A Copa do Mundo de 2026 será a primeira disputada em três países e com sedes distribuídas em quatro fusos horários distintos. Para os brasileiros, isso significa que os jogos poderão ocorrer desde o período da tarde até depois das 4h da manhã, dependendo da cidade em que a partida for realizada.
A diversidade de horários será uma das principais novidades do Mundial de 2026. Com jogos espalhados entre Estados Unidos, México e Canadá, a Fifa precisou organizar a competição levando em conta as diferenças de horário entre as 16 cidades-sede.
Mas, afinal, quais serão os fusos da Copa e como eles afetam quem acompanha o torneio do Brasil?
Sedes mais próximas do horário de Brasília
Cidades como Miami, Toronto, Filadélfia e Nova Jersey têm diferenças menores em relação ao horário oficial brasileiro. Por isso, os jogos disputados nesses locais tendem a ocorrer entre a tarde e a noite para os torcedores do país.
Sedes com maior diferença de horário
Na Costa Oeste dos Estados Unidos, cidades como Los Angeles, Seattle e São Francisco exigirão mais disposição do público brasileiro. Dependendo da programação da Fifa, partidas iniciadas à noite no horário local poderão terminar após as 3h e até depois das 4h da manhã em Brasília.
Por que há tantos horários diferentes?
A resposta está na dimensão do torneio. A Copa de 2026 será disputada em três países e terá cidades-sede separadas por milhares de quilômetros. Para atender audiências em diferentes partes do mundo e facilitar a logística da competição, a Fifa distribuirá os 104 jogos em 13 horários distintos de início.
Será como na Copa do Catar?
Não. No Catar, em 2022, os brasileiros acompanharam a maior parte das partidas pela manhã e no início da tarde. Desta vez, a programação será muito mais ampla, incluindo jogos em horários mais tradicionais para o país e outros que invadirão a madrugada.
Quando será a Copa?
O Mundial será realizado entre 11 de junho e 19 de julho de 2026. A abertura acontecerá no Estádio Azteca, na Cidade do México, e a final será disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Mais do que acompanhar os resultados dentro de campo, os torcedores brasileiros precisarão ficar atentos ao relógio. A edição de 2026 promete ser histórica não apenas pelo número recorde de seleções participantes, mas também pelos desafios impostos pelos diferentes fusos horários do maior Mundial já organizado pela Fifa.