A debandada começou
Assim como fez com Bárbara Soares, Rafael Fonteles tem atuado pessoalmente na negociação de apoios a Fábio Novo o pré-candidato do PT e aliados à prefeitura de Teresina no próximo ano.
Muitos vereadores da base do prefeito já estão debandando.
Mamou!?
Você lembra da propaganda dos bichinhos de pelúcia da Parmalat, a marca de leite?
Pode ser aplicada aos vereadores Renato Berger e Luis André que estão deixando a equipe de Dr Pessoa e retornando a Câmara?
Mamou, largou!
O vaticínio é antigo: já se disse aqui que nenhum vereador, estivesse ele em cargo na prefeitura ou lá na câmara, iria ficar contra o prefeito no início ou só até a metade do mandato.
Mamaram até onde quiseram e, agora, devidamente de “bucho (e bolso?) cheio e locupletados, largam o prefeito.
Hugo Napoleão
Os jornalistas mais antigos lembram que essa frase foi dita por Hugo Napoleão no fim do seu governo Vida Nova (2001 a 2002) quando ele viu “companheiros” que ocuparam cargos no executivo de pescoço grosso e os bolsos cheios.
Sem interesse
Olhem só que coisa: uma licitação promovida pela Assembleia Legislativa para a aquisição de combustíveis não ocorreu porque não apareceu nenhum interessado.
Por que será, hein?
Energia solar
A Assembleia Legislativa do Piauí vai pagar R$ 12,9 milhões à empresa Enove Engenharia e Comércio de Materiais Elétricos e Energias Renováveis, para elaboração de projeto executivo e instalação de sistema de geração de energia fotovoltaica.
A intenção da ALEPI é que a energia gerada reduza o valor da fatura mensal com a concessionária de eletricidade.
Cadeira amaldiçoada
Diz-se que Admilson Brasil está com sério problema num olho. E, parece que em se tratando de secretaria de Finanças da Prefeitura de Teresina, há casos parecidos.
Numa das gestões de Firmino Filho, Carlos Carlos deslocou a retina e, bem recentemente, o penúltimo ocupante da da mesma cadeira, Robert Rios, saiu quase cego.
Superstição
Para os supersticiosos, a cegueira é o menor mal que pode acontecer a quem maltrata e esfola os fornecedores e construtores do município.
“O cego só conta e, mesmo tendo tato com o que nos toma, não vê”, disse um revoltado construtor.
Ironias da política
Há poucos dias Rita Serrano reuniu-se com o presidente Lula muito agradecida e, pela alegria contagiante, muito feliz em dizer-lhe que, além dela na presidência, a Caixa tinha dos 12 cargos de direção superior, outras seis mulheres.
Lula, piadista e insincero não perdeu a deixa:
“Espero que vocês cheguem a 12 diretoras”.
Empoderamento
Anteontem, Lula tirou Rita da presidência para poder, cumprindo contrato de adesão de Arthur Lira, colocar o paraibano Carlos Antônio Fernandes na presidência da Caixa.
Certamente vão perder seus cargos as outras seis diretoras.
E, assim, Lula empoderou as mulheres, até que surgisse adesão ao seu governo.
A troca de jogadores
Lula fez isso com Ana Moser depois de iludir a mãe do Juninho do vôlei, de que ela iria revolucionar os esportes.
Nem deu tempo, Lula trocou a ex-jogadora por um jogador inveterado da política, o deputado Fufuca, que tem batido um bolão mandando recursos para os campos do seu eleitorado.
Emenda constitucional
Tramita na Assembleia Legislativa proposta de emenda constitucional que altera a composição do Conselho Superior da Procuradoria Geral do Estado.
A PEC acrescenta representante da Escola Superior da PGE ao conselho, composto atualmente pelo Procurador-Geral do Estado, Procurador-Geral Adjunto, Corregedor, Chefes das Procuradorias Especializadas e da Consultoria Jurídica.
O menino prodígio de Lira
Com 23 anos, a não ser pela “meritocracia do jabuti” ninguém consegue uma rede de contatos que permita fazer grandes negócios no governo. Mas se for filho de autoridade, consegue.
É o que parece estar ocorrendo com Arthur Lira Filho, 23 anos, filho do presidente da Câmara dos Deputados e novo mandachuva na Caixa Econômica Federal, onde o pimpolho do deputado alagoano intermedia negócios em publicidade.
Já tem empresa
Lira, o filho, é sócio da Omnia 360, empresa que representa veículos de mídia que participam de campanhas da Caixa e outros órgãos públicos.
A informação é da Folha de S Paulo.
Caladinhos
Nem Lira nem a Caixa Econômica Federal comentaram a competência toda do herdeiro do parlamentar alagoano, que ontem conseguiu nomear o novo presidente da CEF, Carlos Antônio Vieira Fernandes.