Candidatos pagam para atrair multidão de eleitores em seus comícios

Passou a ser normal candidato pagar para ter gente em suas reuniões políticas, apesar de isso ser crime eleitoral

Engana trouxa 

Candidatos como Lucy Soares fazem reuniões  nos bairros e, na ilusão do voto, inventam de fazer sorteios de pix. 
Lá no satélite, a viúva de Firmino fez cinco sorteios de pix, no valor de R$ 30,00 cada. 
Exigia apenas o nome, o endereço e onde o felizardo vota. 
Não se bula, Firmino! Não se bula. 

Dinheiro e material 

Sem, aparentemente se ver qualquer resquício de fiscalização, os candidatos prometem dinheiro e até material de construção para os pseudos eleitores. 
Há suspeitas  de que, invariavelmente, todos, governistas e oposicionistas, ajudaram os eleitores no transporte para suas convenções. 

Mentira e ilusão de ótica 

As agências de propaganda do candidato Fábio Novo produziram textos e imagens para mostrar que a convenção a céu aberto do candidato do PT reuniu mais  de 40 mil pessoas. 
Ilusão de ótica e leviandade. Até porque no espaço só caberia tanta gente se um montasse na corcunda do outro.

Foto: Reprodução
A convenção do candidato governista mostrando um gigantismo na ilusão de ótica. Nem a pau Juvenal o espaço não cabe 40 mil pessoas

Branco total

O ministro Wellington Dias (Desenvolvimento Social) foi o único dos caciques do PT que vestiu vermelho na convenção hollywoodiana que homologou o nome de Fabio Novo candidato a prefeito de Teresina.
O próprio Novo compareceu com um modelito do chef Rafael Fonteles: camisa de mangas curtas branca e calça jeans.

O vice de azul 

No lado emedebista, o bolsonarista convertido à esquerda Paulo Márcio, vice, vestiu azul.

Lula lá

Lula apareceu na convenção, mas num cartaz gigantesco. Fora isso, a presença dele foi só nos discursos.

Tucanidade

No lado oposicionista, Silvio Mendes e Jeová Alencar usaram amarelo e azul, tons dominantes na identidade visual da convenção.
As duas cores remetem ao PSDB, que usa azul e a amarelo.

Foto: Reprodução
Na convenção de Silvio Mendes, os tons amarelo e azul foram dominantes

Três ex-prefeitos

Na convenção que homologou Silvio Mendes candidato do União Brasil, além dele dois ex-prefeitos de Teresina estavam no palco: o ex-senador Elmano Ferrer, do PP, e Francisco Gerardo, que não tem filiação partidária.

Cinco em campo

Com as convenções, além de Fabio Novo (PT) e Silvio Mendes (União Brasil), estão formalizadas as candidaturas de professor Tonny Kerley, do Novo, e de Telsírio Alencar, do Mobiliza, antigo Partido da Mobilização Nacional.
Dr. Pessoa (PRD), prefeito que tenta a reeleição, também teve a candidatura homologada em uma convenção cheia de gente e muito animada.

Recado da Gracinha 

A deputada Gracinha Mão Santa publicou texto com críticas ao candidato dr Hélio.

“ Que absurdo! Hélio Oliveira, mesmo não sendo mais deputado, está licenciado e menospreza a inteligência dos parnaibanos. Ele organiza shows em Luís Correia, o que é aceitável, afinal, todas as cidades turísticas do Piauí merecem eventos assim. No entanto, fica evidente que ele está perseguindo Parnaíba, tentando se tornar prefeito da cidade e indo para a televisão falar mal de Parnaíba e dos shows lá”. 
 

Foto: Alepi
Gracinha Mão Santa adverte o governador de que o povo não gosta de autoritarismo

Recado da Gracinha 2 

A deputada segue nas críticas chamando Hélio Oliveira de ingrato: 

“Será que ele acha que todos são ingênuos? É preciso ter mais comprometimento com o interesse público, Dr. Hélio e o Governador, devem lembrar que a população que os elegeu não tolera autoritarismo. Aqueles que são ingratos e perseguem o povo serão isolados nas urnas! Chega de mentiras, é hora de parar e fortalecer todo o estado do Piauí.”

Recado da Gracinha 3 

Usando velho bordão utilizado pelo pai, Mao Santa, ela adverte: “atentai bem! Estes políticos mal intencionados vão ser isolados em outubro. Parnaibano é um povo bom, honrado e estuda muito e sabe quem é quem! Tem que respeitar todas as cidades piauienses!”

TV Blocão 

Se uma coisa assusta políticos hoje, não é nem a mídia comum ou até mesmo a polícia federal, é a TV Blocão. 
Eles irão entrar com uma ação contra a Câmara de Vereadores por ter impedidos os repórteres em uma reunião no qual toda a mídia pode entrar e eles foram barrados, isso na casa do povo, um local público.

As bordoadas em JVC 

O ex-senador João Vicente Claudino tem sido muito criticado por setores da mídia e em redes sociais pela adesão à Fábio Novo, do PT. 
Poderia ter evitado essa exposição negativa se tivesse pensado que ficaria bem melhor na fita se não tivesse se apegado a ninguém, principalmente a Novo, que, como ele chegou a dizer lá atrás, de novo não tem nada. 

Foto: Reprodução
Uma Imagem desnecessária. JVC faria melhor se ficasse cuidando dos seus negócios, longe dessa disputa, que não é dele

Sem partido 

JVC tentou ser candidato e viu do que político interesseiro é capaz: Luciano e alguns outros venderam as consciências e o PSDB por algumas migalhas de poder (e, lógico, dinheiro) para o governo indo na contramão daquilo que sempre pregavam. 

Nenhum dos lados 

Para dar bom exemplo de que o melhor seria sair da disputa, JVC não optaria por nenhum dos lados, nem mesmo com o que ele mais se identifica, o de Silvio Mendes. 
Mas fez o contrário: foi para o lado com o qual não tem identidade, o do PT, que já o traiu (lembra, Wellington Dias, em 2010?).
O ex-senador contraria até o que pensava e dizia seu velho pai, João Claudino: ficar distante do PT. 

Troca de vantagens 

Ele agora se vê alvo de duras  críticas de que sequer votos tem para dar, sem falar nos mais levianos que insinuam a relação de troca de vantagens com o governo. 
O que, verdadeiramente não existe. 

Insensatez 

É verdade que político as vezes não houve ninguém sobre a insensatez que está prestes a cometer.
E por ser cabeça dura, JVC não tem como evitar que nesse episódio o comparem a espertalhões que se venderam e tentaram comprar os outros, como Gustavo, da “pancadinha”. 
Enfim, ganhando ou perdendo a eleição, Novo não terá acrescentado nada de novo (e de bom) na vida do ex-senador.

Empresa pública

Lula mandou ao Congresso Nacional projeto de lei que autoriza a criação da empresa pública Companhia Docas de Alagoas e a contratação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social em diversas iniciativas.
Ou seja, para agradar a Arthur Lira e aos Renans Calheiros, sua excelência espeta mais uma conta no bolso de quem paga impostos.

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