A campanha de Flávio Bolsonaro retornou mais de R$ 1,5 milhão em doações de 14 pessoas, incluindo uma significativa contribuição de R$ 1,1 milhão feita por Nelson José Vigolo, um influente empresário do agronegócio. A informação foi divulgada pelo O Globo.
Conhecido como o "barão do agro", Vigolo foi denunciado pelo Ministério Público da Bahia em 2021 por suposta participação em um esquema de vendas de sentenças envolvendo grilagem de terras. O proprietário do Grupo Bom Jesus Agropecuária chegou a um acordo de delação premiada, comprometendo-se a restituir R$ 20 milhões.
A campanha não esclareceu as razões para a devolução das quantias recebidas, que variam desde R$ 5 até o expressivo montante transferido por Vigolo. Este reembolso representa uma pequena fração das receitas totais declaradas pelo candidato, que somam R$ 108,5 milhões.
Entre os valores devolvidos estão: