Alepi contrata táxi aéreo, mas não informa quantos voos fez ou fará

Foi assinado dia 9/11 um aditivo de contrato no valor de R$ 296 mil

Os voos do Franzé
 
A Assembleia Legislativa precisa disponibilizar ao público o mapa de viagens feitas a partir de 2020 pelos aviões  da empresa Ceará táxi aéreo com a qual mantém contrato e que acaba de assinar um aditivo de R$ 296 mil. 

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Nesse extrato o aditivo a contrato vigente desde 2020, é de R$ 296 mil para atender as “necessidades da Assembléia”


Quantos voos ? 

Quantos voos foram feitos? Para onde? Quem estava neles? Tem voos para Brasília? São Paulo? 

Usou, pagou! 

Se o sujeito ou a pessoa jurídica faz o pagamento, como se vê aí, no extrato, é porque já usou os aviões. Para onde e para que? No extrato diz que é para uso dos aviões para as “necessidades da assembleia”. O pagamento é mediante contraprestação dos serviços?
Ou somente o dinheiro voou? 

 
Quem aposta na bolsa

Dados da própria Bolsa de Valores de São Paulo indicam que somam 6,2 milhões as pessoas físicas a investirem no mercado de ações diretamente.
Os estados das regiões Sul e Sudeste ainda concentram o maior número de investidores na Bolsa: São Paulo (2.205.019 contas); Minas Gerais (623.856 contas); Rio de Janeiro (610.995 contas); Paraná (401.532 contas); Rio Grande do Sul (347.094 contas).
No Nordeste, o Estado com mais investidores é a Bahia, com 252.689 investidores.
O Piauí tem 37.341 aplicadores, sendo o menor número no Nordeste.

O (mau) exemplo 

André Janones se compara a Lula na questão da acusação de prática de rachadinhas. 
Lula, sim, serve de exemplo para todos os companheiros.  Desde o mensalão. 
 

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No rolo das rachadinhas Janones se compara a Lula. Taí o o bom professor.

Triplex 

Lula sustentou nos depoimentos da LavaJato que não era dono do triplex.
Mas a justiça o devolveu a ele.

Os médicos advertem 

Senhores, senhoras e outros acima do peso tenham cuidado com as carreiras. Gordinhos tem que malhar observando os cuidados médicos. 
E se correrem, como se vê nas inaugurações de estradas o governador Rafael Fonteles e uma penca de auxiliares chegados a um garfo e tão rechonchudos quanto o chefe, têm que ter muito cuidado. 
Atentai para os infartos. 
 

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Não é recomendável esse tipo de ginástica, principalmente a sol a pino, a pessoas acima do peso

O cerimonial de estilo 

Algumas pessoas costumam dizer que andam e se vestem de maneira simples, o que lhes convém. Tudo muito bem. 
Mas há pessoas que deveriam ao menos tomar aulas de personal style se já passaram dessa fase da simplicidade para ocupar mandatos ou  cargos cargos públicos. 
 

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Em Brasília, Zé Santana cumpre o protocolo, usa o terno completo. Ata bem vestido. MS esses outros aí, avacalharam o traje. Cadê a gravata?

Etiqueta 

Há um cerimonial a ser obedecido em se tratando de agentes públicos. Mas nesses tempos de mudanças até de costumes, o ritual do traje a rigor ou formal, é relegado a segundo plano. 
De que adianta o deputado usar paletó, sem a gravata? 
Ele está mal vestido. Em outras palavras: é como a pessoa não cuidar do seu asseio pessoal. 
 

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Na bajulação ao ministro em solenidade formal o deputado Georgiano fez como faz nas viagens pelo interior: põe o gibão, ops o paletó sem a gravata.

Velho costume 

Políticos do Piauí tanto no gabinete  do governador, no plenário do legislativo, como em gabinetes em Brasília usam calça amarrotada, paletó de uma cor, camisa aberta no peito e sem gravata. 
No popular, ele está sujo. Como que não tendo tomado sequer o banho matinal. 

