O mercado financeiro é diverso e está em constante evolução, mas uma coisa é fato: é preciso estudo para saber como navegar por ele obtendo o máximo de lucro - e o mínimo de perdas. Inclusive, Warren Buffett, um dos maiores investidores hoje, conhecido como “oráculo de Omaha, tem uma regra clara: nunca perca dinheiro.
Lógico, ninguém quer perder dinheiro. No entanto, muitas pessoas fazem investimentos de risco sem estudo, baseando-se em previsões que não existem: é só ouvir os especialistas do setor. Muito disso acontece no mercado das moedas digitais, que ainda é relativamente novo, e já virou um dos queridinhos dos investimentos (inclusive dos brasileiros).
Lá atrás, quando o Bitcoin surgiu, quem apostou que a criptomoeda ia bombar nos dias atuais acabou se dando bem: o Bitcoin hoje real, supera os R$ 500.000,00. Pode ter sido uma questão de sorte, mas entender como funciona o mundo financeiro ajuda muito, inclusive a saber se retirar na hora certa. Esse valor que mencionamos pode mudar em instantes por causa da volatilidade do mercado. Agora, dia oito de dezembro de 2025, vemos esse valor. Amanhã, isso pode mudar.
“Investimento não é especulação.”
Benjamin Graham foi o mentor de Buffett, que mencionamos anteriormente. Ele defendia a ideia de que não há como evitar riscos, mas sim como gerenciá-los, e enfatizava a importância de se estudar e entender o ativo no qual está interessado. Comprar só porque os outros estão comprando é um grande erro.
Além disso, também defendia, assim como Ray Dalio (outro grande investidor), a diversificação do portfólio. Isso quer dizer investir em diversos tipos de ativos ao mesmo tempo, gerenciando as altas e baixas do mercado. Nomes brasileiros influentes no ramo, como o Thiago Nigro (Primo Rico), costumam compartilhar suas estratégias e até supor quais são os melhores investimentos para os próximos anos, mas como ele mesmo chama, são “pitacos” baseados em estudo e conhecimento de mercado.
Pesquisar sobre como grandes investidores escolhem seus investimentos, como eles pensam e reagem ao mercado é um bom ponto de partida para quem quer mexer com dinheiro de forma mais estratégica. Também é necessário entender o que faz o mercado oscilar.
Existem fatores chamados de macroeconômicos, que tem a ver com a economia mundial no geral, como:
A instabilidade política, conflitos entre países e mudanças regulatórias também impactam diretamente os investimentos. Por exemplo: recentemente, uma acusação chinesa aos EUA causou mais uma queda do Bitcoin.
Fatores microeconômicos têm a ver com as organizações em si, e pode afetar as ações ou investimentos relacionados a elas e, por último, o sentimento de mercado: a percepção das pessoas, como elas reagem às notícias, escolhas de pessoas influentes… essa sensação pode ser generalizada e causar o famoso "efeito manada", onde grande parte das pessoas se movimenta em uma direção específica por que estão seguindo umas às outras.
Eduardo Mira, especialista em renda variável da Me Poupe!, empresa fundada por Nathalia Arcuri com a proposta de trazer mais educação financeira aos brasileiros, trouxe 10 dicas sobre como investir melhor. São elas: