A cantora Britney Spears foi detida na noite de quarta-feira (4) após ser abordada pela polícia sob suspeita de dirigir sob efeito de álcool no estado da Califórnia, nos Estados Unidos. A artista foi levada para uma delegacia e acabou liberada na manhã de quinta-feira (5).
De acordo com o site TMZ, a abordagem ocorreu por volta das 21h, durante uma ronda policial. Spears teria sido algemada cerca de meia hora depois e encaminhada à delegacia. Informações do Gabinete do Xerife do Condado de Ventura indicam que ela deixou o local por volta das 6h.
Ainda segundo o TMZ, fontes próximas à Britney afirmaram que o resultado do teste de álcool no corpo apontou 0,06%, inferior ao limite legal de 0,08% na Califórnia.
Após a repercussão do caso, representantes da cantora se manifestaram. Em declaração ao jornal The New York Times, o empresário da cantora, Cade Hudson, classificou o episódio como “lamentável” e afirmou que a artista pretende cumprir todas as determinações legais.
“Este foi um incidente lamentável e completamente injustificável. Britney tomará as medidas cabíveis e cumprirá a lei”, disse ele, acrescentando que espera que a cantora receba apoio neste momento.
Depois da divulgação do caso, usuários nas redes sociais notaram que o perfil oficial da artista no Instagram havia sido desativado.
Nos últimos meses, Spears também esteve no noticiário por outras decisões na carreira. A cantora vendeu o catálogo de suas músicas para a empresa Primary Wave e afirmou, em publicação feita em janeiro, que não pretende mais realizar apresentações nos Estados Unidos, alegando motivos pessoais.
O episódio também reacendeu lembranças de polêmicas anteriores envolvendo a artista, como o caso de 2006, quando foi fotografada dirigindo com o filho bebê no colo, e um incidente ocorrido no ano seguinte após colidir com um carro estacionado em Los Angeles.