Banco Mundial aprova US$ 376 milhões para fortalecer economia do Piauí

Financiamento apoia reformas fiscais, gestão pública e estímulo ao investimento privado no estado

O Banco Mundial aprovou uma operação de financiamento de US$ 376 milhões destinada a fortalecer a sustentabilidade fiscal e impulsionar o desenvolvimento econômico do Piauí. O pacote apoia um conjunto de reformas estruturais voltadas à modernização da gestão pública, à melhoria do ambiente regulatório e à atração de investimentos, com foco especial na agricultura e na gestão de recursos naturais.

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Banco Mundial aprova US$ 376 milhões para fortalecer economia do Piauí

Ao ampliar o espaço fiscal do estado, a iniciativa busca criar condições para crescimento econômico sustentável e geração de empregos. Entre as principais medidas previstas estão a adoção de um novo arcabouço fiscal, a modernização das compras públicas e da gestão de investimentos, além do fortalecimento da governança nos setores de água e saneamento.

O programa também contempla a digitalização da regularização fundiária, com a meta de reduzir prazos e ampliar a segurança jurídica, especialmente para pequenos proprietários rurais. A expectativa é que a iniciativa contribua para destravar investimentos privados e aumentar a eficiência da administração estadual.

Segundo o Banco Mundial, as reformas estão alinhadas ao Plano Plurianual 2024–2027 do Piauí, à estratégia de desenvolvimento do estado e ao Quadro de Parceria com o País do organismo internacional para o Brasil. A operação também complementa projetos já em andamento, como o Progestão Piauí e o programa Piauí – Pilares de Crescimento e Inclusão Social – Fase 2, voltados ao fortalecimento institucional e à implementação de reformas prioritárias.

Para a diretora do Banco Mundial para o Brasil, Cécile Fruman, a operação amplia a capacidade do estado de oferecer serviços públicos mais eficientes e cria bases para um crescimento sustentável e inclusivo. Segundo ela, o avanço das reformas fiscais e a modernização da gestão hídrica e fundiária são passos centrais para aumentar a resiliência econômica, atrair investimentos privados e gerar empregos de melhor qualidade, com impactos diretos sobre a população mais vulnerável.

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