A rachadinha e a hipocrisia 

Chega a ser pura hipocrisia a reação, notadamente nos meios políticos, sobre as famosas rachadinhas nos gabinetes parlamentares. 
Assim como se atribui a André Janones o “cabo  racha” dos salários dos funcionários de seu gabinete, se sabe que a grande maioria de senadores, deputados federais, estaduais e vereadores pratica  a mesma pouca vergonha. 

Atire a primeira pedra…

Anteontem, 45 deputados denunciaram Janones à PGR pelo suposto crime da rachadinha. 
A pergunta que não quer calar é: algum deles aceita ser investigado pela mesma prática? 

Quem não faz, levante o dedo

Investiguem na Assembleia Legislativa do Piauí para saber qual o deputado que não fica com parte dos salários de funcionários que ele nomeou. Seja no gabinete ou só na folha. 
Dificilmente você encontrará quem não tem. 
Flávio Bolsonaro até hoje é acusado de tal prática.

Empréstimo 

No Piauí há outra prática: o servidor do legislativo faz empréstimo consignado e/ou entrega todo para o deputado ou racha com ele. 
Por exemplo, dez servidores fazendo ao mesmo tempo empréstimos de R$ 60 mil para cada um, representa uma soma de R$ 600 mil. 
Simples, assim. E a vida segue.  

Caixa afrodescendente 

Pronto! Se para a ministra da Igualdade Racial Aniele Franco buraco negro significa racismo, para a ministra do Meio Ambiente Marina Silva “caixa preta” é ofensa aos negros. 
Então só se pode chamar caixa preta de “caixa afrodescendente”.  

Desrespeito 

O indicativo de projeto de lei de autoria do deputado João Madison, aprovado pela Assembleia Legialativa , de “encostar” servidores  da Agespisa em outros órgãos, a falida Emgerpi, por exemplo, representa antes de tudo um desrespeito desse deputado e de todo legislativo para com os funcionários. 
 

Foto: lucas sousa
Deputado João Madison propõe “encostar” servidores da Agespisa na falida e inoperante Engerpi.

Privatização 
 
A iniciativa - sempre de tipos como Madison - visa abrir caminho para passar a Agespisa para a iniciativa privada, que dificilmente deve ocorrer dadas as exigências, por exemplo, de R$ 1 bilhão inicial de quem a adquirir. 
Ora, já se disse aqui que o único patrimônio da estatal são seus servidores. Que não estão ã venda e tampouco devem ser tratados como quer o deputado. 

Não tem nada 

Nem o prédio sede da Agespisa entra no negócio da privatização porque está penhorado por dezenas de credores. 
E ela não é dona do sistema de abastecimento d’água do interior porque se trata de concessão de cada município. 

O preço da bajulação 

Conclui-se, pois, que o deputado autor do indicativo conseguiu seu objetivo: adiantar-se para mostrar serviço.
Que vão vai servir para nada. Nem para o governo e muito menos para os empregados da Agespisa. 
Embora ele saiba tirar proveito dessa bajulação. 

Furto no Paraíba

Um funcionário do Armazém Paraíba de Santa Inez foi preso acusado de furtar muitos produtos, entre os quais, aparelhos de ar condicionado e eletroeletrônicos e os vendia a preços bem abaixo do mercado. 

Questão de gestão? 

Um graduado do grupo Claudino desabafou:
“O que chega ao nosso conhecimento é que esse tipo de conduta está se alastrando pelas lojas, não sei se facilitado pela falta de acompanhamento pelo novo modelo de gestão,se pela falta de perspectiva na ascensão e equilíbrio do grupo, se pela falta de ações de valorização dos colaboradores no que “Seu João” era mestre, ou outros motivos”. 

A cartilha do TCE 

A ex-deputada e atual conselheira do TCE Flora Izabel divulgou em evento de tribunais de contas em Fortaleza uma cartilha produzida no TCE-PI falando em combate à violência de gênero.
Tudo muito bem que pessoas e entes públicos atentem para essa questão, mas não seria mais fundamental que o tribunal cuidasse especificamente dos problemas a ele atinentes? 

Os desvios de função 

Que tal a conselheira informar sobre o que o TCE faz em relação aos desvios de ações ações de secretarias e outros órgãos estaduais que se metem a construção de obras e realização de eventos que estão longe de ser suas atividades? 
O TCE já viu quanto de dinheiro é desviado desses contratos?

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