O nome é o de Jeová
Enquanto um grupo de pessoas próximas ao Palácio da Cidade busca melhorar a imagem de Dr Pessoa para colocá-lo no páreo da reeleição, muitos dos auxiliares torcem e trabalham pela candidatura de Jeová Alencar.
Ele estimula
Habilidoso, Jeová não fala nada formalmente, mas estimula o movimento que dizem ser comandado dentro do Palácio da Cidade pelo secretário de Governo Admilson Brasil.
Brasil não esconde que Pessoa não tem qualquer
chance.
Jogando contra
Já se descobriu que há na equipe muitos secretários até desviando recursos, fazendo política contra, mas Pessoa os mantém cada vez mais pertos.
Nas coisas ruins eles passam para o público que a culpa é do prefeito
A cafonice das medalhas
Lula condecorou a esposa, Janja, a Lu Alckmin, esposa do vice, Geraldo Alckimin, com o mais alto grau da Ordem de Rio Branco, a Grâ-Cruz, honrado concedida pelo governo brasileiro para “distinguir serviços meritórios e virtudes cívicas, estimular a prática de ações e feitos dignos de honrosa menção”.
Distribuir medalhas e condecações é uma coisa muito, mas muito cafona e comum a todos os governos.
Michele tem três
Bolsonaro, por exemplo, condecorou a esposa Michele por três vezes, uma delas com a mesma medalha que agora Janja recebe.
Ou seja, na cafonice Lula e Bolsonaro estão no mesmo patamar.
Ciro e os prefeitos
Ciro Nogueira reuniu 91 prefeitos em sua festa de 55 anos, segunda-feira e a pergunta da manchete do Portal AZ é: será que tem o apoio deles?
É provável que não, até porque muitos deles não são do PP.
Desgate do senador
E tem um outro dado interessante: se se levar em conta que na eleição de 2022 Ciro tinha 148 prefeitos alinhados com a candidatura de Silvio Mendes, há de se considerar que os 91 da festa de anteontem mostram o desgaste do senador.
O GP1 divulgou ano passado que Ciro contabilizava 148 prefeitos do seu lado, ou seja, votando em quem ele mandasse.
De lá para cá foram 57 que tomaram novo rumo e estavam muito distantes da festa dos 55 anos do senador.
Reunião social
Nas contas de Joel Rodrigues, presidente do PP no Piauí, 91 prefeitos estavam na reunião social. Havia ainda vereadores e deputados estaduais e federais.
Joel não conta que Ciro tinha em torno de si na eleição passada 148 prefeitos.
Fidelidade duvidosa
Apesar de todo o rapapé em torno do senador, os murmúrios sobre a real extensão do apoio de prefeitos a ele passaram dos muros da casa onde a festa de aniversário foi feita.
Há quem ponha em dúvida a fidelidade dos prefeitos já a partir da eleição municipal de 2024, que será um teste para se medir até onde vai o poder de Ciro agora que ele escolheu o bolsonarismo como bandeira, deixando as pautas locais num distante segundo plano.
Bem amado
Ciro já foi o bem-amado dos prefeitos do Piauí. Na seca de recursos federais em que vive por sua oposição ao governo Lula, a benquerença dos gestores municipais está se desmilinguindo.
Isso é normal. Afinal, tem prefeito que se declara “prostituta de luxo”, pois está sempre do lado de quem lhe dá mais (recursos) para tocar a gestão.
Milhões evaporados
Entre os governos de Michel Temer e jair Bolsonaro, Ciro conseguiu centenas de milhões de reais e despejou em obras nos 224 municípios do Piauí.
Sempre com pires na mão para que projetos seus recebessem recursos federais, os prefeitos tendem migrar para congressistas mais simpáticos ao governo.
Trindade Vive
Segue aberta até sexta-feira no Palácio de Karnak a Exposição “Trindade Vive”, com curadoria da fotógrafa Margareth Leite
São 100 imagens que retratam a vida e a luta da deputada Francisca Trindade, morta em 2003, aos 37 anos, após ser a mulher mais votada da História do Piauí para a Câmara dos Deputados.
As fotos registram as lutas dela contra as desigualdades sociais, raciais e de gênero.
A memória seletiva de Ciro 1
Ciro Nogueira, ontem, no Twitter, pregou civilidade ao presidente Lula, quando disse que o governo dele recebe o ditador venezuelano Nicolas Maduro com tapete vermelho, enquanto o presidente não irá a posse do presidente eleito da Argentina, Javier Milei.
O senador piauiense deve ter esquecido que foi Milei quem, em campanha, dirigiu-se com ofensas pessoais ao presidente brasileiro.
A memória seletiva de Ciro 2
O senador, que foi ministro de Bolsonaro, também deve ter esquecido que o chefe dele nunca reconheceu a derrota, nunca recebeu o presidente eleito para o lugar dele e ainda incentivou aventuras golpistas que levaram centenas de pessoas para a cadeia.
Na Argentina, Milei foi menos Bolsonaro do que se esperava: esteve com o presidente do país e acertou a transição.
Essa civilidade Bolsonaro, o ídolo de Ciro Nogueira, nunca teve.
Catirina e o barbeiro
Quando Wellington Dias, governador de primeiro mandato, recebeu um helicóptero para a polícia piauiense, a geringonça recebeu o apelido de catirina, aquele inseto magrinho que voa e que tem a “armadura” de um helicóptero. Ou o helicóptero foi pensado na imagem da Catirina.
Agora já batizaram o helicóptero que Polícia Rodoviária Federal repassou ao Estado. É o Aeds Aegypt.
Milei e o Papa
Javier Milei, o presidente eleito da Argentina, ja chamou o Papa Francisco até de “o maligno na terra que ocupa o trono na casa de Deus”.
Mas acaba de falar com o papa por oito minutos, ao telefone e o convidou para a sua posse dia 10 de dezembro.
Te aquieta, Lula
Lula nem precisa ficar tão ofendido por ter sido chamado de ladrão e presidiário.
Vai que Milei também o chama.
O esquecimento
Muitas pessoas ficaram estarrecidas com a informação da coluna de que Rejane Dias, quando primeira dama, guardou seu passaporte na mala, num hotel em Washington e, com isso, ela, o marido, Wellington e o assessor Sérgio Vilela perderam o voo para Nova Iorque. Ora, isso acontece com quem não tinha costume de viajar para fora do país, como o casal, até então.To