro demais para atividades sem essa importância toda. Uma partida de futebol custou R$ 400 mil?
Pois é, está na justificativa da gastança da emenda da senadora “que organizar um campeonato de futebol de bairro, um torneio de vôlei ou uma corrida de rua constitui apresentação artística. O fundamento legal é reservado para contratar, sem concorrência, artistas consagrados como cantores, atores ou grupos teatrais de notória especialização. Aplicá-lo para eventos esportivos de bairro representa uma distorção do texto legal”, diz reportagem no Portal AZ
Menos mal
As chuvas que se mostraram mais intensas que o previsto podem ser um alívio para a pressão que o governo estadual tem recebido em razão das históricas dificuldades hídricas no semiárido piauiense.