Um policial militar foi preso neste domingo (25), suspeito de vender o próprio voto durante o segundo turno das eleições de 2026, em Três Rios, no interior do Rio de Janeiro. Segundo o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Claudio de Mello Tavares, o subtenente foi flagrado tentando fotografar o voto dentro da cabine eleitoral. Com ele, foram encontrados R$ 114 em dinheiro.
De acordo com o presidente do TRE-RJ, a apuração da ocorrência apontou que o policial havia negociado o voto. A legislação eleitoral proíbe o registro de imagens na cabine de votação, para preservar o sigilo do voto.
Fiscal de partido é presa por boca de urna
Além da ocorrência em Três Rios, outras quatro situações de possível crime eleitoral foram registradas no estado durante o domingo de votação.
Entre os casos está a prisão de uma fiscal do Partido Liberal (PL), suspeita de praticar boca de urna no Largo do Machado, na zona Sul do Rio de Janeiro. Ela foi encaminhada à Superintendência da Polícia Federal para os procedimentos cabíveis.
As ocorrências foram registradas durante o segundo turno das eleições, quando os eleitores foram às urnas para escolher o presidente da República.