A nova morada
Aumenta o número de políticos fadados ao fracasso nas próximas eleições por conta da volúpia do candidato Fábio Novo na luta do poder pelo poder. Isso resulta na cooptação de gente de partidos diferentes sem observar a reação negativa da opinião pública.
Por isso Fábio recebeu o apelido de coveiro e o cemitério onde ele estaria enterrando essas carreiras já tem nome: Cemitério dos que não voltam mais.
Bárbara, a primeira
Para tentar ganhar votos do eleitor que Firmino Filho cativou por muitos anos, Fábio negociou a adesão ao PT da filha do finado prefeito, Bárbara.
A reação negativa e de repúdio a essa adesão foi surpreendentemente grande.
Bárbara passou a ser primeira com suas pretensões políticas enterradas pelo coveiro.
Paulo do HU, o segundo
Fábio achou pouco, sepultou as pretensões de Paulo Márcio de seguir candidato do MDB.
Acertou tudo com Themisrocles. Só não se sabe por quanto o vice vendeu o seu jogador.
Paulo Márcio está sendo vizinho de Bárbara, lá no cemitério das cujas candidaturas estão fadadas ao insucesso, não retornam mais.
Marden também
Mas o coveiro tem tido muito serviço. Já reservou o lugar de Marden Menezes nessa nova morada e com ele a prefeita Jove Oliveira, de Puripiri.
Prefere o risco
Submissa e bajuladora ela prefere o risco da derrota na sua reeleição porque não teve coragem de dizer pro governador (o coveiro mor) que não tem nada a ver com a candidatura do PT em Teresina e engoliu a adesão do inimigo Marden Menezes
Jove acovardou-se
Para sepultar as pretensões de Jove no Cemitério dos que não retornam mais, Fábio Novo comprou o passe de Marden em Teresina, como se o deputado tivesse votos na capital que fizessem diferença para Fábio.
Jove não teve coragem de reagir.
Lá vem mais
E assim Fábio já prepara mais duas vagas a do insípido candidato Luciano Nunes e da candidatura da mãe da Bárbara, a Lucy do Firmino, que gostou tanto da adesão que quer ser vereadora.
Daqui a pouco o Jardim da Ressurreição ficará menor que esse armazém de mandatos.
Ó mundo!
O maior motivo da desavença entre a
Lucy e o Sílvio Mendes, foi porque Silvio apoiou Marden Menezes nas eleições de 2018.
O decreto da exoneração
Deve ser divulgado nessa segunda feira no Diário Oficial do Município o decreto do prefeito de Teresina exonerando (a pedido) o secretário de Educação Nouga Cardoso.
Pessoa tem feito ouvido de mercador para os apelos de “amigos” de Nouga para não exonerá-lo.
Calundu do secretário
Ontem, se soube que Nouga Cardoso, nos mais de três anos como secretário, chegou a mandar três cartas ao prefeito Dr Pessoa renunciando ao cargo de secretário municipal de Educação.
Mas só de H, como se diz lá pras bandas de Monsenhor Gil, terra natal do secretário.
Momentos de tensão
Quem conhece os calundus do secretário, nas duas tentativas de renúncia, Nouga usava um batalhão de babões para ir ao prefeito avisar que o secretário se encontrava em momentos de tensão dada a pressão dos fornecedores, e, assim, o prefeito liberava dinheiro e Nouga se aquietava.
Parou na terceira
Com o passar do tempo, ao saber das ações dos lobistas e até da intromissão primeira dama na Semec, Pessoa já não estava gostando do comportamento do seu secretário.
E aceitou a terceira carta.
Culpa do Raimundinho
Não se sabe porque, mas nos corredores da Semec se diz que a culpa da queda de Nouga é do Raimundinho Evangelista.
Agora, quem vai convencer as empresas de São Paulo e do Rio Grande do Norte que sem Nouga e sua turma na Semec elas também vão sumir do mapa de Teresina?
O desaforo do Flor
Florentino Neto está peitando o governador Rafael Fonteles. Não aceita Dr Hélio candidato do PT em Parnaíba e está se mobilizando para apoiar outro nome.
Que pode ser o de seu antigo chefe, Zé Hamilton que está deixando o carnaval passar para lançar-se candidato como terceira via.
Neta, outra opção
Com os planos esfacelados pelo próprio pai, Gracinha do Mão Santa já fala na vereadora Neta Castelo Branco como candidata apoiado por ela à prefeitura parnaibana.
Vereadora por quatro mandatos ninguém sabe o que ela é, se oposição ou situação. Certamente é a mais fácil de ser manipulada pela deputada que na gestão do pai, jactas-te o papel de prefeita.
Agora, fiquem certos, entre os nomes já imaginados por Gracinha, a vereadora Neta é mais fraca que a merenda escolar distribuída nas escolas do município.
Gasolina alta
Gasolina amanheceu ao preço de R$ 5,29 o litro em Teresina. Era até sexta, R$ 5,09.
Além de já existir rede de postos vendendo o litro a R$ 5,40
A Petrobras não aumentou nada. Isso aí é resultado da alteração do ICMS feita por Rafael Fonteles.
Pobreza da linguagem
Olha só o uso dos termos dos ditos jornalistas e comentaristas das tevês. Ontem, na Jovem Pan:
“Olá Lucas, é um prazer falar contigo., Como é que o senhor entende o problema das taxas de juros…?
Essa é a conjugação do verbo “você a tu”.
O pronome
Pior mesmo é o uso recorrente do substantivo “a gente” como locução pronominal:
“A gente vai pro comercial e (a gente) voltamos já”.
Nós
“A gente" é um pronome que é usado com o mesmo sentido do pronome pessoal "nós".
Mas observe que, principalmente apresentadores, comentaristas e repórteres de TVs usam “a gente” no singular.
“A gente vai; a gente entende, a gente está voltando”
.
Lula, o precursor
Os mais velhos devem lembrar que Lula praticamente inaugurou o uso da expressão “a gente” e a incorporou ao seu vocabulário. “A gente quer fazer o melhor governo porque “a gente” sabe, tem consciência das necessidades do povo”.
O vício na TV
É de se imaginar que se a Daniela Lima colocasse em um papel o comentário que faz na Globo News, certamente iria se envergonhar das dezenas de “a gente” que pronunciou.
“A gente” acaba de receber em primeira mão a informação que passaram pra “gente” de que “a gente” soube que a polícia encontrou um computador da abin na casa de carlos Bolsonaro. “A gente entende que isso é grave, mas a gente está buscando mais informações porque segundo informaram a gente o que a gente tem de informações sobre a Abin Paralela dá para a gente entender que o caso é grave. No próximo comercial a gente vai trazer detalhes. (A gente) voltamos já”.
Afe, uma pobreza de linguagem. Como se vê, são os próprios jornalistas que matam a língua.
São tantos
A coluna cita Daniela Lima porque ela entra num frenesi na divulgação dos “furos”, mas são sofríveis, irritantes, as falas de Leilane Neubarth; de Myrian Leitão, de Marcos Gomes, enfim, dos ditos mais importantes jornalistas brasileiros.
Eles usam recorrentemente essa locução pronominal.
Vem pro PT, Tarcísio!
Lula e Tarcísio de Freitas trocavam afagos no lançamento do projeto de construção do túnel Santos-Guaruja.
Só para irritar o Bozo.
Deu Bandeira
Já virou bordão o fiasco do Piauí nos índices educacionais em 2023.
“Rafael deu bandeira na Educação”.