Ave-símbolo do Piauí
Uma lei estadual publicada ontem, originada de projeto do deputado estadual Severo Eulálio (MDB) e sancionada pelo governador Rafael Fonteles (PT), instituiu o pica-pau-do-Parnaíba como ave-símbolo do Estado do Piauí.
A espécie também é conhecida como pica-pau-de-Kaempfer e pica-pau-da-taboca.
Vista novamente
O site G1 Campinas informa que o pica-pau-do-Parnaíba (Celeus obrieni), ave endêmica do Brasil, foi “redescoberto” no Tocantins em 2006, após cerca de 80 anos sem registros confirmados.
O primeiro registro científico da espécie ocorreu em 1926, na região de Uruçuí, às margens do rio Parnaíba.
Onde?
Segundo a publicação, o primeiro registro ocorreu no Piauí, em Uruçuí. Atualmente, a espécie possui registros no Maranhão, Tocantins, Mato Grosso e Goiás.
Não há informações recentes sobre novos avistamentos confirmados no Piauí.
Sob risco
Segundo a reportagem do G1 Campinas e Região, a ave é considerada criticamente ameaçada de extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).
Pioneiro
A organização ambiental Eco informa que a espécie, redescoberta em 2006 após cerca de 80 anos sem registros, teve seu primeiro registro científico em Uruçuí, no Piauí, às margens do rio Parnaíba.
Proteção
O Piauí aparentemente ainda não possui estudos específicos sobre a espécie que agora se tornou sua ave-símbolo. Enquanto isso, pesquisadores da Fundação de Apoio Científico e Tecnológico do Tocantins desenvolvem estudos para ampliar o conhecimento e contribuir para a conservação do pica-pau-do-Parnaíba.
Quantidade 1
A organização Eco registra que o pesquisador Renato Torres Pinheiro afirma ainda não existirem dados suficientes para determinar o tamanho real da população da espécie no Brasil, embora se saiba que ela é reduzida.
Quantidade 2
Segundo estimativas do pesquisador, podem existir entre três mil e seis mil indivíduos, com as maiores populações concentradas no Tocantins, onde permanecem as maiores áreas preservadas de Cerrado.
Novo mapa
Lei estadual sancionada nesta semana alterou os limites territoriais do município de Oeiras, redefinindo suas divisas com Cajazeiras do Piauí, Santa Rosa do Piauí, Tanque do Piauí, Barra D’Alcântara, Novo Oriente do Piauí, Inhuma, Ipiranga, São João da Varjota, Santa Cruz do Piauí, Wall Ferraz, São Francisco do Piauí e Nazaré do Piauí.
Oeiras: novas reclamações
Oeiras, primeira capital do Piauí, convive com um contraste evidente. Enquanto preserva um patrimônio histórico de grande valor, moradores do bairro Rodagem denunciam que ruas, calçadas e terrenos públicos estão sendo tomados pelo mato.
A falta de manutenção deixou de ser uma reclamação isolada e passou a ser um problema recorrente. Além de dificultar a circulação de pedestres, o matagal favorece o aparecimento de animais peçonhentos e aumenta a sensação de abandono. Os moradores cobram menos promessas e mais ações permanentes de limpeza urbana.
Esgoto preocupa moradores
As reclamações também envolvem a existência de esgoto a céu aberto em diferentes pontos de Oeiras. O problema expõe moradores a riscos sanitários, provoca mau cheiro e compromete a qualidade de vida da população.
Para uma cidade de importância histórica para o Piauí, conviver com esse cenário representa um retrocesso. A população cobra prioridade para o saneamento básico e soluções definitivas.
Lombadas viram armadilhas
Em muitas cidades do interior, lombadas improvisadas passaram a fazer parte da paisagem urbana. Construídas sem critérios técnicos e, em vários casos, sem sinalização, deixam de ser instrumentos de segurança para se transformar em obstáculos perigosos.
Motoristas e motociclistas são surpreendidos diariamente por estruturas irregulares, aumentando o risco de acidentes, principalmente à noite e durante o período chuvoso.
Mapeamento pode salvar vidas
Falta planejamento e sobra improvisação. As prefeituras deveriam identificar os locais que realmente necessitam de redutores de velocidade, reforçar a iluminação pública e implantar sinalização adequada.
O trânsito não pode continuar sendo administrado por iniciativas isoladas ou decisões sem fundamento técnico. Muitas vidas poderiam ser preservadas com organização e responsabilidade.
Fiscalização precisa agir
A expansão de lombadas clandestinas revela falhas na fiscalização. Quando o poder público deixa de cumprir seu papel, a improvisação ocupa espaço e coloca vidas em risco.
É preciso remover estruturas irregulares, responsabilizar quem desrespeita as normas e fazer cumprir a legislação de trânsito. Segurança viária não pode depender da boa vontade de quem decide construir uma lombada por conta própria.
ORAÇÃO DO DIA!
Oi, Deus! Que o Senhor acalme meu coração e aquiete toda a agitação dentro de mim, principalmente em minha mente. Hoje eu recebo a Tua calmaria e a Tua paz. Amém! 🙏🏻
Versículo do dia:
“Tu acalmas o rugido dos mares e o barulho das ondas; tu acalmas a gritaria dos povos.”
(Salmos 65:7)
BOM DIA! A PAZ DO SENHOR JESUS CRISTO. 🙏
Turismo espera prioridade
O turismo continua sendo tratado como promessa de campanha, mas raramente como política pública. Entra governo, sai governo, e o setor permanece sem planejamento consistente, metas claras e investimentos permanentes.
O resultado é um potencial desperdiçado, que impede cidades de gerar empregos, atrair visitantes e fortalecer suas economias.
Turismo movimenta a economia
Quando o turismo cresce, toda a cidade cresce junto. Hotéis, pousadas, restaurantes, bares, lanchonetes, artesãos, comerciantes, taxistas, mototaxistas e até o vendedor de pipoca da esquina sentem os efeitos positivos da atividade.
O dinheiro circula, fortalece pequenos negócios, amplia oportunidades de trabalho e impulsiona a economia local. Ignorar esse potencial significa abrir mão do desenvolvimento.
Planejamento faz diferença
Nenhum município se transforma em destino turístico por acaso. É preciso conhecer suas vocações, organizar seus atrativos, preparar a infraestrutura, envolver a comunidade e investir em promoção.
O turismo exige gestão profissional, continuidade administrativa e visão de longo prazo. Sem isso, oportunidades continuam sendo desperdiçadas.
Cultura transforma vidas
Ainda há quem enxergue a cultura como gasto, quando ela é um dos maiores instrumentos de inclusão social e fortalecimento da identidade de um povo.
A cultura não pertence à elite. Ela está nas manifestações populares, no artesanato, na música, na dança, nas festas tradicionais e nas expressões que mantêm viva a história de uma comunidade.
Quando o poder público negligencia esse setor, deixa de investir também em educação, pertencimento e cidadania.
Conhecimento antes do poder
O desejo de ocupar um cargo público deveria caminhar ao lado da preparação. Conhecer o funcionamento dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário não é um diferencial, mas um requisito básico para quem pretende representar a sociedade.
Sem preparo, aumentam as decisões equivocadas, enfraquece-se a administração pública e a população paga a conta da incompetência.
O encontro do dia
Em Teresina, a passeio, a jornalista Martha Santusa, num proveitoso encontro com Arimateia Azevedo.
Martha, também empresária na área de comunicação, discutiu com Azevedo que uma repaginação do Portal AZ, um dos mais acessados na região.