Wellington Dias pode ser investigado por mentir sobre cor e raça

Em três eleições ele disse que era de cor parda, amarela e de raça indígena

Wellington, o alvo 

Com base em informações de que a PF investiga o deputado federal do Ceará André Fernandes por suposta falsificação de dados relativos a cor e raça, tem gente no Piauí apelando ao MPF que faça o mesmo em relação ao atual ministro Wellington Dias. 
Em três eleições seguidas - de 2014 a 2022 - Wellington Dias mudou de raça e cor nas informações à Justiça Eleitoral. 
 

Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil
Wellington Dias ganhou a péssima fama de não contar as histórias direito. Por isso em três eleições ele mentiu para a Justiça Eleitoral sobre a sua cor.

Amarela/parda/indígena 

Na disputa do terceiro mandato de governador em 2014 Wellington Dias se disse de cor amarela. 
Em 2018, para o quarto mandato de governador, ou seja, disputando a reeleição, ele já estava com a cor “parda” e, para ganhar o mandato de senador  em 2022, Wellington informou que a sua cor/raça é indígena. 
Nem o camaleão é tão metamorfoseado. 

 
Real fraude 

Um dos que estão querendo que o MpF e PF investiguem Wellington Dias é o jornalista Petrus Evelyn, da página O Piauiense que vê nos atos do hoje ministro uma real fraude. 
Ser indígena, segundo Petrus, Wellington inventou há pouco tempo. 

Foto: Reprodução
A página O Piauiense destaca nesse print as três raças declaradas pelo senador Wellington Dias

Índio mais sabido 

Informar uma mentira a Justiça Eleitoral e seguir sustentando essa mentira por onde anda e em outros órgãos, como o Senado, é  um despropósito de um político que tem obrigação de falar a verdade e conhecer a lei. 
Ou será que Wellington Dias levou ao pé da letra as brincadeiras do presidente Lula que só se refere a ele como “o índio mais sabido do Brasil”?


Landim, o advogado 

Com um ano e três meses aposentado como desembargador do TJ-PI, Francisco Antônio Paes Landim volta ao exercício da advocacia.
Chico Nem vai inaugurar o escritório Prof Landim - advocacia e consultoria jurídica - em Teresina. 
Dia oito de fevereiro será inaugurado o escritório na rua jornalista Dondon, 2564, no Horto Florestal. 

Foto: Reprodução
Paes Landim está de volta à advocacia 

As nomeações. E o sequestro? 

O governador Rafael Fonteles utilizou suas redes sociais, ontem, para gabar-se da nomeação de 85 novos professores e 75 novos servidores administrativos efetivos para a Universidade Estadual do Piauí (Uespi). Segundo ele, o maior feito da história da universidade. 
O governador, entretanto, até agora não publicou uma vírgula sobre o sequestro dos salários de 63 professores da mesma Uespi. 

Grupo Esperança desfeito? 

Bernardo Silva, através de seu festejado “blog do B Silva”, de Parnaíba, alardeava que o Grupo Esperança, formado por pelo menos três ex-prefeitos parnaibamos e vários outros políticos estava se desmilinguindo, ou seja, debilitado, enfraquecido, desmontado, como define o dicionário. 
O grupo surgiu para escolher um candidato de oposição a Mão Santa e se antepor a candidatura do forasteiro deputado Dr Hélio, lançada sábado em grande festa à frente o governador Rafael Fonteles.

Foto: Reprodução
No alto os membros do Grupo Esperança. Abaixo B Silva

Rendição do Zé!

Não se tem certeza do desmonte do grupo de que fazem parte políticos de diferentes tendências como os ex-prefeitos Zé Hamilton, Zé Filho, Florentino Neto.
Mas B Dilva deixou no ar a cooptação do Zé Filho pelo candidato Hélio, com o Zé levando a tiracolo dois vereadores, Carlson Pessoa e Davi Soares. 
Não há porém, confirmação, ainda. 

Tudo pode 

Para um governo que tem 27 dos 30 deputados estaduais sob cabresto, ou melhor, cevando-se de tudo que pode oferecer (cargos, dinheiro, obras, enfim), fica difícil políticos sem mandatos firmarem oposição. Ou resistirem às propostas. 
Em Parnaíba podia ser diferente porque a luta do grupo tem a prefeitura como alvo, mas quando se tem um governador que não mede distância para ter o que quer, qualquer dinheiro prometido balança qualquer um deles.  
Com todo respeito. 

Guerra perdida 

O governo segue perdendo na briga judicial com a Globaltask pelo serviço de interiorização da internet no Piauí. 
O juiz Clodomir Reis determinou que o interventor da Piauí Conectado desocupe a moita, opa, desocupe o prédio dia cinco deste mês. 
Ou seja, segunda-feira os dirigentes da empresa devem reassumi-la.   

Fogo amigo 

Diz-se nos bastidores que o secretário Nouga comenta sempre que  já não tem cara para encarar os fornecedores e que está de mãos atadas, já que não tem autonomia financeira e não dá as cartas quando o assunto é pagamento. 
Nouga vem ameaçando pegar o boné e largar a secretaria.
Há tempos esse esperto secretário só ameaça. Já devia ter pego léguas do lugar.

Foto: Reprodução

Infraestrutura deficitária

Apesar de o governo do Piauí ter feito esforços reais e publicitários para mostrar uma melhoria na infraestrutura do Estado, os dados não ajudam.
Segundo o ranking da competitividade do ano passado, o Piauí é o 23º colocado no país em infraestrutura – no Nordeste o último colocado.
Isso pode não representar muita coisa porque a infraestrutura no Brasil é uma coisa lamentável faz bastante tempo, mas é razão para o governo decidir, por exemplo, que pulverizar investimentos em obras de pavimentação pode ser bom para manter curral eleitoral, não para o desenvolvimento pleno do Estado.

Secretários construtores 

Está na hora de Rafael rever aquele decreto fisiológico de Wellington que transformou secretarias como a do Turismo, do Desenvolvimento Exonomico, do Agronegócio, da Irrigação, da Agricultura em construtoras de calçamento. 
Está aí o resultado dessas negociatas.

WhatsApp da coluna 

Um problema mecânico no velho celular da redação deu pane na comunicação do WhatsApp do Portal AZ. 
Desde ontem a noite os contatos não conseguem passar e receber as mensagens. 
O aparelho foi para a oficina.

Foto: Portal AZ
Arimatéia Azevedo

Arimateia Azevedo 

Hoje é o aniversário do polêmico e injustiçado jornalista Arimateia Azevedo, diretor afastado do Portal AZ
Lamentavelmente ele está preso há quase quatro anos, acusado sem prova e os amigos se privam de abraçá-lo, como faziam, em grandes festas em seu sítio, as quais compareciam autoridades dos três Poderes.
Os colegas de Azevedo torcem para que essa injustiça seja logo reparada.

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