Mortes em 2022
Além do Piauí, estão na relação os Estados do Ceará, Pará, Pernambuco, Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro.
Segundo a apuração do UOL., os oito estados somaram 4.219 mortes em 2022 como resultado de intervenções policiais.
Desse total, 3,171 casos tiveram registro da cor ou raça da pessoa morta, sendo 87% delas negras, o equivalente a 2.270 pessoas.
Bahia, primeiro lugar
Uma pessoa negra morreu pelas mãos da polícia a cada quatro horas em 2022 nesses oito estados
Na Bahia, 947% das pessoas mortas em intervenções policiais eram pretas ou pardas, isso num estado em que 80% dos moradores são assim classificados.
Pará, o segundo
O Pará é o segundo estado nessa lista, com 93,5%, seguido por Pernambuco, com 89%, Piauí, com 88% e Rio de Janeiro, com 86%.
A Bahia tem outro dado ruim: é o Estado brasileiro em que a ação da polícia é mais letal – condição anteriormente existente no Rio de Janeiro. Os dois estados respondem por quase dois terços (66,23%) das mortes resultantes de ações policiais.
Tempos sombrios
São juristas, pedreiros ou engenheiros os autores do texto que embala a PEC que atribui ao Congresso Nacional o poder revisor de decisões do Supremo Tribunal Federal?
Será que os nobres senadores estão antevendo tempos sombrios parecidos aos da ditadura militar de 64?
A dama tóxica
O caso do envolvimento da Dama do Tráfico com agentes do governo quanto mais mexem, mais envolve a gestão Lula da Silva.
Passaram o dia negando que Luciane Faria não tinha envolvimento com o Ministério dos Direitos Humanos.
Não só tem como a sua passagem para Brasília foi paga pelo ministério.
A mulher é tóxica.
O acidente
Um acidente na noite de quinta feira em Esperantina vai ser o inferno da prefeita Ivanaria por esses dias.
Manoel Peinha, muito conhecido na cidade, vinha de Morro do Chapéu e morreu na colisão com os ferros que a prefeitura estava montando para a decoração de natal.
Moral da história
Para uns, o pessoal da prefeita não teve o devido cuidado em manter isolado o local.
Para outros, Peinha teve um grande azar.
O apelo em vão
É irmã do ex-prefeito de Nossa Senhora dos Remédios Ronaldo Lages, a mulher que gravou áudios fazendo dramático apelo ao jornalista Roberto Cabrini para que venha ao Piauí e denuncie a apropriação das terras pertencentes à família dela pela prefeitura da cidade.
Ameaça tocar fogo
Cabrini respondeu que está cobrindo a guerra e que não sabe quando retornará ao Brasil.
E ela, desesperada, ameaça tocar fogo na propriedade, dizendo que vai tem medo de ser presa.
Pesquisas preocupantes
Pesquisa que o governo tem sobre o cenário político de Teresina e seus personagens mostra um dado preocupante para os petistas: Bárbara Soares, apesar de todo barulho feito em torno de sua adesão ao PT, não ajuda em nada a candidatura de Fábio Novo.
Muito pelo contrário. Pode prejudicar.
Confunde o eleitor
Outro detalhe: Fábio Novo nunca esteve nem tecnicamente ameaçando Silvio Mendes que, de longe, segue na liderança, com mais de 40 por cento das intenções de votos enquanto o petista não passa de 25%.
Mas divulgam dados irreais para confundir o eleitor.
Pessoa no páreo
Outro detalhe: pesquisa mostra também que Dr Pessoa não pode ser descartado.
Pelo contrário, ele tem competitividade.
Atentai, dr. Hélio!!!
Estão enganando o deputado Dr Hélio, divulgando que ele ganha a eleição em Parnaíba, se o pleito se realizasse agora.
O favorito em todos os cenários continua sendo o ex-prefeito Zé Hamilton.
Show internacional
Taylor Swift está enlouquecendo os jovens por onde passa em sua turnê internacional.
Para seus shows nesse final de semana no Rio, jovens do país inteiro já se amontoam dormindo até nas ruas cariocas.
O governo anda para trás
O governo Lula deu um salto mortal para trás ao revogar a portaria que dava autorização permanente para o trabalho aos domingos e feriados.
Desde 2021, não era mais preciso que empresas do setor lojista fizessem acordos coletivo com as categorias.
Agora, a abertura destes comércios aos domingos e feriados não ocorrerá "sem prévia autorização de convenção coletiva e aprovação de legislação municipal".
Divorciados da realidade
A decisão atende a pedido de sindicatos, segundo ministro do Trabalho, Luiz Marinho.
Ao que se percebe nem o ministro nem os sindicatos vivem no mundo atual, no qual hábitos de vida e consumo da sociedade mudaram em razão de a maioria das pessoas não ter tempo para compras em dias normais.
Empregos viram fumaça
Tem outra coisa: sem funcionamento do comércio em dias e horários especiais sem necessidade de uma “autorização” dos sindicatos, há perdas de emprego e de renda para o trabalhador.