MEC revoga edital e cancela cursos de medicina; Discord: Ferramentas

MEC revogou o edital que previa a abertura de três cursos privados de medicina no Piauí,

Revogou o edital que previa a abertura de três cursos privados de medicina no Piauí,
Foto: Freepik

O Ministério da Educação (MEC) revogou o edital que previa a abertura de três cursos privados de medicina no Piauí, com a criação de 180 vagas. A decisão foi oficializada em portaria publicada no Diário Oficial da União.

Motivos da Revogação

- Mudança significativa no cenário da formação médica no país desde o lançamento do edital.

- Ampliação de vagas ocorreu por outros caminhos, como decisões judiciais e processos administrativos, totalizando 7.424 vagas.

- Desempenho de cursos já em funcionamento foi considerado insatisfatório, com aproximadamente um terço das instituições avaliadas ficando nas faixas mais baixas de rendimento.

Decisão

- A revogação tem efeito imediato e cancela o processo de seleção que poderia levar novas faculdades ao interior do Piauí.

Próximos Passos

- O MEC afirma que a política de formação médica continua e que novos modelos de expansão poderão ser estudados a partir de dados atualizados.

Discord Amplia Segurança para Adolescentes

Discord Amplia Segurança
Reprodução/Agência Brasil

O Discord anunciou que irá ampliar as ferramentas de segurança para adolescentes, incluindo:

- Verificação de idade obrigatória para acessar determinadas áreas e modificar configurações sensíveis.

- Ajustes automáticos de conteúdo de acordo com a faixa etária.

- Criação de um Conselho de Adolescentes para opinar sobre políticas e sugerir ações futuras relacionadas à segurança.

Mudanças

- A verificação etária poderá ser feita por reconhecimento facial ou envio de documento que comprove a idade.

- O sistema identificará usuários adultos automaticamente, reduzindo a necessidade de verificações recorrentes.

Contexto

- O Discord se soma a outras plataformas que adotaram medidas adicionais para proteger menores de idade nas redes sociais.

- Países como Austrália, Nova Zelândia e alguns europeus estão implementando restrições e políticas de controle mais rígidas para proteger crianças e adolescentes online.

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