Negócio da China. Para quem?
O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Das (PT), anunciou na rede social X (ex-Twitter) que embarca neste sábado para a China. Vai em comitiva junto com o vice-presidente Geraldo Alckmin e outros ministros do governo Lula, que atravessará o mundo para efetivar uma ideia ruim: importar arroz e vender os grãos com a logomarca da administração petista nas embalagens.
Tratativas
Segundo a postagem do ministro, a comitiva brasileira vai à China “tratar do combate à fome e à pobreza, bem como de ações voltadas para a agricultura familiar”.
Talvez fosse o caso de mandar para lá o pessoal da Embrapa. Teria mais resultados, mesmo assim, o ministro diz que está “animado para debater soluções conjuntas que pretendemos trazer para o Brasil.”
A agenda
Segundo o ministro, além de encontro com o presidente Xi Jinping, a comitiva vai à VII Sessão Plenária da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban) e do 2º Seminário e Diálogos Intersetoriais Brasil-China de Luta contra a Pobreza e pela Revitalização Rural.
Haverá ainda uma reunião com o Banco Asiático de Investimentos.
Ou seja muito blá-blá-blá.
E o arroz?
O governo Lula anuncia a disposição de comprar arroz da China para evitar uma subida de preços no mercado interno face as perdas com a hecatombe climática no Rio Grande do Sul. A ideia só parece boa. O governo poderia deixar que o mercado fizesse isso, apenas reduzindo alíquotas de importação. Mas a velha mania estatista não larga o PT.
Arroz malaio
No governo ditatorial do general Figueredo, o Brasil também importou arroz da Ásia, vindo da Malásia.
O produto era péssimo, mas o governo jurava que tinha feito um bom negócio.
Figueiredo deixou o poder pela porta dos fundos do Palácio do Planalto.
Lição de casa
O governo de Rafael Fonteles (PT) se inclui entre os dois únicos estados do país que prevê recursos para a educação infantil em todas as fases dos orçamentos. O outro Estado a cumprir essa condição é Mato Grosso;
A informação está na Folha de S Paulo, que informa a existência de 12 estados das regiões Norte e Nordeste que sequer reservam recursos para o ensino infantil.
Sai pra lá
Gravado duas vezes oferecendo vantagens eleitorais criminosas para desmontar o concorrente de Fábio Novo (PT), o conhecido Gustavo Henrique vai sendo escanteado da campanha do petista.
Lá ele virou um nome tóxico, mas não pode ser afastado de todo porque é aquele tipo que sabe demais.
E sabe tirar proveito disso.
Distante
Discreto, o vice-governador Themístocles Filho (MDB) quase nunca é ligado a confusões, mas Gustavo Henrique é um estafeta dele.
Gustavo, que já foi “senador” e agora “pela cidadã” não dá passo que não seja do conhecimento do vice-governador.
Tem “pancadinha”
Muito conhecido por ser candidato laranja, Gustavo sempre recebeu “pancadinhas” daqueles a quem serviu para fazer coisas com as quais as pessoas não desejam manchar as mãos.
Ele vem sendo levemente “espancado” com dinheiro público. E faz tempo.
O mundo mudou para pior
Se muita coisa mudou para melhor e há áreas em que o mundo no presente é muito melhor que no passado, pode-se dizer que em muitos outros aspectos o mundo mudou para piorar.
Quem sabe para voltar a ser o que era antes, ruim e não melhor.
Olha um exemplo 1
Querem um exemplo: em 1960, na campanha presidencial em que John F. Kennedy se elegeu, uma peça publicitária usou o nome do oponente dele, o republicano Richard Nixon e indagava: você compraria um carro usado deste homem?
A campanha de Kennedy carimbou o republicano como um arrivista, um escroque, coisa do gênero. Deu certo. Kennedy vence.
Olha um exemplo 2
Oito anos depois, Nixon voltou e venceu. Parece que nos Estados Unidos, como aqui, o eleitor tem memória curta ou se deixa levar sempre mais pelo bolso que pela cabeça.
Nixon deixou o poder em 1974 engolido pelo escândalo de espionagem no escritório do Partido Democrata no edifício Watergate.
Olha o exemplo 3
Catorze anos depois, em 1988, um jornal revelou que o candidato democrata à Casa Branca, um certo senador Gary Hart, tinha um caso extraconjugal e isso foi uma pá de cá na campanha ele.
Olha o exemplo 4
Nos tempos atuais, um candidato a presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que já foi presidente, é condenado por 31 crimes.
Mas segue favorito a ocupar a principal cadeira da Casa Branca, a sede do governo do país mais rico do mundo.
Ou seja, considerável parcela dos americanos parece disposta a comprar até casa pegando fogo se o vendedor for Trump.
Pessoa macetando
“Eu ouvi o cara dizer: se eu for eleito eu vou dar transporte coletivo tudo de graça”. Cabra sem vergonha, deixa de mentir, fila da mãe”.
Em qual carapuça esse petardo verbal se assenta?
Em Fábio Novo ?
Em Silvio Mendes?
Claro que em Fabio Novo que tem a garantia de que cumprirá a promessa.
Alô, Equatorial!!
A coluna tem recebido denúncias que apontam o descaso da Equatorial para com o loteamento Odete Nunes, na zona sul de Teresina.
Dezenas de pessoas estão há meses aguardando que a Equatorial apareça por lá para ligar a energia em suas casas, recém construídas.
Pior é que ainda não existe sequer a rede de iluminação pública em todo o bairro.
A agência e o conflito
De repente, não se sabe nem de onde saiu, mas já tem gente espalhando que a DV6, agência de publicidade com polpudas contas no Governo, estaria na campanha do candidato Fábio Novo.
Não é ilegal, porém tem conflito de interesses. A agência pertence a um filho do desembargador Sebastião Martins, que vai presidir as eleições deste ano no Piaui.
Logo, o presidente do TRE não pode ter um filho fazendo campanha para candidato.